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<title>Jornal A Voz de Araxá &#45; : Meio Ambiente</title>
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<description>Jornal A Voz de Araxá &#45; : Meio Ambiente</description>
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<dc:rights>Copyright © 2026 Jornal a Voz de Araxá &#45; Todos os Direitos Reservados.</dc:rights>

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<title>Reino Unido se torna o segundo maior doador do Fundo Amazônia</title>
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<description><![CDATA[ O Reino Unido doou aproximadamente R$ 500 milhões para o Fundo Amazônia, mecanismo financeiro para redução de desmatamento florestal.  Essa foi a segunda doação do Reino Unido, aproximadamente R$ 270 milhões, totalizando quase meio bilhão de reais, conforme acordo assinado ainda durante a COP28, em Dubai, em 2023.

Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, os recursos do Fundo Amazônia são usados para projetos de proteção da floresta, gerar renda para populações amazônicas e ajudar o país a liderar uma nova “economia verde”. O dinheiro vai para prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, produção sustentável, bioeconomia, restauração, e regularização ambiental e territorial.

O Fundo Amazônia foi criado em 2008 e hoje soma mais de R$ 5 bilhões, com 153 projetos aprovados, em 169 Terras Indígenas e 192 Unidades de Conservação, alcançando 260 mil pessoas.

Desde que o Fundo Amazônia foi retomado, em 2023, sete novos governos doadores se juntaram à Noruega e à Alemanha. Além do Reino Unido: Suíça, Dinamarca, União Europeia, Estados Unidos, Irlanda e Japão também fizeram doações, lembrou a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello.


&quot;O recurso entrou nos cofres do governo brasileiro [vindo] da inglaterra, que se torna, a partir de hoje, nosso segundo mair doador, seguindo a Noruega. E nós passamos de dois doadores para nove doadores, mostrando que o Brasil tem compromisso com essa agenda&quot; 


Ainda segundo Campello, as doações ao Fundo Amazônia são pagamentos por resultados já alcançados pelo Brasil na redução de emissões de CO2. O país reduz o desmatamento, recebe recursos internacionais por isso, e reinveste: na proteção da floresta, de povos indígenas, comunidades tradicionais, agricultores familiares, estados e municípios, além de organizações locais.

 
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<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:35:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Lula assina medidas para fortalecer proteção ambiental no Brasil</title>
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<description><![CDATA[ Em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, o presidente Lula assinou, nesta quarta-feira (10), um conjunto de medidas para fortalecer a proteção ambiental e o desenvolvimento sustentável no Brasil.

Ao todo, foram assinados dois projetos de lei – um que reconhece o ofício das quebradeiras de coco babaçu e outro que institui a Política Nacional para a Recuperação da Caatinga – e seis decretos, dentre eles o que regulamenta a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais.

Brasil está pronto

O presidente Lula destacou as medidas preventivas e afirmou que o Brasil está pronto para enfrentar os efeitos das queimadas que devem ser provocadas pelo El Niño:


“Pela primeira vez, a gente está saindo na frente, inclusive na luta para combater as possíveis queimadas que vão vir, porque há perspectiva de que o El Niño vai ser muito violento e que a gente possa ter mais desastre climático. Pela primeira vez, nós estamos preparados antecipadamente para enfrentar essa situação.”


Durante a cerimônia, o ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, ressaltou a importância de o Estado reconhecer o papel de quem atua na conservação e na recuperação de áreas ambientais:


“Quem protege a floresta, conserva a biodiversidade, cuida das águas e recupera áreas degradadas presta um serviço essencial ao país e precisa ser reconhecido e valorizado pelo serviço que fazem.”


Capobianco também destacou o trabalho de prevenção às mudanças climáticas realizado em parceria com 560 municípios brasileiros:


“Hoje, sabemos que a adaptação climática não é mais uma discussão do futuro, ela é uma necessidade urgente para milhões de brasileiros. O programa Cidades Verdes Resilientes e o Adapta Cidades vêm apoiando centenas de municípios – são mais de 560 municípios – na preparação para enfrentar enchentes, secas, deslizamentos e ondas de calor. Estamos fortalecendo a capacidade dos municípios em planejar e agir diante dos impactos da mudança do clima.”


As medidas anunciadas pelo governo federal incluem a criação do Parque Nacional do Tanaru, em Rondônia, e a ampliação do Parque Nacional da Serra das Confusões, no Piauí.
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<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 11:14:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Jalapão é o 7º destino de ecoturismo mais procurado do Brasil</title>
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<description><![CDATA[ O Jalapão alcançou a 7ª posição entre os destinos de ecoturismo mais buscados do Brasil, consolidando-se como um dos principais atrativos turísticos de natureza do país.

Com média de 116 mil buscas mensais entre maio de 2025 e março de 2026, o destino tocantinense figura entre os 10 locais mais procurados por turistas interessados em aventura e experiências ao ar livre. Os dados são de um levantamento realizado pela Bulbe Energia, que analisou o volume médio de buscas realizadas no Google Brasil no período.

O resultado posiciona o Jalapão à frente de importantes destinos turísticos brasileiros como Bonito, no Mato Grosso do Sul, que registrou 109 mil pesquisas mensais; Chapada Diamantina, na Bahia, com 113 mil; e Pirenópolis, em Goiás, com 111 mil. 

O aumento nas buscas amplia a visibilidade do estado e impulsiona a economia local, especialmente em setores como hospedagem, transporte, gastronomia e serviços turísticos.
 
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<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 11:14:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>El Niño deve aumentar secas e riscos de incêndios, alerta ministro</title>
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<description><![CDATA[ O ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, alertou, em entrevista ao programa &#039;Voz do Brasil&#039;, da Empresa Brasil de Comunicação, que o El Niño este ano será agravado pelo aquecimento global, o que deve trazer seca mais severa e aumentar o risco de incêndios florestais. 

O monitoramento realizado por meteorologistas também indica que na região Sul, a expectativa é de chuvas intensas com riscos elevados de novas enchentes nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.

Já nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, a previsão é de secas mais intensas e prolongadas no segundo semestre, na Amazônia, Caatinga, Cerrado e Pantanal.

Para combater esse cenário, o governo federal prepara a maior quantidade de brigadistas. Serão mais de 4,6 mil profissionais. Também já foram repassados quase R$ 600 milhões para corpos de bombeiros estaduais, destacou o ministro.

&quot;Também fizemos, já o ano passado, um desembolso que na realidade começou em 2024, se intensificou em 2025, de repasses de recursos para os corpos de bombeiro dos estados mais críticos. Principalmente em toda a Amazônia foram mais de R$ 430 milhões que nós transferimos para os corpos de bombeiros, recursos do Fundo Amazônia. E agora, este ano, fizemos repasse para vários estados da região do Cerrado brasileiro e Pantanal&quot;.

Milhares de equipamentos, como retroescavadeiras, abafadores e EPIs também foram distribuídos para brigadas locais, voluntárias, indígenas e quilombolas. 

O ministro João Paulo Capobianco fez um apelo, para toda sociedade, para que, a partir deste mês, as pessoas não utilizem fogo na limpeza de terrenos.

&quot;O fogo muitas vezes é usado no Brasil para a queima de lixo, para limpar um pasto, para abrir um terreno. O problema é que na situação que nós vamos enfrentar isso se torna incontrolável, pode adquirir a potência de um grande incêndio, às vezes de quilômetros de extensão, tornando o trabalho dos brigadistas, dos bombeiros extremamente difícil&quot;.

Capobianco também destacou medidas, como a aprovação da Lei do Manejo Integrado do Fogo, em 2024, que traz a responsabilidade de prevenir e combater incêndios para toda a sociedade, incluindo dos proprietários rurais, que hoje também devem montar brigadas e ter equipamentos para prevenção.
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<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:28:33 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Pesquisadores descobrem nova espécie de marsupial exclusiva do RJ</title>
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<description><![CDATA[ Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descreveram uma nova espécie de marsupial exclusiva da Baixada Litorânea e do Litoral Norte fluminense: a cuíca-de-três-listras-do-Rio de Janeiro. A pesquisa foi publicada na revista internacional Journal of Mammalogy, ligada à universidade de Oxford, no Reino Unido.

A nova espécie foi encontrada em um dos últimos fragmentos de Mata Atlântica em Cabiúnas, no município de Macaé, ao Norte Fluminense. O professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais e Conservação da UFRJ, orientador do estudo, Pablo Gonçalves, explica a cronologia da descoberta...


&quot;A gente fez um trabalho lá em 2010, 2011 e a gente detectou os primeiros exemplares. E a gente na época não achava nada de especial, né? Existem outras cuícas-de-três-listras, outras espécies já descritas há mais tempo. A gente achava que esses exemplares pertenciam a alguma espécie já conhecida, já bem estudada. Foram os estudos genéticos que apontaram esse bicho de Cabiúnas como bem diferente do resto das cuícas-de-três-listras da Mata Atlântica do sudeste&quot;.


Além das características genéticas, o marsupial, que pesa algumas dezenas de gramas e se alimenta principalmente de insetos, possui um padrão de listras diferente. Segundo os pesquisadores, a listra preta do meio das suas costas é mais curta e desaparece antes de chegar ao focinho.

Outras nuances, como o formato do crânio e a dentição, também foram determinantes para descrição da nova espécie.

Segundo as análises, foi constatado que este marsupial surgiu há 1,78 milhão de anos, durante o período Pleistoceno. Para o professor, a espécie esteve escondida da ciência durante todo esse tempo por conta da falta de estudos em determinadas localidades…


&quot;Esses estudos, a maioria deles estão restritos as regiões dos Parques Nacionais, a Serra dos Órgãos, Parque Nacional de Itatiaia. Então assim, regiões mais distantes da capital ainda são relativamente remotas, especialmente em termos de estudos como esse zoológicos, taxonômicos. O que é verdade para boa parte do Brasil, né? Várias regiões do Brasil muito pouco estudadas e que basta a gente investir em ciência nesses lugares, que novas espécies aparecerão&quot;.


A equipe de pesquisa também foi composta por duas egressas do mestrado do PPG-CiAC/UFRJ, Isabelle Chagas Vilela Borges e Carina Azevedo Oliveira Silva. Segundo as cientistas, o tempo de origem desta cuíca coincide com a de outros mamíferos, como o mico-leão-dourado e a preguiça-de-coleira-do-Sudeste, o que reforça a ideia de que o local funcionou como um tipo de “berçário” evolutivo único.

No entanto, o estudo também acende um alerta para a necessidade de conservação da espécie, já que ela ainda não foi registrada em unidades de conservação de proteção integral. A mata onde ela reside está próxima a grandes empreendimentos industriais, como o Terminal Cabiúnas de Óleo e Gás, e rodovias de fluxo intenso, como a BR 101.

Segundo Pablo Gonçalves, áreas de Baixada da Mata da Atlântica, como a de Cabiúnas, são os locais mais desmatados. Daí vem a necessidade de implementar medidas de parceria entre os setores público e privado… 


&quot;Proposta seria a gente investir na criação de reservas particulares do patrimônio natural, as chamadas RPPNs, né? Que nada impede que os proprietários continuem tendo a sua alternativa de produção econômica, mas respeitando as áreas de floresta e tentando fazer intervenções para que conectem essas áreas de floresta com outras áreas vizinhas, com outros fragmentos vizinhos. A conectividade entre os fragmentos também é muito importante&quot;.


O professor lembrou, ainda, que as RPPNs podem abrir oportunidades econômicas vantajosas, como o ecoturismo.

*Sob supervisão de Fábio Cardoso
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<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:13:37 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Com Semana da Pauta Verde, tribunais julgam processos ambientais</title>
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<description><![CDATA[ Tribunais da justiça federal e estadual de todo o Brasil iniciaram, nesta segunda-feira (8), as ações da Semana da Pauta Verde, iniciativa voltada para impulsionar a tramitação de processos ambientais, em especial os que envolvem maior impacto coletivo. Para isso, vão ser realizados mutirões, audiências e conciliações.

A expectativa é que nos próximos dias sejam analisados mais de 30 mil processos, abordando temas como saneamento básico, gestão de recursos sólidos e poluição.

A Semana é organizada pelo CNJ, o Conselho Nacional de Justiça, e busca incentivar a conciliação e a mediação, com o objetivo de reduzir o tempo e os custos dos processos.

Segundo o conselheiro Ilan Presser questões envolvendo lixões e aterros sanitários são prioridade.


“O tema não poderia ser mais urgente. A Política Nacional de Resíduos Sólidos de 2010 e o Marco Legal do Saneamento Básico de 2020 fixaram prazos escalonados para o encerramento de todos os lixões do país, sendo que o último deles venceu em agosto de 2024. No entanto, o Brasil ainda convive com mais de 3 mil lixões em operação, segundo estimativas da Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente”.


O conselheiro destaca também a importância da ação integrada dos tribunais.


“Quando o Judiciário atua de forma coordenada a Justiça deixa de apenas responder aos problemas, e passa a construir soluções para o futuro”.


Ainda de acordo com o CNJ, a Semana da Pauta Verde deve avaliar mais de cinco mil processos da Justiça Federal e cerca de 26 mil da Estadual.
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<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:13:37 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Viva Maria destaca luta das pescadoras artesanais por direitos</title>
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<description><![CDATA[ Neste 8 de junho, Dia Mundial dos Oceanos, o programa destaca a realidade das águas que cobrem cerca de 70% da superfície terrestre e a atuação das pescadoras artesanais na defesa dos territórios costeiros e marinhos.

A data será marcada por uma sessão solene no Senado Federal, às 16 horas, dedicada à proteção marinha. Durante o evento, pescadoras artesanais pretendem apresentar cerca de 20 reivindicações relacionadas aos direitos da categoria e à conservação dos ecossistemas aquáticos.

Entre os temas em discussão está o Projeto de Lei nº 4.789/2022, que tramita no Congresso Nacional. A proposta busca ampliar o reconhecimento das mulheres pescadoras e fortalecer sua participação nos espaços de decisão.

Para falar sobre o tema, Viva Maria conversa com a liderança quilombola Marizelha Lopes, da Ilha de Maré, em Salvador (BA), uma das fundadoras do Movimento de Pescadoras e Pescadores Artesanais do Brasil (MPP).

Segundo Marizelha, entre as principais demandas da categoria estão a regularização dos territórios pesqueiros, o ordenamento da pesca artesanal e a garantia dos direitos das comunidades que dependem diretamente dos recursos naturais para sua subsistência.

Outro tema destacado pela liderança é a poluição por plástico nos ambientes costeiros e marinhos.

Confira no player.
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<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 10:53:21 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Dia Mundial dos Oceanos reforça importância dos mares para o clima</title>
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<description><![CDATA[ Lembrar do papel fundamental dos oceanos na economia global, na estabilidade climática e na segurança dos meios de subsistência. Esse é o papel do Dia Mundial dos Oceanos, celebrado anualmente em 8 de junho. A data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas, em 2008, e chama a atenção para a importância dos mares e para o uso consciente de seus recursos.

O planeta Terra conta com cinco grandes oceanos: Atlântico, Pacífico, Índico, Ártico e Antártico — também chamado de Oceano Austral. Apesar dessa divisão, especialistas explicam que, na prática, existe um único oceano, já que todos estão interligados e se comunicam.

O tema ganha ainda mais relevância no momento em que o Brasil se aproxima de um compromisso internacional: proteger 30% das áreas marinhas até 2030, a chamada meta 30 por 30. Mesmo com avanços, ainda há desafios importantes, principalmente na gestão, no acompanhamento, na fiscalização e também no financiamento dessas regiões protegidas.

Sem esses mecanismos funcionando de forma eficiente, muitas áreas de proteção ambiental podem existir apenas no papel, sem gerar resultados reais para a biodiversidade e para as populações que dependem diretamente do oceano para sobreviver.

Essas questões foram discutidas durante a SP Ocean Week 2026, realizada em maio, em São Paulo, que reuniu cientistas, gestores públicos, representantes da sociedade civil e do setor privado. O encontro apontou caminhos para tornar mais efetiva a preservação dos oceanos.

Os debates também ajudam a preparar o Brasil para a Conferência da Década do Oceano, marcada para 2027, no Rio de Janeiro. O coordenador da Cátedra UNESCO para a Sustentabilidade do Oceano, Alexander Turra, fala das atribuições do país nessa agenda....


&quot;Todo o movimento que vem sendo feito mundialmente, o Brasil vai se preparar adequadamente para a Conferência da Década do Oceano. E uma das estratégias vai considerar a Rio Ocean Week como um palco importante para que as contribuições de diferentes atores sociais, de diferentes setores da sociedade possam ser organizadas no sentido de embasarem as discussões que vão ocorrer&quot;.


Vale lembrar que o oceano cobre mais de 70% da superfície da Terra e abriga grande parte da biodiversidade do planeta, além de ser a principal fonte de proteína para mais de um bilhão de pessoas.
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<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 10:53:21 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Estudo aponta degradação em mais de um quarto da costa fluminense</title>
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<description><![CDATA[ Mais de 25% da zona costeira do estado do Rio de Janeiro é considerado instável. A informação está no Inventário da Degradação do Solo na Zona Costeira do Rio de Janeiro, projeto inédito da Universidade Federal Fluminense (UFF), que analisou a região ao longo de 40 anos.

Ao todo, foram analisados cerca de 22 mil km². A área abrange municípios entre Búzios e São Francisco de Itabapoana, além de Cachoeiras de Macacu, Maricá e cidades da Costa Verde, como Itaguaí, Mangaratiba, Angra dos Reis e Paraty. 

De acordo com o Inventário, o trecho mais crítico é a faixa que se estende entre os municípios de Maricá e São Francisco de Itabapoana, no nordeste do estado, por conta, principalmente, do desmatamento associado à pecuária e ao cultivo de café. Dos mais de 2.400 km² degradados da área, 1.916 km² correspondem a zonas instáveis consideradas de alta prioridade para recuperação ambiental. 

O professor Fábio Ferreira, do departamento de Análise Geoambiental da UFF, explica que foram identificados níveis alarmantes de degradação das áreas úmidas e manguezais, ecossistemas importantes para proteção da área costeira.

Erosão, instabilidades frutos do turismo e incêndios também aparecem entre as causas de degradação. A preocupação é que este cenário atinja não apenas espaços estáveis, como também os chamados hotspots – áreas ricas em biodiversidade ameaçadas no quesito conservação. 

O professor lembra que isso traria consequências ainda mais graves, como a perda de camadas férteis do solo e assoreamento dos rios. Ele também afirma que, para a recuperação dessas áreas, é necessário atuar em duas frentes principais, a curativa e a preventiva.

O objetivo do estudo, segundo o professor, é auxiliar as prefeituras a usar os dados para aprimorar seus planejamentos e guiar o crescimento urbano de forma segura e sustentável.

*Com informações da Agência Brasil, sob supervisão de Fábio Cardoso
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<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 10:53:21 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Governo reforça ações contra queimadas diante de previsão de El Niño</title>
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<description><![CDATA[  

Diante da previsão de um novo El Niño para este ano, que aumenta o risco de queimadas, o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou que várias ações já estão sendo adotadas para enfrentar este desafio.

Em pronunciamento em rede nacional pelo Dia Mundial do Meio Ambiente, o ministro enfatizou que o monitoramento foi reforçado, assim como o contingente de brigadistas.


&quot;Esse ano, diante da previsão de um novo El Niño, reforçamos o monitoramento e colocamos em campo o maior contingente de brigadistas da nossa história. Aumentamos o número de aeronaves e equipamentos de prevenção e combate e apoiamos em mais de meio milhão de reais os corpos de bombeiros dos estados onde há mais incêndios florestais&quot;, disse.


Capobianco também destacou que a preservação ambiental deixou de ser tratada como obstáculo ao desenvolvimento para se tornar um indutor de crescimento econômico. E, lembrou a redução do desmatamento nos últimos três anos.


&quot;O desmatamento na Amazônia caiu pela metade, no Cerrado a redução foi de 32% e no Pantanal, 65%. Ao proteger nossos biomas, salvamos a biodiversidade e evitamos lançar na atmosfera milhões de toneladas de gases de efeito estufa&quot;, diz.


O ministro Capobianco falou ainda sobre o aumento das áreas protegidas, com a criação de mais de uma dezena de novas reservas ambientais e o reconhecimento de terras indígenas e de territórios quilombolas .

Também citou a retomada da cooperação internacional para o Fundo Amazônia, que agora tem nove países financiadores e um volume recorde de R$ 204 bilhões em recursos públicos e privados, nacionais e internacionais, para o desenvolvimento sustentável no Brasil.
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<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 13:21:24 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Inmet alerta para baixa temperatura e risco de geada no Sul e Sudeste</title>
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<description><![CDATA[ O alerta para baixas temperaturas do Inmet está mantido para os próximos dias.

O aviso abrange cerca de 2,6 mil municípios, no Distrito Federal e nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Piauí, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Em regiões de maior altitude no Sul e Sudeste, como a Serra da Mantiqueira e a Serra Catarinense, há possibilidade de geadas, com temperaturas mínimas variando entre 3°C e 6°C, principalmente em cidades mais altas das serras Gaúcha e Catarinense.

No Centro-Oeste, a umidade do ar, no período da tarde, até segunda-feira, pode ficar em torno de 30% na região. A baixa umidade também deve atingir partes de São Paulo e Minas Gerais.

No Norte do país, o tempo seguirá quente e úmido, favorecendo pancadas de chuva com trovoadas e rajadas de vento em áreas do norte do Amazonas, Roraima, centro-norte do Pará e Amapá.

No Nordeste, chove especialmente em áreas próximas ao litoral, com destaque para a região do Recôncavo Baiano, o litoral entre Pernambuco e o Rio Grande do Norte e áreas do norte do Maranhão.

*Com informações da Agência Brasil
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<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 13:21:24 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Dia do Meio Ambiente reforça importância de ações sustentáveis no país</title>
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<description><![CDATA[ Hoje é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, criado pela ONU para incentivar ações globais de preservação dos recursos naturais do planeta.

No Brasil, como parte das ações em alusão à data, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima realiza, até 11 de junho, a Semana Nacional do Meio Ambiente. Com o tema “Cuidar do Meio Ambiente é Cuidar da Vida”, a programação e dedicada às diversas dimensões da agenda ambiental brasileira e sua relação direta com a vida das pessoas.

E essa relação tem ganhado cada vez mais destaque entre especialistas de todo o mundo, isso porque, avalia a professora da Universidade de Brasília, Aldira Guimarães Duarte Dominguez, mudanças climáticas e o aquecimento global impactam diretamente na vida de todos…


&quot;Quando falamos de mudanças climáticas, não estamos falando apenas de meio ambiente. Nós estamos falando de saúde, de qualidade de vida, de segurança alimentar e de justiças sociais. Por isso que os desafios ambientais precisam envolver todos nós. O planeta funciona como uma grande casa comum. O que acontece em uma região acaba impactando todo o restante do globo terrestre&quot;.


Especialista em gestão ambiental, a professora salienta que grandes transformações começam com pequenos hábitos…


&quot;Separar o lixo em casa, economizar água, reduzir desperdício, plantar árvores, cuidar das áreas verdes, não jogar lixo nas ruas são atitudes simples, mas sumamente importantes. Nesse momento, portanto, de emergência climática, nós precisamos olhar com mais sensibilidade para o que está acontecendo com nossos recursos naturais e assumir uma postura mais ativa na defesa da natureza&quot;.


Alinhada às ações do Dia Mundial e da Semana do Meio Ambiente, também acontece, neste período, a Semana do Descarte Consciente. A professora Aldira Guimarães destaca a importância dessa mobilização focada na conscientização do descarte correto de materiais como eletrônicos…


&quot;Muitos produtos hoje já são fabricados para durar menos tempo, então isso é muito preocupante. Porque o resultado disso é uma quantidade cada vez maior de resíduos sendo gerados e, quando esses resíduos são descartados de forma inadequada, acaba contaminando os solos, os rios, os lençóis freáticos e até mesmo os oceanos. Por isso, campanhas como a Semana do Descarte Consciente são tão relevantes, são tão importantes&quot;.


E você sabe como descartar corretamente o seu lixo eletrônico? Se ainda não sabe, você pode conferir no site da Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos. E materiais como agulhas ou vidros quebrados, por exemplo? 

Todos os anos, trabalhadores da limpeza urbana no Brasil sofrem acidentes com materiais perfurocortantes descartados de forma inadequada. Um descuido que parece pequeno pode ferir, contaminar e trazer riscos sérios a quem está na linha de frente do manuseio dos resíduos. 

 
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<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 13:21:24 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Viva Maria celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente</title>
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<description><![CDATA[ O programa Viva Maria desta sexta-feira, 5, celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente com um chamado urgente à mobilização individual e coletiva. A edição recebe a ambientalista, cantora, compositora e educadora Glorinha Lattinni  autora da música tema do programa Natureza Viva!  Na certeza de que a consciência ecológica deve se traduzir em gestos concretos no cotidiano, Glorinha aposta na força do exemplo na promoção da educação ambiental

Durante a entrevista, Glorinha reforça o recado da ONU para a data: &quot;A Terra fala. A gente age&quot;. A convidada compartilha suas experiências práticas, que vão desde a escolha de produtos sustentáveis dentro de casa até o recolhimento de lixo em praias, visando a saúde do planeta e das futuras gerações.

O programa também aborda a importância da &quot;mídia da luz&quot; e do fortalecimento de redes digitais de proteção ambiental para dar voz a causas positivas e influenciar decisões políticas em favor da biodiversidade.

Um dos pontos centrais da conversa é o conceito de empatia pela natureza. Para a artista, colocar-se no lugar da floresta, dos rios e dos animais é o caminho fundamental para o amor e a conservação da vida.

Confira no player.
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<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 11:26:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Pernambuco volta a monitorar tubarões na orla após 10 anos</title>
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<description><![CDATA[ Após mais de 10 anos, o governo pernambucano vai retomar o monitoramento de tubarões na orla do estado.  A Universidade Federal Rural de Pernambuco venceu o edital e vai receber pouco mais de R$ 1 milhão ao longo de 24 meses para o rastreamento.

A partir de julho, pesquisadores ligados ao Núcleo de Educação Ambiental do Departamento de Pesca e Aquicultura da Universidade começam a observar 60 tubarões.

O trabalho não é exatamente para garantir a segurança imediata de banhistas. Os cientistas vão implantar chips nos tubarões para transmissão de dados e supervisão do comportamento dos animais 

O estudo vai focar nas espécies Tigre e Cabeça Chata, que serão capturadas, marcadas com um chip transmissor, e devolvidas ao mar. Os chips passarão informações para receptores instalados ao longo da costa marítima, registrando a passagem dos tubarões monitorados. 

As informações poderão contribuir com a prevenção dos incidentes, envolvendo os animais e banhistas, além de servir como subsídio científico para a construção de políticas públicas para garantir a segurança dos frequentadores das praias. 

Segundo o Núcleo de Educação Ambiental, havia 11 anos que as parcerias interinstitucionais permanentes estavam suspensas, com exceção do Arquipélago de Fernando de Noronha.

De acordo com o Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões,  84 casos de ataques de tubarão foram registrados na orla do estado e também em Fernando de Noronha, desde 1992. Dois deles, aconteceram no último domingo e na segunda-feira. As vítimas, um menino de 11 anos e uma jovem de 19 anos, seguem internados no Hospital da Restauração, em Recife. 
  2:00 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 12:53:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>MPF pede investigação sobre contaminação de rios em terra indígena</title>
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<description><![CDATA[ Por causa dos relatos de integrantes da Comunidade Indígena Kinja sobre mortandade de animais, alteração na cor e no cheiro da água e problemas de saúde, o Ministério Público Federal (MPF) solicitou que a Polícia Federal investigue a contaminação dos rios do Território Indígena Waimiri Atroari, no Amazonas. 

O MPF solicitou ainda que o Ibama realize uma perícia para verificar o impacto da atividade minerária no igarapé Jacutinga e nos rios Tiaraju e Alalaú, situados na Terra Indígena, localizada na cidade amazonense de Presidente Figueiredo.

O prazo fixado pelo MPF para que a Polícia Federal e o Ibama comprovem o cumprimento das requisições e apresentem os primeiros resultados das vistorias e diligências é de 30 dias.

Mineração x problemas ambientais

Em paralelo, também foi solicitada uma vistoria técnica na mineradora para a Agência Nacional de Mineração (ANM). As medidas querem informações sobre as atividades de Mineração Taboca na região e se estas têm relação com os problemas ambientais relatados pelas lideranças indígenas. 

O alerta veio por meio de resultados de exames feitos pela empresa contratada pela própria Associação Comunidade Waimiri Atroari, que mostraram a presença de altas concentrações de metais pesados nas águas dos Rios Tiaraju e Alalaú e do igarapé Jacutinga.

Alumínio na água

O laudo da consultoria revelou que a quantidade de alumínio na água chegou a um nível 37 vezes maior do que o limite máximo permitido pela legislação brasileira para rios e lagos. No fundo dos rios, os técnicos também acharam altos níveis de ferro e chumbo.

O Ibama já havia sinalizado, a partir de análises prévias de imagens de satélite, a existência de indícios de que as operações de lavra da Mineração Taboca podem estar ultrapassando os limites territoriais legalmente autorizados pelas licenças vigentes, atingindo o limite físico da própria Terra Indígena Waimiri Atroari.

No despacho que acionou a PF e o Ibama, o Ministério Público Federal recuperou informações de uma audiência pública realizada no final do mês de abril, onde os indígenas criticam os exames feitos pela própria mineradora.

Acompanhamento da fiscalização

Eles denunciaram que a empresa costuma recolher água em locais estratégicos, longe de onde a lama e os rejeitos realmente se acumulam. Por isso, as lideranças exigiram que as novas fiscalizações oficiais sejam acompanhadas de perto pelos fiscais indígenas, que conhecem os pontos mais críticos de poluição.

A Mineração Taboca nega a responsabilidade pelos danos e continua sustentando que os parâmetros de qualidade da água cumprem as exigências legais e que o excesso de lama foi causado por uma chuva atípica no início de abril. 
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<pubDate>Sat, 30 May 2026 11:04:50 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>MPF, pede, investigação, sobre, contaminação, rios, terra, indígena</media:keywords>
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<title>Viva Maria destaca aliança em defesa da Mata Atlântica</title>
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<description><![CDATA[ No Dia da Mata Atlântica, celebrado nesta terça-feira, 27, o programa Viva Maria destaca o lançamento da Aliança dos Povos e Comunidades Tradicionais Guardiães da Mata Atlântica, articulação inédita que reúne povos indígenas, quilombolas, caiçaras, pescadores artesanais, marisqueiras e comunidades tradicionais em defesa de um dos biomas mais ameaçados do país.

Diretamente do Largo São Francisco, em São Paulo, o movimento nasce como uma grande rede de proteção da Mata Atlântica, considerada o berço comum da história e da biodiversidade brasileira.

Em entrevista à Mara Régia, Ivanildes Kerechu, coordenadora tenonde da Comissão Guarani Yvyrupa, fala sobre as expectativas em torno da aliança e reforça que a defesa do território é também a defesa da vida, da cultura e da própria floresta.

O programa lembra ainda que a Mata Atlântica segue resistindo apesar da devastação provocada por grandes empreendimentos, desmatamento e exploração predatória dos recursos naturais.

Confira no player.
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<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:07:24 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Em SP, povos e comunidades lançam aliança em Defesa da Mata Atlântica</title>
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<description><![CDATA[ Nesta quarta-feira, 27 de maio, é celebrado o Dia da Mata Atlântica. Para marcar a data, representantes de territórios ancestrais realizaram o lançamento oficial da Aliança dos Povos e Comunidades Tradicionais Guardiões da Mata Atlântica. O movimento marca a primeira articulação e reúne sete fóruns regionais e a Comissão Guarani Yvyrupa.

O evento aconteceu no Largo São Francisco, no centro de São Paulo, e reuniu representantes de territórios ancestrais, como Ivanildes Kerexu, que é uma liderança da Aldeia Rio Bonito, em Ubatuba, no litoral de São Paulo. Ela explica que a aliança permite às comunidades que vivem nos territórios da Mata Atlântica unir forças para lutar contra ameaças, como a especulação imobiliária de grandes empreendimentos:


“Inclusive, tem uma aldeia, uma aldeia da Boa Vista, que 15 anos atrás quase não tinha moradores. E hoje, se a gente passar lá, é tanto morador que vai até quase na entrada da aldeia. Então, é essa especulação imobiliária, pessoas que que fazem as suas casas de veraneio. Então, isso também prejudica, infelizmente”


Wellington Quilombola é presidente da Associação do Quilombo Porto da Areia, na cidade de Estância, em Sergipe. Ele destaca que o turismo que chega à comunidade é de um modelo exploratório, que não é benéfico para a população local:


“Nós precisamos do turismo e defendemos o turismo, mas tem que ser um turismo que seja bom para todos. E aí, com o turismo, vêm os resorts. Também ajudam a destruir a mata e ajudam a destruir os manguezais. Com os resorts, a gente fica pensando: o que é que querem com esses resorts na nossa comunidade? É pegar o homem nativo, que é pescador, para colocar para lavar os carros, para lavar os quartos, lavar roupa, prato, sendo que ele pode sobreviver da própria pesca? Então, esse tipo de turismo não serve pra a gente.”


A deputada federal e ex-ministra dos Povos Indígenas Sonia Guajajara participou do evento e destacou a importância da aliança como um espaço para denunciar o que as comunidades tradicionais enfrentam. Ela citou as consequências do desmatamento, da mineração e a pressão internacional pela exploração das terras raras, minerais estratégicos para a transição energética:


“Se as terras raras são exploradas da mesma forma, sem considerar direitos, sem considerar salvaguardas, sem considerar a consulta livre, prévia, informada, as consequências não serão diferentes do que é a exploração do petróleo para os nossos povos. Então, nós temos que pensar, sim, uma transição energética, mas uma transição energética justa, que considere os modos de vida e que respeite os direitos humanos de todas as pessoas.”


Mata Atlântica

A mata atlântica cobria 15% do território brasileiro, ao longo de 17 estados, no início da colonização portuguesa. Hoje, resta pouco mais de 12% da vegetação original do bioma. Ainda assim, é o habitat de 20 mil espécies de plantas e de mais de duas mil espécies de animais.

*Com colaboração de Elaine Patrícia Cruz
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<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:07:23 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>SP, povos, comunidades, lançam, aliança, Defesa, Mata, Atlântica</media:keywords>
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<title>MapBiomas: desmatamento no Brasil cai mais de 20%</title>
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<description><![CDATA[ O desmatamento no Brasil caiu mais de 20% em 2025 e, pela primeira vez, ficou abaixo de 1 milhão de hectares desde 2019, de acordo com o relatório anual produzido pelo MapBiomas.

Os dados divulgados, nesta quarta-feira (27), informam que o país perdeu 984 mil hectares de vegetação nativa ano passado. Isso seria cerca de oito vezes o tamanho da capital do Rio de Janeiro. São três anos de queda.

Apesar da redução do desmatamento em todos os biomas, os números ainda preocupam. A média da área derrubada por dia foi de 2.698 hectares, mais ou menos 17 parques do Ibirapuera, maior parque urbano da cidade de São Paulo.

Quase todo o desmatamento no país, 99%, foi causado pela expansão da agropecuária no ano passado, segundo o levantamento.

A coordenadora técnica da Mata Atlântica no MapBiomas, Natalia Crusco, explicou que a União Europeia não aceita produtos de áreas desmatadas a partir de 31 de dezembro de 2020. Isso pode fazer com que milhares de produtores brasileiros sejam barrados.


&quot;Para esse filtro, a gente tem 7 milhões de hectares desmatados após essa data e que pode restringir cerca de 264 mil imóveis rurais que registraram desmatamento nesse período. Então é quase 3% de todos os 8,2 milhões de imóveis cadastrados no SICAR.&quot;


O Pantanal teve a maior redução proporcional do desmatamento, caindo quase pela metade. Já Amazônia e Cerrado foram os principais alvos dos desmatadores. Mais de 84% da vegetação destruída foi nesses biomas.

Só o Cerrado registrou mais da metade do desmatamento em 2025. Os estados que lideraram foram os quatro do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) mais Mato Grosso. Esses cinco respondem por 63% da área desmatada no Brasil.
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<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:07:23 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>MapBiomas:, desmatamento, Brasil, cai, mais, 20</media:keywords>
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<title>El Niño leva STF a cobrar plano contra incêndios na Amazônia Legal</title>
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<description><![CDATA[ O governo federal e os estados da Amazônia Legal vão ter que informar ao STF, em 10 dias, como se planejam para combater uma possível alta nos incêndios florestais que pode ser causada pelo fenômeno climático El Niño.

O ministro da corte Flávio Dino tomou a decisão, nesta segunda-feira, após a confirmação que o El Niño deve provocar eventos extremos no país. O fenômeno é causado por um aumento na temperatura das águas no Oceano Pacífico, que modifica as chuvas e a temperatura nas diversas regiões do planeta.

Uma nota técnica conjunta do INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, e do INMET, Instituto Nacional de Meteorologia, confirma uma provável intensidade do El Niño já no segundo semestre deste ano. Assim, é esperado uma estação seca mais prolongada, combinada com temperaturas acima da média e baixo nível de umidade relativa do ar, favorecendo a propagação de incêndios florestais.

Estudos mostram que em 2015, quando o fenômeno El Niño foi de alta intensidade, a incidência de fogo na Amazônia aumentou em 36% em relação ao ano anterior.

Flávio Dino solicitou que os executivos federal e estaduais se manifestem sobre o planejamento que vêm sendo adotado para lidar com um possível aumento dos incêndios florestais.

O ministro é responsável por supervisionar as determinações impostas pelo STF para que o executivo tome as providências necessárias para combater os incêndios florestais. As decisões foram tomadas pela corte durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
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<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:43:58 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Niño, leva, STF, cobrar, plano, contra, incêndios, Amazônia, Legal</media:keywords>
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<title>Pesquisadores desenvolvem fertilizantes menos prejudiciais ao ambiente</title>
<link>https://www.jornalavozdearaxa.com.br/pesquisadores-desenvolvem-fertilizantes-menos-prejudiciais-ao-ambiente</link>
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<description><![CDATA[ Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão desenvolvendo fertilizantes orgânicos mais sustentáveis e menos prejudiciais ao meio ambiente. O estudo, realizado pelo grupo de pesquisa em solo e águas subterrâneas, busca reduzir o lançamento de gases de efeito estufa na atmosfera. O setor agrícola está entre os principais emissores desses gases por espalhar o óxido nitroso, que é 300 vezes mais prejudicial à atmosfera se comparado com o gás carbônico.

Os fertilizantes desenvolvidos pelo grupo de pesquisa são feitos a partir de resíduos da pecuária leiteira, da agroindústria da cana de açúcar e olivicultura. O professor do Departamento de Engenharia Sanitária Ambiental da UFMG, Vitor Moreira, explicou o motivo do desenvolvimento desse adubo. 


“Geralmente os setores agroindustriais têm efluentes líquidos, então resíduos que são líquidos, que são gerados, e resíduos que são sólidos. E a gente tem uma ideia de evitar descartar esses resíduos, jogar fora de uma maneira inadequada que vai ter um impacto ambiental. E nessa linha, quando a gente olhou para esses resíduos e a gente caracterizou, para alguns setores, para algumas indústrias, esses resíduos apresentavam um alto teor de nutrientes. Então nossa ideia é, que não transformar esses resíduos em fertilizantes?”


Vitor Moreira afirma que o fertilizante já apresentou resultados positivos em plantas e no solo.


“A gente pegou esses materiais que foram sintetizados e testou em diferentes culturas. Como alface, a gente testa hoje com oliveiras, a gente já testou com plantas que são utilizadas para a produção de alimentação animal, do gado”. E a gente observou o maior crescimento das plantas, uma maior umidade no solo, e a gente conseguiu monitorar até mesmo o desenvolvimento dos microorganismos ali no solo. Idealmente, a gente quer que esses microorganismos sejam diversos, mais diversificado possível”.


Agora, os pesquisadores buscam financiamento junto a empresas e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais para iniciar a fase de testes de uso do produto em lavouras e culturas. 

Pelo cronograma, o fertilizante vai passar por esse período de avaliação e, depois dessa etapa, poderá ser feito em escala industrial e vendido comercialmente. Esse processo pode levar a cerca de 36 meses. 

*Com produção de Salete Sobreira e supervisão de Roberta Lopes.

 
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:33:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Pesquisadores, desenvolvem, fertilizantes, menos, prejudiciais, ambiente</media:keywords>
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<title>Fim de semana será marcado por temporais em áreas do Sul e do Sudeste</title>
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<description><![CDATA[ O fim de semana será marcado por temporais em áreas do Sul e do Sudeste do país, principalmente em São Paulo e no litoral de Santa Catarina. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), neste sábado (23) há ainda previsão de chuva intensa no sul da Bahia e na Região Norte.

Para o domingo (24), pancadas de chuva são esperadas em todo o litoral paulista e região de Itapetinga, São Paulo, e chuvas isoladas no sul de Minas, com muitas nuvens no restante do Sudeste.

A meteorologista Suellen Araújo, do Inmet, ressalta que foi emitido alerta laranja para chuvas intensas durante o final de semana em São Paulo, com possibilidade de granizo no interior do estado.

“Há previsão de pancadas de chuva durante o final de semana, podendo ter trovoadas isoladas e chance de granizo pontual no interior do estado, próximo à divisa com o Paraná. Devido a essas condições, o Inmet emitiu avisos de chuva intensa e de tempestade que abrangem o estado de São Paulo”. 

Na segunda-feira (25), a formação de um ciclone vai provocar temporais em toda a região Sul, especialmente no noroeste do Rio Grande do Sul, com possibilidade de queda de granizo. No Sudeste, a previsão é de pancadas no sul e oeste de São Paulo, chuvas isoladas no Vale do Paraíba, Rio de Janeiro, Espírito Santo e parte leste de Minas Gerais.

No Centro-Oeste, a chuva atinge o centro-sul do Mato Grosso do Sul e o noroeste do Mato Grosso. No Nordeste, previsão de chuvas fracas e isoladas em todo o litoral, com mais intensidade no Recôncavo Baiano e noroeste do Maranhão. No Norte, as chuvas se espalham por todo o Amazonas e continuam no Pará, Roraima e Amapá. 
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<pubDate>Sun, 24 May 2026 11:20:31 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Fim, semana, será, marcado, por, temporais, áreas, Sul, Sudeste</media:keywords>
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<title>Justiça manda demolir muro de 570 metros no Pontal de Maracaípe (PE)</title>
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<description><![CDATA[ Uma disputa ambiental que se arrasta há anos pode ter chegado ao capítulo final esta semana. A Justiça Federal em Pernambuco determinou a demolição completa do muro construído entre o Pontal da Praia de Maracaípe, em Ipojuca, e um terreno privado, no litoral sul do estado. Ainda cabe recurso da decisão. 

A estrutura, erguida em 2022 com a justificativa de conter a erosão marítima, tem cerca de 570 metros de extensão e foi feita com troncos de coqueiro.

A decisão da 35ª Vara Federal de Pernambuco atende a um pedido da Advocacia-Geral da União, que aponta que o muro restringe a circulação das pessoas, dificulta o acesso ao manguezal e prejudica a desova de tartarugas marinhas na região.

Segundo a Justiça, o proprietário do terreno tem até o fim deste mês para demolir toda a estrutura e dar destinação ambiental adequada aos resíduos. Caso o prazo não seja cumprido, o Ibama e a Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco poderão fazer a remoção diretamente, com cobrança posterior dos custos.

O muro separa a praia de um resort e chegou a ser autorizado, há 4 anos, pela própria Agência Estadual de Meio Ambiente, com base na alegação de erosão marinha no estuário do Rio Maracaípe. Mas uma vistoria do Ibama descartou a erosão e apontou graves danos ambientais causados pela construção.

Em 2023, o próprio órgão estadual cancelou a autorização, alegando que a obra ultrapassava em mais de 50% o tamanho permitido. A estrutura chegou a ser demolida, mas foi reconstruída no mesmo dia, após decisão da Justiça estadual favorável ao proprietário.

Em 2024, o Ministério Público Federal entrou com ação civil pública contra o responsável pelo terreno, representando a União, o Ibama e a agência ambiental pernambucana. Durante o processo, uma perícia judicial apontou várias irregularidades. Entre elas, o fato de a barreira ter sido construída em área de praia, sobre terreno da Marinha, pertencente à União, e totalmente inserida em área de preservação ambiental, com rio, restinga e manguezal.

Segundo o Ibama, 136 metros da área bloqueada correspondem a local de desova de tartarugas marinhas. O órgão também alerta que os troncos foram fixados com sacos de ráfia cheios de areia, o que provoca liberação gradual de fragmentos plásticos, com risco de asfixia, emaranhamento e bloqueio intestinal para tartarugas e outros animais, além de prejuízos às raízes dos manguezais.

Além destas constatações, o Ministério Público Federal e o Ministério Público de Pernambuco também apontam omissões no estudo e no relatório de impacto ambiental do empreendimento imobiliário, principalmente em relação aos cavalos-marinhos e a outras espécies da fauna local.

Os órgãos afirmam ainda que a área prevista para o resort não poderia ser considerada livre de reprodução regular de tartarugas marinhas e defendem a realização de consultas às comunidades tradicionais da região.

* Com produção de Luciene Cruz.
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<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:04:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Viva Maria alerta para perda do habitat das abelhas em Belterra (PA)</title>
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<description><![CDATA[ No Dia Mundial das Abelhas, Viva Maria conversa com João do Mel, conhecido pela atuação na meliponicultura e na defesa da preservação ambiental.

João do Mel vive em uma área cercada por lavouras de soja e relata mudanças ambientais observadas ao longo das últimas duas décadas. Segundo ele, a produção de mel caiu drasticamente após a expansão agrícola em Belterra, no Pará.

“Há 20 anos, uma abelha produzia de seis a sete quilos de mel. Hoje não produz meio quilo. O veneno atinge o pasto baixo e o pasto alto. Vem pelo vento e pela chuva”, afirma.

Além dos agrotóxicos utilizados nas plantações, o desmatamento e as queimadas são fatores que contribuem para a perda de habitat das abelhas e de outros polinizadores.

João do Mel destaca a importância das abelhas com e sem ferrão, além dos polinizadores solitários, para a manutenção da biodiversidade e da produção agrícola. Segundo ele, muitas espécies desempenham funções específicas na polinização de flores e culturas alimentares.

O criador afirma que chegou a manter mais de mil caixas de abelhas e que parte da produção era reservada para alimentar as colmeias durante o período de inverno.

Confira o programa no player.
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<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:04:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Operação Ágatha neutraliza 60 dragas de garimpo ilegal na Amazônia</title>
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<description><![CDATA[ Operação Ágatha 2026 foi concluída com mais de 60 dragas de garimpo ilegal neutralizadas na Amazônia. Balanço final da ação foi apresentado em Manaus pelo Comando Conjunto Árpia. A operação ocorreu entre os dias 6 de abril e 13 de maio, reunindo militares das Forças Armadas e agentes de órgãos de segurança e fiscalização ambiental.

As ações tiveram como foco o combate ao garimpo ilegal, crimes ambientais e atividades criminosas em áreas de fronteira e regiões ribeirinhas da Amazônia. Segundo o Comando Conjunto Árpia, além das dragas destruídas ou inutilizadas, foram apreendidos combustíveis, motores, armamento, munições e outros equipamentos usados pelos garimpeiros ilegais.

As equipes também realizaram inspeções fluviais e patrulhamento em áreas consideradas estratégicas. As autoridades destacam que a operação teve impacto direto na redução dos danos ambientais causados pela atividade clandestina, especialmente pela contaminação dos rios e pelo desmatamento provocado pelo garimpo ilegal.

A Operação Ágatha faz parte das ações permanentes de proteção das fronteiras e de combate aos crimes transnacionais na região amazônica.
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<pubDate>Sat, 16 May 2026 10:46:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Operação, Ágatha, neutraliza, dragas, garimpo, ilegal, Amazônia</media:keywords>
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<title>ONU realiza Fórum sobre Florestas em Nova Iorque</title>
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<description><![CDATA[ A ONU realiza um Fórum sobre Florestas em Nova Iorque. A ideia é propor mudanças no marco internacional de sustentabilidade e conservação. A comitiva brasileira levou uma série de propostas para esse Fórum, que acontece até esta sexta-feira (15), na sede das Nações Unidas.

A ONU tenta um consenso sobre uma resolução com definições mais claras de meios de implementação para atingir as metas já definidas para 2030. Uma das principais apostas brasileiras nesse debate é o Fundo Florestas Tropicais para Sempre, TFFF, na sigla, em inglês.

Segundo o diretor do Serviço Florestal Brasileiro, Garo Batmanian, a ideia é inverter a lógica da conservação. Em vez de focar no combate ao desmatamento, o fundo pretende atrair financiamento internacional para manter a floresta de pé. Os países com baixas taxas de desmatamento devem ser recompensados, defendeu o diretor brasileiro.

&quot;O compromisso de restaurar 12 milhões de hectares foi assumido em 2015. Não é um compromisso do governo. É um compromisso do Estado brasileiro. A meta de diminuir o desmatamento até acabar com o desmatamento 2030 não é uma meta do governo. São programas de Estado, são compromissos que a gente assumiu com convenções internacionais. E se a gente continuar a receber e tiver recursos novos vindo, não vejo motivos para terminar um programa&quot;.

Ainda durante o Fórum, o Brasil participou já de uma reunião sobre a reversão da perda de cobertura florestal e o aumento de áreas protegidas. Além do Fundo Florestas Tropicais para Sempre, o representante brasileiro mencionou a &quot;Chamada para Ação&quot;: que é a gestão integrada contra incêndios, iniciativa endossada por 71 países e organizações; além do &quot;Combate ao Racismo Ambiental&quot;, já que o desmatamento impacta populações com desigualdades sociais, econômicas e étnico-raciais. O representante brasileiro também apoiou o roteiro da presidência da COP30, para interromper e reverter o desmatamento e a degradação.

O diretor do Serviço Florestal Brasileiro citou também o &quot;Programa Bolsa Verde&quot;. Cerca de 67 mil famílias brasileiras recebem para manter a floresta preservada, o que gera lucro para empresas e comunidades, sem derrubar árvores. O manejo florestal nessas áreas é de baixo impacto e permite a extração controlada, por exemplo, de açaí, castanha, cacau e óleos. No ano passado, o Brasil aumentou em mais de um terço a área de manejo concedida.

Essas são algumas das propostas do Brasil no Fórum sobre Florestas da ONU.
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<pubDate>Fri, 15 May 2026 11:25:36 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>ONU, realiza, Fórum, sobre, Florestas, Nova, Iorque</media:keywords>
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<title>MapBiomas: fragmentação de áreas naturais quase triplicou em 40 anos</title>
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<description><![CDATA[ A fragmentação de áreas naturais aumentou quase três vezes no Brasil em 40 anos, colocando em risco espécies vegetais e animais, de acordo com levantamento inédito do MapBiomas divulgado nesta quarta-feira. Fragmentação é o processo em que o desmatamento divide áreas de vegetação nativa em trechos menores e isolados. Isso acontece por causa da expansão agropecuária, da urbanização ou da abertura de estradas, por exemplo. São como pequenas ilhas de vegetação em meio a plantações e cidades.

Em 1986, o país tinha 2,7 milhões de ilhas como essas, número que subiu para 7,1 milhões em 2023. E trechos cada vez menores também. Uma área fragmentada está mais vulnerável à degradação e ao desaparecimento de espécies, explica o pesquisador e coordenador do módulo de degradação do MapBiomas, Dhemerson Conciani:


&quot;Por exemplo, a área de borda, né, a deriva de agrotóxico, a suscetibilidade ao fogo e também entra uma questão que é o isolamento dos fragmentos. Quanto mais fragmentada uma área está, maior vai ser a distância entre esses fragmentos, o que vai dificultar a colonização, o compartilhamento de diversidade genética entre esses diferentes fragmentos. Então maior é o risco de extinções locais&quot;, fala.


O Pantanal e a Amazônia foram os biomas com maior aumento da fragmentação, mas Cerrado e Mata Atlântica ainda são os mais fracionados. Só que a Mata Atlântica viu um evento diferente: parte dos fragmentos que surgiram são áreas de recuperação, diz Dhemerson:


&quot;Na Mata Atlântica, eh, a gente estima que cerca de 18,5% da vegetação nativa da Mata Atlântica ela é secundária, né, ela se deve a esse recrescimento da vegetação nativa&quot;, aponta.


A reversão do processo depende de duas frentes, afirma o pesquisador. Uma é de políticas públicas para barrar o desmatamento e a outra é a restauração e criação de corredores verdes para conectar as áreas fragmentadas.

*Matéria atualizada às 12h50 para correção de informação.
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<pubDate>Thu, 14 May 2026 10:36:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>MapBiomas:, fragmentação, áreas, naturais, quase, triplicou, anos</media:keywords>
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<title>MapBiomas: fragmentação de áreas naturais triplicou em 40 anos no país</title>
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<description><![CDATA[ A fragmentação de áreas naturais aumentou mais de três vezes no Brasil em 40 anos, colocando em risco espécies vegetais e animais, de acordo com levantamento inédito do MapBiomas divulgado nesta quarta-feira. Fragmentação é o processo em que o desmatamento divide áreas de vegetação nativa em trechos menores e isolados. Isso acontece por causa da expansão agropecuária, da urbanização ou da abertura de estradas, por exemplo. São como pequenas ilhas de vegetação em meio a plantações e cidades.

Em 1986, o país tinha 2,7 milhões de ilhas como essas, número que subiu para 7,1 milhões em 2023. E trechos cada vez menores também. Uma área fragmentada está mais vulnerável à degradação e ao desaparecimento de espécies, explica o pesquisador e coordenador do módulo de degradação do MapBiomas, Dhemerson Conciani:


&quot;Por exemplo, a área de borda, né, a deriva de agrotóxico, a suscetibilidade ao fogo e também entra uma questão que é o isolamento dos fragmentos. Quanto mais fragmentada uma área está, maior vai ser a distância entre esses fragmentos, o que vai dificultar a colonização, o compartilhamento de diversidade genética entre esses diferentes fragmentos. Então maior é o risco de extinções locais&quot;, fala.


O Pantanal e a Amazônia foram os biomas com maior aumento da fragmentação, mas Cerrado e Mata Atlântica ainda são os mais fracionados. Só que a Mata Atlântica viu um evento diferente: parte dos fragmentos que surgiram são áreas de recuperação, diz Dhemerson:


&quot;Na Mata Atlântica, eh, a gente estima que cerca de 18,5% da vegetação nativa da Mata Atlântica ela é secundária, né, ela se deve a esse recrescimento da vegetação nativa&quot;, aponta.


A reversão do processo depende de duas frentes, afirma o pesquisador. Uma é de políticas públicas para barrar o desmatamento e a outra é a restauração e criação de corredores verdes para conectar as áreas fragmentadas.
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<pubDate>Wed, 13 May 2026 10:04:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Massa de ar frio baixa temperatura principalmente no centro do país</title>
<link>https://www.jornalavozdearaxa.com.br/massa-de-ar-frio-baixa-temperatura-principalmente-no-centro-do-pais</link>
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<description><![CDATA[ Uma massa de ar frio vai baixar as temperaturas, especialmente no centro do país, onde o tempo segue seco e com grande variação térmica.

As manhãs serão amenas e tardes mais quentes. A meteorologista do Inmet, o Instituto Nacional de Meteorologia, Suellen Araújo disse que não estão previstas chuvas.

Mas, a semana não será inteira assim, Suellen Araújo explicou que as temperaturas podem subir mais para o fim da semana.

O Inmet também emitiu alerta laranja de perigo para áreas do Amazonas, Roraima e Pará até o fim desta segunda-feira.

As chuvas podem acumular 100 milímetros por dia, e os ventos podem chegar a 100 km/h.

No Nordeste, esse mesmo alerta de perigo vale até amanhã, atingindo o litoral de Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Rio Grande do Norte.

Existem ainda alertas amarelos de perigo potencial com riscos menores de estragos.  

Esse alerta vale até amanhã para uma faixa enorme que vai do Norte ao Nordeste, incluindo Ceará e Piauí.

Também há perigo potencial de ventos costeiros até amanhã para o litoral do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. Já no Sul, esse alerta de ventos fortes termina nesta segunda-feira.

A região Sul do Paraná, grande parte da área central de Santa Catarina e o norte do Rio Grande do Sul também têm alerta amarelo para geada na madrugada desta terça-feira. As temperaturas que podem chegar a 3 graus. 
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<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:30:27 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Massa, frio, baixa, temperatura, principalmente, centro, país</media:keywords>
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<title>Rio Grande do Sul está em alerta para chuvas intensas</title>
<link>https://www.jornalavozdearaxa.com.br/rio-grande-do-sul-esta-em-alerta-para-chuvas-intensas</link>
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<description><![CDATA[ A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu alertas nesta quinta-feira para tempestades com chuva intensa, ventos fortes e possibilidade de granizo em várias regiões do estado. As áreas de maior risco são o Oeste, a Campanha, as Missões e o extremo Sul gaúcho.

Segundo o Centro de Monitoramento da Defesa Civil Estadual, o avanço de uma frente fria favorece a formação de temporais entre a tarde de hoje e a madrugada de sexta-feira. As rajadas de vento podem ultrapassar 90 quilômetros por hora, e os acumulados de chuva podem chegar a mais de 90 milímetros.

Também há riscos hidrológicos: o rio Ibirapuitã, por exemplo, está acima da cota de inundação, com possibilidade de piora devido às novas chuvas previstas. Alegrete está entre os municípios em situação de inundação.

Um dos mais afetados até o momento é Santana do Livramento, na fronteira com o Uruguai. A prefeitura suspendeu as aulas na rede municipal e paralisou o atendimento do Centro de Atenção Psicossocial por falta de energia elétrica. O abastecimento de água também pode ser comprometido por quedas de energia nos sistemas de bombeamento.

A Defesa Civil local emitiu alerta de emergência para toda a população, com risco extremo provocado por fios energizados caídos, árvores derrubadas e bloqueio de vias. A orientação é que moradores permaneçam em casa e evitem deslocamentos.

A previsão é de melhora gradual a partir de sábado, embora o Norte, o Nordeste e o Litoral Norte do Rio Grande do Sul ainda possam registrar chuvas fracas a moderadas.

* Com informações da Agência Brasil
  1:43 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:50:29 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Rio, Grande, Sul, está, alerta, para, chuvas, intensas</media:keywords>
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<item>
<title>Inmet emite alerta para 18 estados de frente fria e tempestades</title>
<link>https://www.jornalavozdearaxa.com.br/inmet-emite-alerta-para-18-estados-de-frente-fria-e-tempestades</link>
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<description><![CDATA[ Uma frente fria muda as condições do tempo na maior parte do Brasil ao longo desta semana.

O Inmet emitiu avisos amarelo e laranja para 18 estados.

Na quinta-feira, tempestades, queda de granizo e ventos de até 90 quilômetros por hora atingem o Rio Grande do Sul.

À noite, há previsão de chuva na Grande Porto Alegre e de queda nas temperaturas, com máximas de até 15ºC.

Na sexta-feira e no sábado, o sistema avança por Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Nessas áreas, são esperadas pancadas de chuva, trovoadas e ventos de até 70 quilômetros por hora.

Já no domingo e na segunda-feira, as temperaturas caem em grande parte do país.

No Sul, as máximas variam entre 12°C e 16°C.

O frio avança desde Rondônia e Acre até áreas de Cuiabá e Goiás, passando por Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

O frio intenso permanece no Sul do Brasil, com geada esperada em todos os estados da região, além do sudoeste de Mato Grosso do Sul.
  1:09 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 07 May 2026 10:53:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Eólicas no mar podem inviabilizar pesca artesanal no Ceará, diz estudo</title>
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<description><![CDATA[ Estudo da Universidade Federal do Ceará alerta que projetos de eólicas no mar podem inviabilizar a pesca artesanal em todo o estado. O Ceará é a segunda unidade da federação com maior previsão de empreendimentos eólicos, contando com 16 ações cadastradas.

Se aprovados todos, segundo o estudo, os projetos ocuparão todos os 23 municípios litorâneos do estado, ocupando mais de 10 mil quilômetros quadrados. Os parques eólicos devem ser submetidos ao primeiro leilão nacional até o fim desse semestre.

O projeto poderá entrar em conflito com 30 colônias, sindicatos e associações de pesca do Ceará. Segundo dados divulgados em março de 2026 pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, existem quase 38 mil pescadores cearenses, os quais, em sua grande maioria, são artesanais, valendo-se único e exclusivamente de seu trabalho manual para a atividade pesqueira.

Além dos pescadores tradicionais, comunidades indígenas e quilombolas devem ser afetadas pelos projetos eólicos. As embarcações sofrerão impacto direto na implementação dos parques, pois os pescadores operam jangadas a vela, que dependem de espaço e movimento dos ventos para ir ao mar e voltar à costa.
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<pubDate>Wed, 06 May 2026 10:46:24 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Eólicas, mar, podem, inviabilizar, pesca, artesanal, Ceará, diz, estudo</media:keywords>
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<title>Manifestantes se mobilizam pela proibição do abate de jumentos</title>
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<description><![CDATA[ Um jumento inflável de três metros foi instalado hoje em Salvador, Bahia, como símbolo de uma mobilização pública em defesa da preservação desses animais e pela aprovação do projeto de lei que proíbe, de maneira definitiva, o abate em território nacional. O PL 2387/2022 está em tramitação na Câmara desde 2022, mas nunca foi levado à pauta para votação. No dia 13 de abril, a Justiça Federal determinou a suspensão do abate.

O inflável fica hoje e amanhã no Largo do Pelourinho e em frente à Assembleia Legislativa da Bahia nos dias 6 e 7 de maio. A Assembleia receberá, nesta quarta e quinta-feira, o Workshop Internacional Jumentos do Brasil, reunindo especialistas, representantes do poder público e organizações da sociedade civil para discutir o futuro da espécie no país. As inscrições do evento estão disponíveis no site da Universidade Federal da Bahia, no endereço jumentosdobrasil.ufba.br. A ação é uma iniciativa de entidades como a Frente Nacional de Defesa dos Jumentos e o Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.

O Brasil perdeu 94% da população de jumentos entre 1996 e 2024, segundo dados de entidades de defesa animal. Ou seja, neste período, de cada 100 animais existentes na década de 90, restam apenas seis hoje. Segundo pesquisadores, a diminuição está ligada principalmente ao abate dos jumentos para a extração da pele, que é exportada para a China. O país asiático utiliza o colágeno deste bicho para a produção de um produto chamado ejiao, uma substância que, mesmo sem comprovação científica, é utilizada como remédio para retardar o envelhecimento. 
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<pubDate>Tue, 05 May 2026 11:29:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>São Luís recebe evento sobre gestão de recursos hídricos</title>
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<description><![CDATA[ Começa nesta segunda-feira (4) em São Luís, no Maranhão, um dos principais debates sobre gestão de recursos hídricos do país. O 3º Fórum Brasil das Águas reúne, até o próximo dia 8 de maio, no MultiCenter Sebrae, gestores públicos municipais, estaduais e federais; empresas que fazem gestão ou uso de recursos hídricos, ONGs e pesquisadores, entre outros atores da sociedade civil, para discutir sustentabilidade, mudanças climáticas e governança hídrica.

Tendo como tema central &quot;Água, a maior riqueza do Brasil&quot;, o evento é promovido pela Rede Brasil de Organismos de Bacias Hidrográficas, formada por membros representantes de consórcios de municípios, comitês de bacias hidrográficas, associações de usuários, agências de bacia, entre outros órgãos.

Na programação, estão previstos seminários dos comitês de bacias hidrográficas, reuniões de conselhos, grupos gestores, painéis com eixos temáticos e grupos de trabalho, além de atividades paralelas como exposições, lançamento de livros e teatro.

Outro destaque do fórum é o espaço dedicado à troca de experiências exitosas, pioneiras e de inovação em relação à gestão hídrica, praticadas em território nacional, considerando que o Brasil é uma superpotência mundial no que diz respeito a água. O país detém 13,7% da água doce superficial do planeta e possui mais de 10 mil km de zona costeira, estendendo-se por 279 municípios do país.

No site www.forumbrasildasaguas.org é possível realizar inscrição gratuita no evento e conhecer a programação detalhada.
 
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<pubDate>Tue, 05 May 2026 11:29:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Florestas degradadas da Amazônia estão se tornando mais vulneráveis</title>
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<description><![CDATA[ As florestas degradadas da Amazônia estão cada vez mais homogêneas e vulneráveis. Esse é o destaque de um estudo baseado em 20 anos de monitoramento, que mostra que espécies raras e com funções específicas no meio ambiente estão sendo substituídas por espécies menos diversas. O estudo foi realizado por pesquisadores da Yale University, nos Estados Unidos; do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, e da Universidade Estadual de Campinas; e goi publicado no final de abril em uma revista internacional.


&quot;O que nós observamos foi um aumento significativo de espécies generalistas e que ocorrem em áreas de savana e floresta, o que evidencia muito mais uma homogeneização biótica, que é conduzida principalmente pela redução da diversidade de espécies, do que uma savanização propriamente dita&quot;, aponta.


O estudo também aponta que o interior das florestas degradadas recupera a estrutura após a suspensão das queimadas, mas, nas áreas de borda, em contato direto com pastagens e lavouras, a riqueza de espécies chegou a cair entre 25% até 46%. Leandro chama a atenção para o fato de que a vegetação original não retornou, mesmo após 14 anos sem fogo:


&quot;A floresta que renasce, ela é diferente da original, com menor diversidade de espécies e também uma maior vulnerabilidade a um novo evento de fogo, caso ele ocorra, e também elas estão operando desse limiar muito perigoso a eventos severos de seca. Essa alta resiliência florestal não significa que essas florestas tropicais estão bem ou que elas se recuperarão sozinhas&quot;, completa.


A pesquisa destaca ainda a função dos animais para a regeneração. Além de parar as queimadas, antas, macacos e aves também atuam como agentes responsáveis pelo reaparecimento da vegetação &quot;especialista&quot;, com madeira mais densa e vida longa, essenciais para a captura de carbono e para a regulação hídrica.

*Com produção de Luciene Cruz
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<pubDate>Tue, 05 May 2026 11:28:59 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Chuvas levam cidades de Pernambuco e Paraíba a situação de emergência</title>
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<description><![CDATA[ Municípios de Pernambuco e da Paraíba estão em situação de emergência por causa das fortes chuvas do final de semana. O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, se reúne nesta segunda-feira (4) com os governadores dos dois estados para acelerar o apoio às cidades afetadas. 

Em João Pessoa, o ministro e o secretário nacional de Defesa Civil, Wolnei Wolff, se encontraram pela manhã com o governador paraibano Lucas Ribeiro. À tarde, a comitiva do Ministério da Integração segue para Recife, para conversar com a governadora pernambucana Raquel Lyra.

Nesse domingo (3), a Defesa Civil Nacional reconheceu a situação de emergência nos municípios de Timbaúba, em Pernambuco, e Bayeux, na Paraíba. O plano de trabalho aprovado é de um repasse de mais de R$ 1,1 milhão para ações de emergência. 

Equipes da Defesa Civil Nacional permanecem em Pernambuco desde o final de semana. Uma nova equipe foi enviada para a Paraíba. 

Em Pernambuco, 27 cidades decretaram situação de emergência por causa das chuvas. Os impactos mais graves foram em Recife, Olinda, Paulista, São Lourenço da Mata, Goiana, Igarassu e Abreu e Lima. São quase 5 mil desalojados, 2,3 mil desabrigados e 6 mortes por causa de alagamentos, inundações e deslizamentos de terra na região metropolitana e na zona da mata.

Na Paraíba, 13 municípios estão em emergência. São mais de 2,2 mil desalojados, cerca de 700 desabrigados e duas mortes. 

O Inmet mantém aviso de perigo laranja, válido até à noite desta terça-feira (5), por causa das enchentes em quase 180 cidades, na faixa litorânea que vai do Rio Grande do Norte até Alagoas.
 
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<pubDate>Tue, 05 May 2026 11:28:59 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Pesquisa do IBGE reclassifica áreas elevadas da Paraíba como montanhas</title>
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<description><![CDATA[ Áreas elevadas da Paraíba agora passam a ser consideradas montanhas. A mudança é resultado de uma pesquisa coordenada pelo IBGE e que adota novos critérios científicos para definir esse tipo de formação. Pela nova regra integrada ao sistema brasileiro de classificação de relevo, montanhas são áreas com pelo menos 300 m de desnível em relação ao entorno.

Com isso, regiões do Estado que antes não recebiam essa denominação passam a integrar esse grupo. Mas o que muda na prática com essa nova classificação?

Para o geógrafo Saulo Roberto Vidal, o sistema brasileiro de classificação de relevo impacta diretamente a educação e a preservação dos patrimônios naturais do estado.


“Hoje, no ensino básico, é ensinado que só existem montanhas em áreas de dobramentos modernos, que são aquelas áreas andinas, Himalaias, Alpes, montanhas rochosas. A partir de hoje, vai ser abordado que nós temos elevações que atendem a um novo conceito, de montanha. A Serra de Teixeira é uma área conhecida como Parque Nacional, onde tá o Pico do Jabre, o ponto mais alto do estado. Com esse reconhecimento, a gente dá um passo, né, para a compreensão de uma gestão mais voltada à preservação dessas áreas”, explica.


Além da Paraíba, o sistema brasileiro de classificação de relevo indica que outros 13 estados possuem montanhas. Na Paraíba, o destaque fica para o Pico do Jabre, com 1.208 m de altura.
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<pubDate>Sat, 02 May 2026 11:47:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Rio Grande do Norte cria nova unidade de conservação da Caatinga</title>
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<description><![CDATA[ O Rio Grande do Norte criou nesta semana, quando foi celebrado o Dia Nacional da Caatinga, no dia 28 de abril, a maior unidade de conservação do bioma do estado. O Refúgio Serra das Araras abrange uma área de 12 mil hectares e passa pelos municípios de Cerro Corá, São Tomé e Currais Novos, região de grande biodiversidade do Seridó.

Quando uma Unidade de Conservação de Proteção Integral está na categoria de &quot;refúgio&quot;, a região é local de proteção de ambientes naturais essenciais para a reprodução e existência de espécies de plantas e animais. Nesse caso, fica permitido o uso indireto dos recursos, como pesquisa científica e educação ambiental, desde que autorizados e previstos no plano de manejo.

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, destaca a iniciativa.


&quot;[Estamos] criando mais uma unidade de conservação no Rio Grande do Norte. O que é que significa isso? Significa a gente desenvolver ações para cuidar, zelar e proteger um dos mais importantes biomas que o Brasil tem, que o Nordeste tem, que o Rio Grande do Norte tem, que é exatamente o bioma da Caatinga.&quot;


Segundo o diretor-geral do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente, Werner Farkatt, a criação de mais essa unidade de conservação representa um avanço na política ambiental do estado.


&quot;Escutando a população, escutando a sociedade civil e os grupos empresariais, tivemos que fazer um realinhamento. Mesmo assim, será a maior unidade na Caatinga, que inclusive sobrepõe o Geoparque Seridó, favorecendo a preservação dos geossítios, dos geotopos que estão presentes no Geoparque Seridó, como também toda a fauna e flora, que foi o ápice da consolidação para a criação dessa unidade.&quot;


De acordo com o instituto, o novo Refúgio Serra das Araras também valoriza modos de vida tradicionais e gera emprego e renda com o turismo ecológico, como o Observação de Aves, por exemplo.

* Com produção de Madson Euler.
 
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<pubDate>Fri, 01 May 2026 11:36:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Rio, Grande, Norte, cria, nova, unidade, conservação, Caatinga</media:keywords>
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<title>Galo&#45;de&#45;campina é o animal silvestre mais traficado de Pernambuco</title>
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<description><![CDATA[ A Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco revela que o galo-de-campina é o animal silvestre mais traficado do estado. No ano passado, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu um homem que transportava 400 aves ilegalmente. O galo-de-campina chama a atenção pela sua cabeça vermelha, em contraste com o corpo branco e asas pretas. A ave é típica do Nordeste, comum na Caatinga e em áreas abertas, e famosa pelo seu canto marcante.

O biólogo da CPRH, Yuri Marinho, atua no Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres. Ele informa que pássaros da caatinga tendem a estar entre os mais traficados do país, especialmente por causa do canto.


“Tem três tipos de comércio ilegal, né? Tem o comércio ilegal para pet, assim, por beleza; o comércio ilegal por canto, por animais que têm um canto mais belo; e você vai ter a biopirataria, animais que são traficados para retirar toxinas e essas coisas todas. E aí o galo-de-campina, ele está num nível mais nacional e principalmente pelo canto. Mas ele é uma ave endêmica da caatinga, e aí ela acaba também sendo muito explorada”.


O biólogo destaca ainda como denunciar e quais as consequências de crimes ambientais, como o tráfico de animais silvestres.


“Nós temos os nossos canais, a Ouvidoria da CPRH. Tem a Linha Verde do Ibama E a própria polícia também, pelo 190 você pode denunciar. As multas para a criação ilegal desse animal varia uma média de R$ 500, porque ele não é uma ave ameaçada. Mas se for constatado maus-tratos, aí a multa vai para dez vezes o valor. E a detenção, que é a parte penal, que é de seis meses a um ano”.


A retirada do galo-de-campina do seu habitat natural impacta diretamente a reprodução da espécie. O número de novas aves diminui. Assim, afeta funções essenciais para a natureza, como a dispersão de sementes e o controle de insetos.

 
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<pubDate>Fri, 01 May 2026 11:36:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Desmatamento na Amazônia cai 17% no primeiro trimestre de 2026</title>
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<description><![CDATA[ O primeiro trimestre de 2026 fechou com queda de 17% no desmatamento da Amazônia. Os dados são do Imazon. Entre janeiro e março deste ano, a derrubada da floresta amazônica teve uma redução equivalente a 7.000 campos de futebol.

Essa tendência de queda pode ser percebida a partir de agosto do ano passado, início do período do regime de chuvas na Amazônia. De lá para cá, houve uma redução ainda maior na derrubada da floresta: de 36%. Essa foi a menor área destruída desde 2017.

Segundo a pesquisadora do Imazon, Manuela Ataíde, o destaque positivo fica por conta dos territórios indígenas.


&quot;Um ponto positivo foi o cenário visto nas terras indígenas em março de 2026. Esses territórios, eles seguem sendo os que menos desmatam. Em março de 2026, eles foram responsáveis apenas por 1% de todo o desmatamento na Amazônia Legal.&quot;


Entre os estados que mais desmataram estão Mato Grosso, Roraima e Pará. Roraima, aliás, foi o único estado a aumentar o desmatamento na comparação com o mesmo período de oito meses. Por lá ficam alguns dos municípios com maior área afetada: Caracaraí e Rorainópolis.

Para Manuela Ataíde, do Imazon, a concentração em territórios específicos reforça a necessidade de ações direcionadas de combate ao desmatamento.


&quot;A derrubada passou de 419 km² de janeiro a março de 2025 para 348 km² no mesmo período deste ano. Chamamos a atenção, no entanto, para o aumento pontual em março de 17%. Isso reforça a importância dos governos seguirem com as ações de fiscalização e punição dos desmatadores ilegais nos próximos meses, para que consigamos seguir com a tendência de queda.&quot;


Entre as unidades de conservação, um destaque negativo foi a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu. Sozinha, essa área perdeu o equivalente a mais de 3.000 campos de futebol — ou seja, mais de 95% da área desmatada dentro do município São Félix do Xingu, no Pará, que já é o quinto mais desmatado da Amazônia no período.
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<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 13:08:50 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Plano de transição energética quer atingir a neutralidade de emissões</title>
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<description><![CDATA[ O Brasil possui agora com um Plano Nacional de Transição Energética, chamado de Plante. Lançado nesta quarta-feira pelo Ministério de Minas e Energia, o documento reúne ações para direcionar o governo e a indústria rumo a uma matriz mais sustentável, com baixa emissão de carbono.

Um ponto central da estratégia é que o plano não é estático: ele será revisto a cada quatro anos.

A ideia é que essas revisões permitam ajustes conforme o cenário energético, as incertezas internacionais e a novas tecnologias.

O coordenador-geral de estudos integrados do Ministério, Sérgio Rodrigues Ayrimoraes, explicou que o planejamento será de longo prazo, com ações a serem avaliadas a cada quatro anos..

As projeções mais favoráveis à transição energética no plano apontam que o Brasil pode atingir a neutralidade de emissões líquidas de gases de efeito estufa em 2050.

E a participação das fontes renováveis na matriz energética do país pode chegar a 81% em 2055.

O principal desafio é atender a uma demanda por energia que pode crescer quase quatro vezes até 2055, garantindo que esse aumento venha de fontes limpas.

Outro entrave é o setor de transportes, que hoje consome mais de 7% de todos os derivados de petróleo no país.

Como solução, o Plante propõe caminhos que incluem expandir a oferta de bioenergia em cinco vezes e elevar a produção de biometano, um biocombustível gasoso obtido a partir do processamento do biogás.

E foca ainda no uso de hidrogênio de baixa emissão e em ganhos de eficiência que podem poupar 27% do consumo de energia.

A transição proposta no plano se apoia em três pilares: a segurança energética, incentivo à produção e uso de tecnologias de baixo carbono e justiça energética, climática e social.

A secretária Nacional de Transição Energética e Planejamento do Ministério de Minas Energia, Lorena Perim, destacou que a medida incentiva o uso da energia limpa com acesso de todos.

Plante agora entra em consulta pública para receber sugestões da sociedade por meio do site Ministério de Minas e Energia: gov.br/mme

Após essa fase, o texto precisa ser aprovado pelo Conselho Nacional de Política Energética para entrar em vigor definitivamente.
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<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 13:08:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Plano, transição, energética, quer, atingir, neutralidade, emissões</media:keywords>
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<title>Mundo reduz em mais de um terço perda de florestas tropicais</title>
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<description><![CDATA[ Após recorde em 2024, o mundo reduziu em mais de um terço a perda de florestas tropicais no ano passado. O estudo é da Universidade norte-americana de Maryland e foi divulgado nesta quarta-feira (29).

Grande parte da queda veio do Brasil, que teve uma redução de 42% na perda florestal primária em relação ao ano anterior.

A redução foi observada na maioria dos biomas brasileiros, principalmente no Pantanal. A exceção foi a Caatinga, que registrou um aumentou de 9%.

De acordo com os pesquisadores, o Brasil mostra que &quot;proteger florestas é possível por meio de políticas públicas&quot;.

O estudo cita o relançamento do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento, política que coordena ações em 19 agências federais.

Por outro lado, teve também aumento nos autos de infração em 81%, e as multas, em 63%, entre 2023 a 2025, na comparação com os três anos anteriores.

No entanto, o Brasil ainda foi o país com maior área de perda, já que tem a maior floresta do planeta.

De acordo com o estudo, o agronegócio é apontado como o maior fator da perda florestal no Brasil: 73% em mais de duas décadas. Grande parte por causa da soja e do gado.

Outros países, como Colômbia, Indonésia e Malásia, também registraram queda de perda florestal em 2025. A perda permaneceu alta na Bolívia e na República Democrática do Congo.

Ao todo, o mundo perdeu 4,3 milhões de hectares de floresta tropical primária, ano passado. Uma área que equivale a mais de 11 campos de futebol por minuto. A perda ainda é 46% maior que uma década atrás.

E, assim como no Brasil, a expansão agrícola é a principal causa de perda de cobertura florestal no mundo.

Nos últimos três anos, há o agravante dos incêndios, que queimaram mais que o dobro que duas décadas atrás.

Todos os dados estão disponíveis no Observatório Global de Florestas, no site, com nome em inglês: globalnaturewatch.org
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<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 13:08:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Estudo mostra o impacto das jaqueiras na Mata Atlântica</title>
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<description><![CDATA[ Você sabia que as jaqueiras podem alterar o solo e prejudicar a fauna do local que habitam? Pois é o que descobriram os cientistas do Departamento de Ecologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ao estudar a Reserva Biológica de Duas Bocas, no Espírito Santo.

Publicado na revista internacional Biological Invasion e financiado pela Faperj (Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado), o estudo constatou que as jaqueiras mudam a estrutura do chão da floresta, ao reduzir a quantidade de recursos essenciais do solo e simplificar o habitat.

Segundo os pesquisadores, áreas dominadas pelas jaqueiras possuem uma camada mais rasa de folhas e menor presença de insetos e outros invertebrados, que são a base da cadeia alimentar. A líder do estudo, Juliane Ribeiro, explica que as jaqueiras não deveriam existir naturalmente na Mata Atlântica:


&quot;Apesar de ser muito comum no Brasil, a jaqueira não é uma espécie nativa. Ela é uma espécie exótica invasora. Foi introduzida há séculos atrás e hoje se espalhou por várias áreas de floresta, inclusive dentro de unidades de conservação. E a jaqueira tem algumas características que ajudam ela a dominar esses ambientes: ela produz muitos frutos, o que facilita a dispersão, e também libera substâncias químicas no solo, um processo que a gente chama de alelopatia, o que pode dificultar o crescimento de outras plantas ali.&quot;


O estudo também identificou como a presença das jaqueiras afeta algumas populações de sapos da região. Os resultados mostram que os efeitos, sejam diretos ou indiretos, não são sentidos de forma igual para todas, sendo as espécies generalistas as mais resistentes às mudanças. Juliane Ribeiro afirma que os resultados foram comprovados até mesmo em outros estudos:


&quot;E esse padrão não aparece só nos sapos. Em 2020, nós também fizemos um estudo com pequenos mamíferos na mesma área e vimos um resultado muito semelhante. Algumas espécies são favorecidas, enquanto outras diminuem em áreas que têm muita jaqueira. Ou seja, a jaqueira não afeta apenas um grupo, ela pode reorganizar toda a comunidade de animais.&quot;


Funcionando como um tipo de filtro ecológico, a jaqueira pode tornar a floresta menos diversa e potencialmente menos resistente às mudanças futuras. A pesquisadora explica que identificar os efeitos da invasão das jaqueiras é fundamental para o manejo ambiental:


&quot;Mostra que as ações de controle precisam considerar esses efeitos mais amplos, inclusive sobre os animais. E também tem um papel importante da sociedade nisso. A jaqueira foi espalhada ao longo do tempo, principalmente por ação humana. Então, evitar plantar espécies exóticas em áreas naturais e não descartar sementes ou restos das frutas na floresta são atitudes simples que ajudam a reduzir a dispersão.&quot;


Segundo os cientistas, a remoção contínua das espécies invasoras deve ser acompanhada por ações de restauração, como a recuperação da serrapilheira e da vegetação nativa do sub-bosque.

*Sob supervisão de Fábio Cardoso
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<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 10:45:36 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Viva Maria discute o papel do jornalismo na preservação ambiental</title>
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<description><![CDATA[ O Viva Maria marca o encerramento da participação no 25º Encontro Nacional de Ensino de Jornalismo (ENJOR 2026), realizado na Universidade de Brasília (UnB). A apresentadora Mara Régia destaca a importância de debater a crise climática sob a ótica do ensino de jornalismo, integrando as lições aprendidas com a audiência do programa, desde pesquisadores até lideranças rurais e povos originários, que usam o microfone para denunciar queimadas e o desmatamento.

A entrevistada desta edição foi Patrícia Blanco, presidente do Instituto Palavra Aberta, organização que defende a liberdade de expressão, liberdade de imprensa e educação midiática no Brasil. Ela é especialista em comunicação e lidera o programa EducaMídia e atua no combate à desinformação.

Patrícia analisou o desafio de cobrir a emergência climática em um cenário de desinformação. Ela apontou um paradoxo: embora os veículos de comunicação tenham ampliado o espaço para o tema, o engajamento do público permanece baixo. Ela defendeu que o clima deve ser tratado com a mesma urgência que áreas como saúde e educação, sendo abordado de forma transversal para evidenciar seus impactos sociais e econômicos, especialmente nas populações mais vulnerabilizadas.

Patrícia ressaltou que a imprensa deve cumprir um papel pedagógico, ajudando o cidadão a desenvolver um pensamento crítico para compreender as causas estruturais que levaram o planeta ao estado atual de emergência.

O programa termina com uma reflexão sobre o protagonismo feminino na preservação ambiental, associando a figura da mulher ao cuidado essencial necessário para gerar uma nova mentalidade.

 
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<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 10:55:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Viva Maria conversa com especialista sobre o fogo e o cerrado</title>
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<description><![CDATA[ 
                    
				Sob os ecos da conferência de abertura que marcou o primeiro dia do 25º Encontro Nacional de Ensino de Jornalismo, o ENEjor 2026 - o Viva Maria leva até vocês a entrevista com a palestrante Isabel Schimidt. Ela é bióloga e professora de ecologia da UnB sobre a temática que inspira o tema central do evento: “Crises Contemporâneas, Crise Climática e o Ensino de Jornalismo&quot; que nem sempre consegue vencer a corrida contra as notícias falsas.

Para Isabel Schimidt, que na Rede Biota Cerrado é coordenadora de um projeto associado a velocidade das redes sociais se assemelha muito ao fogo no cerrado. A propósito, a professora Isabel pautou grande parte de sua aula magna na importância do fogo desde os tempos mais remotos.
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<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 15:20:57 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>El Niño pode trazer chuvas para o Sul e seca para Norte e Nordeste</title>
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<description><![CDATA[ O fenômeno El Niño, de aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico, deve começar entre os meses de maio e julho, se consolidando com mais força - 80% de probabilidade - na segunda metade do ano.  Essa a conclusão do Centro de Previsão Climática norte-americano.

A intensidade do fenômeno ainda apresenta margens de incerteza, mas 60% dos modelos climáticos apontam uma variação de até 1.5°C, considerado entre moderado a forte. A probabilidade de um El Niño &quot;muito forte&quot; é 25%, com variação de temperatura acima de 2°C. A previsão sobre a intensidade do fenômeno é importante, porque aumenta a probabilidade de eventos extremos.

De acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, na região Sul do Brasil, há risco elevado de chuvas acima da média, o que pode resultar em deslizamentos de terra em áreas como o Vale do Itajaí e as regiões metropolitanas de Curitiba e Porto Alegre.

Nas regiões Norte e Nordeste, a tendência é de menos chuva,  o atraso das cheias na floresta Amazônica e a gestão de barragens no interior nordestino. No Centro-Oeste e Sudeste, a previsão é aumentar as ondas de calor e diminuir a umidade relativa do ar.

O fenômeno El Niño deve começar quando o Brasil já estiver em período de maior seca. De acordo com o Cemaden, o número de municípios em situação de estiagem severa aumentou de 70 para 248, em março.
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<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:48:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Fortes chuvas deixam Belém em estado de emergência</title>
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<description><![CDATA[ A capital do Pará, Belém, está em estado de emergência por causa de uma das mais fortes chuvas dos últimos 10 anos.

Foram mais de 150mm de chuva em menos de 24h. Na região metropolitana, muitas ruas ficaram debaixo d&#039;água. As casas ficaram inundadas e para transitar, só de barco.

A Defesa Civil, com apoio dos bombeiros, foi acionada para coordenar um comitê integrado de atendimento à população atingida. O prefeito Igor Normando se reuniu com as equipes, para discutir um plano de ação e decretar emergência.


“Eu tô assinando agora um decreto de emergência para garantir com que a gente possa ter mais apoio do Governo Federal, da Defesa Civil Estadual, garantindo com que essa força tarefa também possa ser expandida para o Estado e para o Governo Federal. Nós precisamos agora da ajuda de todos. Como eu disse, foi a maior chuva dos últimos 10 anos, choveu 100 mm em apenas 6 horas”.


As ações de ajuda incluíram reforço nos abrigos, atendimento às famílias, desentupimento de canais e bueiros, além da intervenção em pontos de alagamento. Também foi criado um local para recebimento de doações, na Aldeia Amazônica - David Miguel.  Os moradores estão precisando de tudo:  colchões, itens de higiene pessoal, cestas básicas, roupas e alimentos não perecíveis.

O Ministério Público Federal requisitou para a Prefeitura de Belém e o Estado do Pará, com urgência, a abertura de escolas e ginásios para acolher os desabrigados, diante da falta de vagas em abrigos. A situação é objeto de uma Ação Pública, movida pela procuradoria contra o município, o Estado e a União.

De acordo com a Meteorologia, não apenas Belém, mas quase mil cidades das Regiões Norte e Nordeste estão sob aviso &quot;laranja&quot; de &quot;perigo&quot;, por causa das chuvas intensas previstas até a noite dessa terça-feira (21). A previsão é que as chuvas cheguem até 100 mm/dia, na faixa que vai do Acre ao Ceará, com risco de corte de energia, alagamentos e raios.
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<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:48:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Chuvas: quase mil cidades do NO e NE estão sob aviso laranja de perigo</title>
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<description><![CDATA[ A prefeitura de Belém do Pará anunciou nesta segunda-feira a distribuição de cestas básicas e kits de dormitório, limpeza e higiene bucal em Pratinha e Tapanã.

Os dois bairros são os mais atingidos pelos alagamentos provocados pelas fortes chuvas dos últimos dois dias na capital paraense.

A prefeitura criou também um Comitê de Monitoramento que vai coordenar as ações para garantir assistência social e saúde às famílias.

Segundo a prefeitura, 42 mil pessoas foram afetadas pelos temporais, e o trabalho técnico de levantamento dos danos está em andamento.

Equipes da Defesa Civil Municipal estão fazendo o cadastramento das famílias atingidas a emissão de laudos.

Os documentos são essenciais para viabilizar o acesso a recursos estaduais e federais por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres.

Nesta segunda também, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional anunciou o envio de técnicos Defesa Civil Nacional para Belém do Pará.

Eles vão ajudar a defesa civil da capital paraense nos processos pós-desastre.

A pasta informou ainda que aguarda a solicitação da prefeitura para decretar, em nível federal, a situação de emergência.  

Após esse reconhecimento, a cidade poderá solicitar recursos ao Governo Federal para ações de defesa civil, como assistência humanitária e restabelecimento.  

De acordo com o Inmet, o Instituto Nacional de Meteorologia, não apenas Belém, mas quase mil cidades das Regiões Norte e Nordeste estão sob aviso laranja de &quot;perigo.

As chuvas intensas previstas até a noite de terça-feira vão do Acre ao Ceará, chegando 100 mm/dia, com risco de corte de energia, alagamentos e descargas elétricas.
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<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:48:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Chuvas em Sorocaba afetam 600 famílias</title>
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<description><![CDATA[ As chuvas fortes na região de Sorocaba, no interior de São Paulo, neste fim de semana, impactaram mais de 600 famílias. De acordo com a Defesa Civil do Estado de São Paulo, a cidade de Sorocaba registrou 44 milímetros de precipitação e a chuva forte, acompanhada de vento e granizo, causou queda de árvores, pontos de alagamento e falta de energia elétrica.

As pancadas intensas também atingiram os municípios de Itu e Votorantim. Em Piedade, o acumulado foi de 48 milímetros e houve destelhamento de casas e danos em cerca de 30 moradias. Já em Ibiúna, choveu cerca de 20 milímetros; quase 100 residências foram afetadas e mais de 600 pessoas estão desalojadas.

Segundo a Defesa Civil do Estado de São Paulo, foram distribuídos kits de limpeza e higiene, cestas básicas e outros itens para as necessidades pessoais.

Esta segunda-feira (20) foi de tempo firme na maior parte do estado, com algumas regiões do interior com níveis de umidade relativa do ar abaixo de 30%.

O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta para baixa umidade, variando entre 30% e 20% nas regiões Norte e Oeste do estado. Nos próximos dias, não há previsão de chuvas e as temperaturas seguem em elevação.
 
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<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:48:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Inmet emite alerta vermelho para onda de calor para quatro estados</title>
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<description><![CDATA[ O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu aviso &quot;vermelho&quot;, de &quot;grande perigo&quot;, para uma onda de calor que pode atingir os estados do Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

São 350 cidades em alerta até o fim da tarde do próximo sábado, dia 25.

Segundo o Inmet, o &quot;grande perigo&quot; é porque as temperaturas podem ficar 5 graus acima da média por período maior que cinco dias, o que traz riscos à saúde, como desidratação, agravamento de doenças crônicas, principalmente em crianças e idosos. Por isso, é importante usar roupas leves, beber muita água e alimentação leve.

Junto com esse calorão, ao longo desta semana, Santa Catariana terá chuvas fracas e, no Paraná, o tempo será mais estável e seco. Já o oeste gaúcho pode registrar mais de 100 mm de chuva acumulada, por causa de um sistema de baixa pressão, com temporais, rajadas, raios e granizo.

No Mato Grosso do Sul e em toda Região Centro-Oeste e Sudeste, são esperadas chuvas rápidas e isoladas.

Já a Região Norte continua com os maiores volumes de chuva nesta semana, passando dos 100 mm, principalmente no oeste do Amazonas.

No Nordeste, a chuva também segue intensa no litoral do Maranhão, Piauí e Ceará, até o final de semana.
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<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:48:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>ONU pede fim da degradação do planeta no Dia da Mãe Terra</title>
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<description><![CDATA[ A Organização das Nações Unidas (ONU) alerta: é preciso interromper com urgência a degradação do planeta e recuperar os ecossistemas que garantem a vida na Terra. A mensagem foi divulgada nesta quarta-feira, 22 de abril, Dia Internacional da Mãe Terra.

Segundo a ONU, proteger e restaurar a natureza, além de promover uma transição para uma economia mais sustentável, são caminhos fundamentais para reduzir a pobreza, enfrentar as mudanças climáticas e evitar a extinção em larga escala de plantas e animais.

Em mensagem divulgada pela data, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou que a Mãe Terra sempre foi generosa, mas que a humanidade respondeu com uma “destruição imprudente”.

Guterres destacou que o planeta está dando sinais claros de alerta. Ele defendeu o fim da dependência dos combustíveis fósseis, a proteção da biodiversidade, a recuperação dos ambientes naturais e a promoção da justiça climática. Todos os anos, o mundo perde cerca de 10 milhões de hectares de florestas — uma área maior que a Islândia.

Educação

Para reverter esse cenário, o investimento em educação ambiental tem ganhado força. Cada vez mais escolas adotam práticas que aproximam os alunos da natureza e consolidam a consciência ecológica. Segundo a Unesco, quase 112 mil instituições em 98 países já se transformaram em “escolas verdes”, com padrões que integram a sustentabilidade ao ensino, à gestão e ao diálogo com a comunidade.

No Brasil, um exemplo vem da Escola Ágora, em Cotia, na Grande São Paulo. Localizada em meio à floresta, a instituição usa a natureza como sala de aula, promovendo aprendizado ao ar livre, observação dos ciclos naturais e participação ativa em projetos de reciclagem e monitoramento ambiental.

Neste Dia Internacional da Mãe Terra, a Unesco promove uma conferência global online sobre escolas verdes e reforça a meta de que, até 2030, metade das escolas do mundo adote práticas sustentáveis.
 
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<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:48:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Pesquisa alerta para a gravidade da poluição com bitucas de cigarro</title>
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<description><![CDATA[ Pesquisa feita com base em estudos realizados em 55 países revelou dados alarmantes sobre o descarte de bitucas de cigarro em áreas litorâneas altamente frequentadas e populosas. São quatro trilhões e meio de bitucas descartadas por ano no ambiente e, num ranking estabelecido no período do levantamento entre 2013 e 2024. O Brasil ficou na quarta posição entre os países com os níveis mais altos de contaminação pelas guimbas de cigarro. Só ficamos atrás do Irã, Chile e Tailândia.

Boa Viagem e Porto de Galinhas, em Pernambuco, e Perequê e Santa Cruz dos Navegantes, no Guarujá, em São Paulo, são as praias brasileiras mais contaminadas. 

Responsável pelo estudo, o engenheiro ambiental Victor Vasques Ribeiro, doutorando do Instituto do Mar da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), destaca que os contaminantes químicos presentes na bituca espalham-se rapidamente, ainda mais quando em contato com a água do mar. Em poucas semanas, segundo ele, esse material tóxico é liberado no meio ambiente, podendo ser letal para várias espécies aquáticas. 

O pesquisador enfatizou ainda que os cigarros contêm mais de sete mil compostos químicos, dos quais ao menos 150 são tóxicos, e que o miolo do filtro permanece por um tempo enorme no ambiente, fragmentando-se em microplásticos que contaminam organismos marinhos, pondo em risco a saúde dos consumidores desses produtos. 

Para Ribeiro, o Brasil estar entre os países com praias altamente contaminadas não foi surpresa, já que o consumo de cigarros no país, apesar de ter diminuído, ainda é muito alto.


&quot;As campanhas de educação, de educação ambiental, essas iniciativas de limpeza de praia, elas são ótimas. Sempre ajudam, tem que ter mesmo. Mas a gente não pode esquecer que o foco principal é a gente lutar contra a indústria do tabaco. Porque é ela que garante que tenha muita gente fumando, que tenha muita gente com problemas de saúde por causa disso e com o ambiente contaminado por causa disso, enquanto a indústria do tabaco lucra muito”.


O estudo mostra ainda que áreas ambientalmente protegidas, principalmente aquelas com regras mais restritivas, conseguem reduzir a contaminação em até dez vezes quando comparadas a locais sem qualquer tipo de proteção legal. Mesmo assim, nem parques nacionais ou reservas marinhas escapam totalmente do problema, uma vez que as correntes marítimas podem levar para essas localidades lixo descartado muito longe delas, seja em praias ou áreas urbanas.


 
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<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:48:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Manifestantes fazem abraço símbolico na Serra da Moeda, em MG</title>
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<description><![CDATA[ Centenas de pessoas participaram, nesta terça-feira (21), da 19ª edição do Abraço à Serra da Moeda, em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte.

O movimento, criado por ambientalistas e moradores da região, busca conscientizar a população e o poder público sobre a importância da preservação da Serra da Moeda, uma das mais importantes áreas ainda com vegetação nativa na região metropolitana, que também abriga espécies de plantas e animais encontrados somente ali e sítios arqueológicos das primeiras ocupações humanas.

Os manifestantes do movimento se reuniram no local conhecido como Topo do Mundo, no alto da Serra, e fizeram um abraço simbólico. De acordo com Beatriz Vinholo, advogada e presidente da ONG Abraço à Serra da Moeda, o tema deste ano chama a atenção para a preservação dos recursos hídricos.

&quot;[São] Os grandes desafios que a gente enfrenta aqui na Serra da Moeda, por ser uma caixa d&#039;água muito importante para o abastecimento da região metropolitana de Belo Horizonte, das comunidades, dos municípios daqui do entorno. Além disso, a gente tem um conflito com grandes empreendimentos, como mineração, que causa impacto no aquífero subterrâneo; temos também indústria, indústria de refrigerantes, que também tem captação de água na Serra da Moeda; e a gente tem previsão de instalação de um loteamento aqui no entorno da Lagoa dos Ingleses de 200 mil pessoas, com captação de água também na Serra da Moeda, o que vai causar inevitavelmente um impacto hídrico considerável tanto para Brumadinho, que depende diretamente dessa água que vem da Serra da Moeda, quanto para a região metropolitana, porque a Serra da Moeda é um divisor de águas entre a bacia do Paraopeba e Velhas, e portanto tem uma função estratégica no abastecimento de água de Belo Horizonte.&quot;

Passam pela Serra os dois principais sistemas de abastecimento de água da Grande BH: o Rio das Velhas e o Paraopeba. A bacia do Rio Paraopeba, inclusive, ainda sofre os efeitos do rompimento da barragem da Vale em 2019.
 
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<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:48:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Chuvas e ventos intensos colocam algumas regiões do país em alerta</title>
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<description><![CDATA[ O Instituto Nacional de Meteorologia, o Inmet, emitiu alerta laranja — que indica perigo — para diversos pontos da região Norte do Brasil. A previsão é de chuva intensa até a madrugada de domingo, com volumes que podem chegar a 100 milímetros por dia, além de ventos fortes.

As áreas mais afetadas incluem o Vale do Acre, grande parte de Rondônia, Amazonas e Pará, além do Norte do Maranhão. No Amapá, a atuação da Zona de Convergência Intertropical também deve reforçar as instabilidades.

Já no Norte do Amazonas e em Roraima, a chuva será mais fraca, com acumulados abaixo de 10 milímetros. De acordo com a meteorologista Barbara Lewis, o tempo deve permanecer instável durante o Feriado de Tiradentes.


“Pelo menos aí o feriadão ainda vai continuar essa condição para essas áreas norte, aquela costa norte do nordeste e a região sul ainda vai continuar com essa condição, né, mais das outras áreas, né, sudeste, né, o interior ali do nordeste. Parte do Centro-Oeste vai ficar com as condições mais estaveis.”


No Sul do país, a influência de um ciclone extratropical no Uruguai mantém o alerta amarelo, de perigo potencial, para ventos fortes no Sudeste do Rio Grande do Sul, incluindo a região metropolitana de Porto Alegre. As rajadas podem chegar a 60 quilômetros por hora, com possibilidade de chuva isolada. A partir de sábado, o tempo começa a se estabilizar na região, e no domingo a previsão é de tempo firme em todo o estado gaúcho.

No Nordeste, os maiores volumes de chuva devem se concentrar no Maranhão e no Norte do Piauí, podendo alcançar o Ceará. Já o litoral, do Rio Grande do Norte até Salvador, terá pancadas mais fracas.

No Sudeste, o tempo segue estável, com chuvas leves apenas na faixa litorânea. E no Centro-Oeste, a previsão indica chuva mais intensa apenas no Norte de Mato Grosso, enquanto as demais áreas permanecem com tempo seco.

Nas regiões onde há previsão de chuvas intensas, a orientação da meteorologista do Inmet é para que a população acompanhe os alertas do tempo e evite se expor às chuvas.


“Evitar se expor as chuvas, principalmente em condições de descarga elétrica em caso de raio, evitar ficar próximo às áreas de árvores, pontos altos, sempre tentar se manter de grau dentro do preciso. Procurar não andar em áreas alagadas, a gente pensa que às vezes é só uma lâmina d&#039;água, mas você não consegue ver o chão, então andar por áreas alagadas pode ter um buraco, um bueiro que não tá tampado, que foi levado pela chuva.”


Lembrando aos ouvintes que, em situações de risco, a recomendação é acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.
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<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 11:29:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Ministro defende uso de outros mecanismos para proteção ambiental</title>
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<description><![CDATA[ Apesar de nova lei do licenciamento ambiental, é possível utilizar outros mecanismos da legislação para manter a proteção ambiental, avalia o ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco. Ele participou nesta terça-feira (14) do programa Bom Dia Ministro, da EBC. A nova lei do licenciamento começou a vigorar no início de fevereiro deste ano. Ela flexibilizou o controle ambiental, com possibilidades de dispensa de licenças para obras e validando as licenças autodeclaratórias.

Vetos do governo a trechos do projeto foram derrubados no Congresso Nacional; agora, o tema está na justiça. O ministro Capobianco afirmou que a lei está sendo implementada, mas outros instrumentos já existentes podem reduzir o impacto


&quot;A legislação brasileira é muito ampla. Nós temos instrumentos previstos na Constituição, temos na lei complementar 140, que organizou a Constituição em vários aspectos no que diz respeito à relação com estados e municípios, principalmente. É possível, respeitando a lei, mas com outros instrumentos previstos na legislação, você conduzir isso de uma forma, digamos, menos impactante&quot;.


É possível o trabalho em conjunto entre União, Estados e Municípios em favor do meio ambiente, segundo o ministro.


&quot;Por exemplo, você tem uma lei federal. O ente estadual ou municipal pode elaborar uma lei mais rigorosa, mas ele não pode elaborar uma lei menos rigorosa. E assim ao contrário: se o estado do Mato Grosso do Sul, por exemplo — que aliás como aconteceu de fato — elabora uma lei para proteção do Pantanal na sua área territorial, o governo federal não pode aprovar uma lei ou uma norma menos restritiva que o estado já aprovou&quot;.


João Capobianco ainda destacou que o país se preparou para combate a incêndios florestais, enquanto meteorologistas apontam risco do fenômeno El Niño ocorrer este ano.
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<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:16:40 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Temperatura de João Pessoa subiu mais de quatro graus em nove anos</title>
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<description><![CDATA[ De 2013 a 2022, em um intervalo de nove anos, a temperatura de João Pessoa, capital da Paraíba, subiu mais de quatro graus celsius. A constatação é de uma pesquisa da Universidade Federal da Paraíba. Os dados foram levantados pelo projeto de extensão Pedagogia Urbana. A pesquisa também desenvolveu uma plataforma digital chamada StoryMap para engajar a sociedade e gestores nas ações. A geógrafa e coordenadora do grupo, Andréa Porto, explica como se deu o estudo e que o calor tem relação com questões variadas.


&quot;Esta pesquisa fez análise da temperatura de superfície. Foram coletadas imagens de satélite, selecionadas aquelas mais limpas, ou seja, aquelas que não têm nuvem, por ano, para fazer a análise dessa temperatura. Então de 2013 a 2022 se detectou, sim, um aumento de 4,5 da temperatura. Os fatores são vegetação, a impermeabilização do solo, outro ponto é a presença de equipamentos de refrigeração. E geralmente aonde a verticalização é maior, essa variável vai influenciar muito. O trânsito intenso durante todo o dia também contribui para o aumento dessa temperatura.&quot;


Em João Pessoa, os bairros de Manaíra, Tambaú e Jardim Oceania apresentaram o maior índice de desconforto térmico nos últimos anos. O educador físico Lucas Vieira vive em uma das áreas mais afetadas.


&quot;Moramos aqui nas imediações do Jardim Oceania há mais de 10 anos e a mudança de temperatura nesse meio tempo foi gritante. Antigamente, em alguns momentos do ano a gente ainda conseguia ficar, por exemplo, na sala de casa sem um ventilador, em um quarto. Hoje em dia isso não é mais possível.&quot;


Uma perspectiva que conforta a todos é a de reverter esse aumento. Andréa conclui.


&quot;Se reverte restaurando as áreas que foram degradadas. A outra forma de reverter é mudar a lei de uso e ocupação do solo mesmo e colocar dentro dela padrões construtivos mais ecológicos. E tentar fazer um controle, aí entra mais também na questão do universo particular, repensar as formas de deslocamento na cidade.&quot;
 

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<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:58:46 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Fenômeno El Niño deve atingir pico no fim do ano</title>
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<description><![CDATA[ O El Niño é um fenômeno natural climático que surge através das variações de ventos e nas temperaturas da superfície do mar sobre o oceano Pacífico tropical. No Brasil, a preocupação deste aquecimento anormal são secas extremas e calor intenso nas regiões Norte e Nordeste e chuvas torrenciais com risco de inundação no Sul. 

De acordo com as previsões meteorológicas, o El Niño tem 80% de chance de retornar ao Brasil na segunda metade de 2026. O pesquisador Giovanni Dolif, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), destaca que o El Niño deve atingir o pico no fim do ano:


&quot;As previsões indicam o El Niño entre moderado e forte, no meio ali do caminho. Que é a mesma intensidade do El Niño do último El Niño que tivemos, entre 2023-2024.&quot;


Os principais riscos para a região amazônica são as secas e temperaturas altas, num local tropical sem nuvens e chuvas para fazer o controle térmico. 

No último El Niño, as temperaturas em Belém ficaram bem elevadas. O calor de 2023 foi o mais alto em 33 anos. A combinação de tempo mais seco e temperaturas altas aumentam o risco do fogo se propagar. Por isso, os índices de queimadas nas florestas tendem a crescer, como ressalta o pesquisador Giovanni Dolif:


&quot;Porque muitas pessoas são internadas e até chegam a óbito com problemas respiratórios, problemas de circulação, problemas cardiovasculares. Então o sistema, o nosso corpo, nosso organismo, ele começa a ter dificuldade para regular a temperatura, e com a temperatura acima do ideal, o corpo começa a apresentar problemas. Então tem efeitos reais.&quot;


Pessoas que têm a saúde mais frágil como crianças e idosos acabam por sofrer mais durante esse período de calor intenso. Por isso, é necessário um cuidado redobrado para regular bem a temperatura do corpo com alimentação leve e, principalmente, hidratação.
 
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<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 12:39:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Parque da Serrinha não abrange área destinada ao BRB</title>
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<description><![CDATA[ O Parque Distrital da Serrinha, anunciado pelo governo de Brasília, não abrange a área colocada no projeto para salvar o BRB. A nova área protegida já era discutida há quatro anos, diz associação de moradores.

Segundo o mapa apresentado, a área do novo parque, além de ser bem menor – 66 hectares contra 716 – sequer encosta no trecho que foi posto à venda, que é a Gleba A da Serrinha do Paranoá.

A diretora da Associação Preserva Serrinha, Lúcia Mendes, explica que, pela diferença de tamanho e pela rapidez do decreto, desconfiou que se trata do Parque Pedra dos Amigos, em debate desde 2022.


&quot;Nós resgatamos a proposta e depois as várias mudanças que teve na poligonal desse parque ao longo dos anos e verificamos que era o mesmo. É a mesma localização, tanto que no áudio a governadora fala da Cachoeira do Urubu, e a Gleba A fica longe do Urubu. A gente pegou a poligonal no decreto, colocou na região onde seria o Parque Pedra dos Amigos e nós vimos que realmente era ali&quot;.


A Serrinha abriga córregos e nascentes que abastecem o Lago Paranoá, além de ter uma área de cerrado nativo preservado.

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, havia anunciado a retirada da Serrinha do projeto para cobrir o rombo bilionário causado pelas fraudes do banco Master no BRB, Banco de Brasília. Agora, fica a dúvida sobre qual a intenção do governo, afirma Lúcia.


&quot;Tem duas coisas que a gente ainda não conseguiu avaliar: será que a governadora mudou de ideia ou ela achou mais fácil começar pelo Parque Pedra dos Amigos, rebatizando ele de Parque da Serrinha, e ainda tem a intenção de tirar a Serrinha da lista e iniciar o processo de parque ali na Gleba A?&quot;


Após essa informação, o governo do Distrito Federal ainda não confirmou se a Gleba A da Serrinha vai ser mesmo retirada do projeto do BRB. O Ibram (Instituto Brasília Ambiental) disse apenas que tanto a Gleba A quanto o novo parque fazem parte da área chamada Serrinha do Paranoá.
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<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 12:39:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Parque, Serrinha, não, abrange, área, destinada, BRB</media:keywords>
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<title>Serrinha do Paranoá (DF) vira parque para proteger ecossistemas</title>
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<description><![CDATA[ Após sair do pacote para salvar o banco BRB, a Serrinha do Paranoá se tornou um parque para proteger ecossistemas e ordenar o uso da área. O decreto foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal.

A unidade vai ter uma área de quase 66 hectares e permitirá atividades como pesquisa científica, educação ambiental, turismo ecológico e recreação em contato com a natureza.

O parque inclui áreas como a cachoeira do Córrego Urubu e a piscina natural, além de trechos de vegetação nativa do cerrado.

O decreto cria ainda uma zona de amortecimento com mais de 600 hectares, destinada a reduzir impactos ambientais no entorno do parque e organizar o crescimento urbano.

A Serrinha fica ao norte do Lago Paranoá, em Brasília. Ela abriga 119 minas d’ água que contribuem para abastecer o lago, que faz parte do sistema de abastecimento da água fornecida à população do DF.

Alvo de protestos, o ex-governador Ibaneis Rocha havia listado a região para ajudar a cobrir o prejuízo bilionário do Banco de Brasília, causado pelas operações fraudulentas com o banco Master.

Com a saída de Ibaneis do governo, para disputar uma nova eleição, a nova governadora Celina Leão retirou a Serrinha do plano.
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<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 12:39:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Cheia atinge doze municípios do Amazonas</title>
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<description><![CDATA[ A cheia dos rios já começa a impactar de forma significativa o interior do Amazonas. Doze municípios do estado entraram em situação de emergência, conforme informações da Defesa Civil do Amazonas. Mais de 112 mil pessoas já enfrentam os efeitos diretos da elevação do nível das águas.

Na prática, a situação resulta em alagamentos, tanto em áreas urbanas quanto rurais, isolamento de comunidades e prejuízos materiais relevantes. A cheia integra o ciclo hidrológico natural da região, iniciando-se entre outubro e novembro e intensificando-se até o mês de junho.

Contudo, o cenário torna-se mais preocupante quando ocorre de forma antecipada ou com maior intensidade, como já observado em áreas do sul do estado, especialmente na bacia do Rio Purus. Atualmente, a situação segue sob monitoramento contínuo. Outros sete municípios encontram-se em estado de alerta, 15 em atenção e 28 permanecem em condição de normalidade, incluindo a capital Manaus.

Em Manaus, o nível do Rio Negro atingiu a marca de 25 metros e 50 centímetros. Embora ainda esteja abaixo do registrado no mesmo período do ano anterior, a tendência é de elevação contínua. De acordo com o Serviço Geológico do Brasil, o rio pode alcançar cerca de 28 metros até junho.

Em meio a esse cenário, medidas de apoio começam a ser disponibilizadas. Moradores de municípios como Eirunepé, Itamarati e Boca do Acre já podem solicitar o saque do FGTS por motivo de calamidade. O valor pode chegar a um pouco mais de 6 mil reais.

 
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<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:49:32 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Chuvas atingem Norte, Nordeste e litorais de Sul e Sudeste esta semana</title>
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<description><![CDATA[ As regiões Norte e Nordeste e os litorais do Sul e do Sudeste devem concentrar os maiores acumulados de chuva nesta semana. Já as temperaturas seguem elevadas em boa parte do Brasil. Essa é a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) até 6 de março.

No Norte, Amazonas, oeste de Roraima, norte do Tocantins e trechos do Pará devem somar acumulados acima de 80 mm de chuva. Em algumas áreas, esse acúmulo pode passar dos 150 mm. A temperatura máxima na região varia entre 28°C e 32°C.

No Nordeste, os maiores acumulados devem ocorrer no centro-norte do Maranhão e do Piauí e no sul do Ceará. As máximas ficam elevadas no interior, com destaque para sudeste do Piauí, interior do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e porções norte-oeste da Bahia, onde as temperaturas devem variar entre 34°C e 38°C.

No Sudeste, a semana deve apresentar chuvas persistentes, com acumulados acima de 50 mm, em especial no litoral paulista, no Vale do Paraíba e no litoral sul do Rio de Janeiro. As temperaturas também seguem elevadas no norte de Minas Gerais, no oeste de São Paulo e em grande parte do Rio de Janeiro, com máximas entre 30°C e 34°C.

Na Sul, os acumulados de chuva devem passar dos 50 mm na faixa litorânea do Paraná e em pontos do litoral catarinense. A temperatura máxima na maior parte região Sul deve variar e entre 24°C e 28°C, com exceção de parte do Rio Grande do Sul e oeste de Paraná e Santa Catarina, onde as máximas permanecem mais altas, com valores entre 32°C e 36°C.

No Centro-Oeste as chuvas devem se concentrar no norte do Mato Grosso. No sul do estado e em parte do Mato Grosso do Sul, as máximas variam entre 34°C e 38°C, enquanto no restante da região central do país, as temperaturas ficam em torno dos 30°C.
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 21:45:32 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Desmatamento no Amazonas caiu 32% entre agosto e fevereiro deste ano</title>
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<description><![CDATA[ O Amazonas registrou redução de 32% no desmatamento entre agosto de 2025 e fevereiro de 2026, consolidando-se entre os estados que apresentam queda na derrubada da floresta. Um cenário marcado pelo menor índice de desmatamento para o mês de fevereiro dos últimos oito anos na Amazônia.

De acordo com dados do Imazon, organização não governamental brasileira sem fins lucrativos que atua na pesquisa e no monitoramento da Amazônia, o estado contabilizou 200 km² de área desmatada no período analisado, abaixo dos 296 km² registrados no ciclo anterior.

Apesar de ainda figurar entre os três estados com maiores índices de desmatamento ao lado de Pará e Acre, o Amazonas acompanha a tendência de redução observada em toda a Amazônia Legal. No recorte específico de fevereiro de 2026, a região amazônica apresentou queda de 42% no desmatamento em relação ao mesmo mês do ano anterior, passando de 119 km² para 69 km², o menor índice desde 2017.

O resultado reforça uma sequência de sete meses consecutivos de redução dentro do atual calendário do desmatamento, que se estende de agosto a julho. No acumulado desse período, a área desmatada na Amazônia soma 1.264 km², representando uma redução de 41% em comparação ao ciclo anterior, quando foram registrados 2.129 km².

Além da diminuição no desmatamento, a degradação florestal também apresentou queda significativa. Em fevereiro foram registrados 13 km² de áreas degradadas, uma redução de 93% em relação ao mesmo mês de 2025.
 
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 18:43:55 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>COP15 inclui mais 40 espécies migratórias em lista de proteção</title>
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<description><![CDATA[ Terminou nesse domingo (29) a 15ª Conferência das Nações Unidas da Convenção sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres, o principal tratado da ONU focado na conservação de animais que atravessam fronteiras nacionais. A COP15, como também é chamada, aconteceu na capital do Mato Grosso do Sul. 

Os resultados do encontro são inéditos. Os 132 países participantes, mais a União Europeia, aceitaram proteger mais 40 espécies, e adotar mais 39 resoluções e 16 ações de cooperação internacional, detalhou o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, durante a conferência de encerramento. 


&quot;Hoje a gente ainda tem 400 espécies no mundo que fazem migrações e que não estão em nenhuma lista. Nenhuma outra COP teve um número tão representativo. Nós conseguimos colocar 10% do déficit mundial sob proteção dentro dessa conferência. Mas teve uma proposta de exclusão de uma espécie, que é o cervo-de-bocara, e o entendimento daqui na conferência foi de que é importante mantê-la. Mesmo que ela não esteja mais ameaçada, as espécies comuns precisam continuar comuns.&quot;


Para o presidente da conferência, João Paulo Capobianco, a COP realizada em Campo Grande, entrada do bioma Pantanal, teve sucesso tanto coletivo quanto nas iniciativas lideradas pelo Brasil.


&quot;Um bioma compartilhado entre três países — Brasil, Paraguai, Bolívia — tem uma diversidade extremamente relevante e, ao mesmo tempo, por aqui passam dezenas de espécies migratórias. Além disso, é um bioma muito sensível. A ideia foi exatamente essa, de mostrar como a proteção de um bioma essencial demanda uma articulação mais intensa.&quot;


No final, foram aceitas seis das sete propostas brasileiras de inclusão de espécies ameaçadas de extinção, e que demandam esforços de conservação. Iniciativas apoiadas pelo Brasil, mas lideradas por outros países, como a inclusão da ariranha na lista de proteção, também foram aceitas.
 
Outras propostas brasileiras foram apoiadas, como o Plano de Ação para a Conservação dos Grandes Bagres Migratórios Amazônicos, para a conservação das espécies de tubarão-mangona e tubarão-peregrino.
 
O Brasil continua na presidência da COP pelos próximos três anos, até a COP16, que será realizada em Bonn, Alemanha, em 2029.
 
* Com informações da Agência Brasil.
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 18:43:55 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Papa Leão XIV nomeia climatologista brasileiro para conselho da Igreja</title>
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<description><![CDATA[ O Papa Leão XIV nomeou, nesta segunda-feira (30), o climatologista brasileiro Carlos Nobre para o Dicastério do Desenvolvimento Humano Integral. O departamento é uma espécie de conselho sobre temas como direitos humanos, justiça, paz, saúde, migrações, emergências humanitárias e obras de caridade.

Carlos Nobre tem reconhecimento internacional por suas pesquisas sobre clima e aquecimento global. Ele trabalha no Instituto de Estudos Avançados da USP, a Universidade de São Paulo, e é pesquisador aposentado do Inpe, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

Dicastério

O Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral foi criado pelo Papa Francisco, em agosto de 2016. Entre as tarefas do órgão está promover a pessoa humana e sua dignidade, dada por Deus, os direitos humanos, a saúde, a justiça e a paz. Também estão no campo de atuação do departamento questões relacionadas à economia, ao trabalho, ao cuidado da criação e da terra como lar comum. Outros temas tratados pelo conselho são as migrações e as emergências humanitárias, além da doutrina social da Igreja sobre o desenvolvimento humano integral.

Em fevereiro do ano passado, o climatologista foi o entrevistado do programa Dando a Real com Leandro Demori, da TV Brasil, emissora da EBC, a Empresa Brasil de Comunicação.

*Com informações da Agência Brasil
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 18:43:53 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Viva Maria se despede da Feira Nacional da Agricultura Familiar</title>
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<description><![CDATA[ Oi, oi gente amiga desse nosso programa que hoje se despede da Feira Nacional da Agricultura Familiar. Essa Feira integra a programação da 3a Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário organizada pelo MDA e o Condraf. Desde o  último dia 24 essa Feira foi aberta ao público em geral que nesta sexta-feira , pelo menos até às  13 h ainda estará nos recebendo com produtos da sociobiodiversidade que reúne mais de 30 associações e cooperativas de todos os biomas brasileiros! Maravilha ver de perto farinhas de mandioca, artesanato, frutas , castanhas,  doces, mel de abelhas  sem ferrão, queijos, biscoitos e muito mais. Pra quem está em Brasilia vale a pena prestigiar essa Feira da Agricultura Familiar que é pilar fundamental para a saúde humana e a  preservação. 

E eu quero a atençaõ de voces para o que tem a nos dizer Viviana Mesquita, Secretaria -Executiva do Miniistério do Desenvolvimento Agrário e a Agricultura Familiasr e delegada dessa conferência 

Como Viviana vamos ouvir também outra importante representante da segurança alimentar 

É Lilian Rahal , Secretária  Nacional da Segurança Alimentar e  Nutricional.
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<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 11:14:41 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Ibama restringe comércio internacional de tubarão&#45;azul</title>
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<description><![CDATA[ O governo brasileiro proibiu a exportação de barbatana do tubarão-azul, pescado muito consumido pelo mercado asiático. As novas medidas foram adotadas, nessa quinta-feira (26), pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e estabelecem regras mais rígidas para exportação e importação do tubarão-azul, também conhecido como cação-azul, espécie migratória bastante comercializada no mundo.

O anúncio foi feito durante a 15ª Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. As mudanças entram em vigor em 7 dias. Passado esse prazo, ficam proibidas a exportação de barbatanas separadas do corpo do tubarão, explicou Rodrigo Agostinho, presidente do Ibama.


&quot;Nos últimos anos o Ibama fez um muitas apreensões de barbatanas, principalmente por considerar que tava sendo feito uma pesca predatória, uma pesca alvo, utilizando-se barcos da frota de pesca de atum e de albacora e agora a gente põe fim a esse tipo de comércio. A importação e exportação de tubarões ainda continua existindo, porém com regras mais rigorosas e o fim agora da questão das barbatanas.&quot;


A nova regra determina que o tubarão-azul não pode ser considerado a espécie-alvo da pesca destinada ao comércio exterior. O limite máximo será de 20% do total de espécies capturado por cruzeiro. Fica também proibida a retenção e a comercialização do tubarão-azul abaixo do tamanho mínimo ou de fêmeas.

São diversas outras novas regras, que toda a cadeia, do pescador até o exportador, deve ficar atenta para não prejudicar ainda mais a existência do tubarão-azul, espécie já ameaçada de extinção. Elas atendem aos compromissos assumidos pelo Brasil, no âmbito da Convenção sobre o Comércio Internacional da Flora e da Fauna Selvagens em Perigo de Extinção.

*Matéria atualizada para correção de informação. 
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<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 11:14:40 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>MPF aciona Maranhão por falhas na qualidade do ar</title>
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<description><![CDATA[ O Ministério Público Federal entrou com uma ação contra o estado do Maranhão por falhas no monitoramento da qualidade do ar na capital, São Luís.

A ação civil pública foi apresentada nesta semana e aponta irregularidades na implantação da rede de medição e na transparência das informações sobre a qualidade do ar na capital maranhense.

Há dois anos, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil já havia identificado mais de três mil violações aos padrões ambientais de qualidade do ar em São Luís.

Com base em um parecer técnico elaborado pelo MPF, e em análise da própria Secretaria de Estado do Meio Ambiente, foram identificadas concentrações elevadas de poluentes no ar. 

A situação mais crítica está na região do Distrito Industrial, zona rural de São Luís, onde ficam mais de 100 empreendimentos, entre indústrias, portos e empresas de transporte.

Segundo o MPF, a responsabilidade do estado do Maranhão pela implementação do monitoramento da qualidade do ar começou em 2019, com a previsão de implantação de 12 estações de medição da qualidade do ar.

Três anos depois, a licença de operação foi concedida, mas apenas metade das estações foi instalada, e o monitoramento não ocorreu de forma contínua.

Em 2024, o estado chegou a suspender a divulgação dos dados sobre a qualidade do ar.

Na ação, o Ministério Público pede que o Maranhão regularize o monitoramento e elabore planos de monitoramento e de resposta a episódios críticos no prazo de seis meses.

Além disso, o MPF também solicita o pagamento de indenização por danos morais coletivos, no valor mínimo de dois milhões de reais, pela omissão do poder público na estruturação da rede e na divulgação dos dados.

Em nota, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente informou que ajustes operacionais e adequações técnicas fazem parte do processo de reestruturação do sistema, que segue diretrizes do Ministério do Meio Ambiente. Segundo a pasta, não houve interrupção do serviço desde a instalação das estações e os dados seguem disponíveis nos canais oficiais.
  2:01 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:08:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Inmet emite sete alertas de perigo para chuvas intensas e tempestades</title>
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<description><![CDATA[ Até o final deste sábado (21), sete alertas de perigo para chuvas intensas e tempestades estão em vigor no país, segundo o Inmet, o Instituto Nacional de Meteorologia.

Região Sul

No Sul, a partir da meia-noite, o Rio Grande do Sul entra em alerta de perigo para tempestades. As áreas afetadas incluem o sudoeste, o centro, o noroeste, o sudeste e a região metropolitana de Porto Alegre. A previsão indica chuva de até 100 mm por dia, ventos de até 100 km/h e queda de granizo. O Inmet alerta para o risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações e queda de árvores.

Centro-Oeste, Sudeste, Norte e Nordeste

Nesse mesmo nível de gravidade, um alerta de perigo para chuvas intensas também está valendo, até o fim deste sábado, para Distrito Federal e estados como Goiás, Minas Gerais – incluindo a Zona da Mata –, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão e Pará. O aviso também abrange áreas de Espírito Santo, Rio de Janeiro, Amazonas, Amapá, Piauí, Bahia e Rondônia.

Nessas regiões, os ventos podem atingir 100 km/h, com risco de alagamentos e descargas elétricas. A orientação é não se abrigar debaixo de árvores e, se possível, desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia.

Alerta brando

Já Santa Catarina e áreas mais ao norte do Rio Grande do Sul têm alerta mais brando de perigo potencial para tempestade, com baixo risco de corte de energia e chuva de até 50 mm.

Esse mesmo alerta mais leve de perigo potencial para chuvas intensas atinge diversas outras áreas do país, incluindo São Paulo, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Acre, Mato Grosso do Sul e Roraima.

O Inmet orienta: em caso de emergência, a população deve acionar a Defesa Civil, pelo telefone 199, ou o Corpo de Bombeiros, pelo 193.
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:22:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Campo Grande recebe evento sobre conservação de animais silvestres</title>
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<description><![CDATA[ A partir desta segunda-feira, o Brasil vai sediar um evento de alto nível sobre conservação de animais silvestres. A capital do Mato Grosso do Sul, Campo Grande, recebe ao longo da semana a 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres, a COP15.

Ao anunciar a programação para a conferência, a Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou a importância da cooperação entre os territórios no debate para a preservação das espécies que têm intenso fluxo de migração no planeta, e da preservação desses animais.


&quot;As espécies, elas não têm uma governança territorializada, é uma governança em fluxo e, portanto, se não tiver cooperação, se não tiver parceria, fica muito difícil que a gente cuide não só da espécie quanto dos seus habitats. As espécies migratórias também são uma espécie de bioindicadores, nos mostram o quanto determinadas regiões ou países estão vulneráveis ou estão preservados em condições adequadas&quot;, diz.


Segundo a Ministra, os debates serão técnicos e baseados na ciência. O encontro acontece entre os dias 23 e 28 de março, quando o Brasil assume a presidência da conferência até o próximo encontro, daqui a três anos.

Com o tema &quot;Conectando a natureza para sustentar a vida&quot;, a COP15 busca avançar em decisões estratégicas a partir da análise do estado de conservação das espécies e das medidas a serem implementadas pelos países membros. A conferência reúne 133 partes, sendo 132 países mais a União Europeia, e a previsão é que 2.000 participantes debatam os desafios e as soluções para a conservação das espécies migratórias, seus habitats e as rotas de deslocamento usados por esses animais.
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:22:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Viva Maria homenageia vencedoras de Prêmio Mulheres das Águas</title>
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<description><![CDATA[ Nesta semana, o Viva Maria está inteiramente dedicado a um dos bens mais preciosos para a vida na Terra, a água. Segundo as Nações Unidas, garantir o acesso à água potável, bem como ao saneamento básico, é garantir também saúde, dignidade e justiça social. E quem mais sofre quando esse direito falha somos justamente nós, as mulheres, e também as crianças. Em muitas partes do mundo, são elas que caminham longas distâncias para buscar água, cuidam de familiares doentes pela contaminação e, muitas vezes, deixam de estudar para cumprir essa tarefa diária.

Na última quarta-feira, dia 18, o Ministério da Pesca e Aquicultura realizou a cerimônia de entrega da terceira edição do Prêmio Mulheres das Águas. A solenidade aconteceu no Teatro Nacional, em Brasília, e contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da primeira-dama Janja Lula da Silva, do Ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, entre outras autoridades.

O prêmio reconhece mulheres que fazem da pesca e da aquicultura muito mais do que trabalho — fazem disso sustento, resistência e cuidado com a vida. Ao todo, 11 mulheres foram premiadas em diferentes categorias por iniciativas que fortalecem suas comunidades, promovem a sustentabilidade e inspiram outras tantas mulheres Brasil afora. Entre elas, representantes da pesca artesanal, da aquicultura, da pesquisa, da gestão e também dos saberes tradicionais, vindas de vários estados: Bahia, Amazonas, Rio Grande do Norte, Ceará, Pará, Sergipe e Tocantins. Foi um verdadeiro retrato da força da mulher nas águas em nosso país.

E quem falou em nome de todas as vencedoras foi a pescadora Navegante Maria dos Santos Mendonça, do Rio Grande do Norte. Para ela, receber o prêmio é mais do que uma conquista pessoal; é o reconhecimento da luta diária de tantas mulheres que tiram das águas o sustento de suas famílias. Você pode escutar a entrevista e toda a fala sobre o assunto no player acima:

 
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:22:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Lula anuncia a criação e ampliação de unidades de conservação federal</title>
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<description><![CDATA[ O presidente Lula anunciou a criação e ampliação de unidades de conservação federais no Pantanal, em Mato Grosso, e no Cerrado, em Minas Gerais, que passam a proteger 150 mil hectares. As medidas fazem parte de decretos assinados neste domingo (22) em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, durante a cúpula de líderes da COP15, a Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres.

O evento antecede a COP15, que começa nesta segunda-feira (23) e vai até domingo (29) na capital sul-matogrossense. No discurso, Lula destacou uma mensagem simples,  poderosa: migrar é natural.


“Ao cruzarem continentes, conectando ecossistemas distantes, essas espécies revelam que a natureza não conhece limite entre estados. Estas jornadas conectam ecossistemas,  preservam ciclos naturais e garantem o equilíbrio que torna a vida possível”. 


Lula também lembrou que a COP15 ocorre em um momento de grandes tensões geopolíticas e voltou a criticar o Conselho de Segurança da ONU.


“Ações unilaterais, atentados à soberania e execuções sumárias estão se tornando regra. Mas o Conselho de Segurança tem sido omisso na busca por soluções de conflitos. Um mundo sem regras é um mundo inseguro, onde qualquer um pode ser a próxima vítima. A história da humanidade também é uma história de migrações, deslocamentos, vínculos e conexões. No lugar de muros e discursos de ódio, precisamos de política de acolhimento e de um multilateralismo forte e renovado”. 


O presidente segue em Campo Grande, onde participa nesta segunda-feira da abertura da COP15. Lula destacou as prioridades da presidência brasileira da conferência, como agir com base nas convenções do clima, da desertificação e da biodiversidade, ampliar e mobilizar recursos financeiros e criar fundos e mecanismos multilaterais e inovadores e,  por fim, defendeu que mais países se responsabilizem pela proteção das espécies e das rotas migratórias.
 
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:22:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>ONU alerta para avanço do caos climático global</title>
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<description><![CDATA[ Nesta segunda-feira, 23, é comemorado o Dia Mundial da Meteorologia, com o tema “Observando o Hoje e Protegendo o Amanhã”.

Para marcar a data, a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou um relatório anual que alerta para a necessidade de ação contra o “caos climático”.

Em mensagem de vídeo, o secretário-geral António Guterres diz que as regras do tempo estão sendo reescritas, com calor recorde, secas mais longas e desastres cada vez mais extremos.


&quot;O estado do clima global está em estado de emergência. O planeta Terra está sendo levado além de seus limites. Cada indicador climático chave está piscando em vermelho&quot;.


O secretário-geral da ONU alerta sobre a situação climática.


&quot;O clima está acelerando e o atraso é mortal. O caminho a seguir deve ser baseado na ciência, no bom senso e na coragem de agir.&quot;


O relatório da ONU apresenta indicadores claros sobre gases que causam o efeito estufa, temperatura da superfície, calor, nível e acidificação dos oceanos, geleiras e a extensão do gelo marinho.
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:22:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Capivara espancada, na Ilha do Governador, corre risco de ficar cega</title>
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<description><![CDATA[ A capivara espancada na madrugada de sábado, na Ilha do Governador, na zona norte do Rio de Janeiro, corre risco de ficar cega do olho esquerdo. Segundo a Comissão de Defesa dos Animais da Câmara Municipal do Rio, o animal apresentou melhora no quadro de saúde, se alimentou bem e bebeu bastante água nesta segunda-feira , mas, em função do traumatismo craniano, ainda corre risco de morte.

A capivara é macho e tem aproximadamente seis anos. Ela permanece no Centro de Reabilitação de Animais Silvestres, que fica dentro de uma universidade particular, em Vargem Pequena, na zona Sudoeste. O animal virou o xodó dos estudantes de medicina veterinária da instituição, que já fazem uma enquete para dar um nome ao bicho.

De acordo com os veterinários, a recomendação, em caso de cegueira, a recomendação é levá-la para um parque cercado, para que não corra risco de atropelamento.

O caso vem sendo acompanhado pelo presidente da Comissão de Defesa dos Animais, vereador Luiz Ramos Filho, que demonstrou perplexidade diante do ocorrido.


&quot;A gente fica muito triste. São cenas muito fortes, lamentáveis, de atrocidades, de crueldade aos animais, de forma gratuita. Logo depois de termos passado pelo caso Orelha. A gente precisa punir essas pessoas. Precisamos de leis mais eficazes, que coloquem essas pessoas na cadeia.&quot;


Na madrugada de sexta para sábado um grupo de homens, armados com paus, cercaram e atacaram uma capivara indefesa, no Jardim Guanabara, área nobre da Ilha do Governador, zona norte do Rio. O vídeo feito por moradores do bairro viralizou na internet. Seis homens foram presos e dois menores apreendidos. O ataque foi registrado por câmeras de segurança.

Os seis adultos vão responder por maus-tratos, associação criminosa e corrupção de menores. Já os adolescentes podem ser responsabilizados por atos infracionais análogos aos mesmos crimes. As investigações continuam.
  2:29 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:22:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Capivara, espancada, Ilha, Governador, corre, risco, ficar, cega</media:keywords>
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<title>Campo Grande sedia conferência da ONU sobre espécies migratórias</title>
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<description><![CDATA[ Começou hoje (23) a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres, a COP15, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O encontro reuniu neste primeiro dia cerca de dois mil representantes de 132 países e da União Europeia.

A cerimônia de abertura foi marcada pela diversidade, com a participação de pessoas de organizações sociais, representantes de povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, além de cientistas e especialistas em biodiversidade e meio ambiente.

Até o dia 29 de março, os participantes vão rever e estabelecer novos acordos de cooperação internacional para a conservação dos habitats e das rotas migratórias de cerca de 1,2 mil espécies. São aves, peixes, mamíferos e insetos como as abelhas, que ultrapassam as fronteiras entre os países, em longas viagens, em busca de alimento ou para reprodução.

Tratado internacional

Segundo a secretária-executiva da Convenção sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres, Amy Fraenkel, também serão analisadas as inclusões de mais 42 espécies a serem protegidas pelo tratado internacional. Esses animais poderão fazer parte de um dos dois anexos que reúnem as listas de espécies ameaçadas de extinção e dos animais que estão sob pressão, mas ainda não correm risco de serem extintos.

Desenvolvimento e conservação

Durante o discurso de abertura, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, declarou que a COP15 é a oportunidade de lançar uma mensagem clara ao mundo de que, se trabalharmos juntos, é possível conciliar desenvolvimento e conservação; gerar riqueza sem destruir o patrimônio natural que nos sustenta; e promover um novo ciclo de prosperidade.
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:22:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Período entre 2015 e 2025 foi o mais quente já registrado na história</title>
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<description><![CDATA[ Um estudo divulgado nesta segunda-feira pela Organização Meteorológica Mundial mostra que o período entre 2015 e 2025 foi o mais quente já registrado na história. A entidade fez o alerta no Dia Mundial da Meteorologia, comemorado em 23 de março desde 1961.

O Relatório Estado do Clima Global aponta que o ano de 2025 consolidou uma tendência de aquecimento do planeta, atingindo a marca de 1,43 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais. A ONU alerta que os principais indicadores climáticos estão em nível crítico e que a concentração de gases de efeito estufa continua a impulsionar o aquecimento da atmosfera e dos oceanos.

Um dos destaques do relatório é o desequilíbrio energético da Terra. O acúmulo de gases como dióxido de carbono e metano impede que a energia solar seja irradiada de volta ao espaço. Como resultado, 91% desse excesso de calor fica retido nos oceanos. Em 2025, o calor armazenado nas águas atingiu o nível mais alto desde 1960.

Esse aquecimento das águas, somado ao derretimento de 3% do gelo nas regiões polares, acelera a elevação do nível do mar. Segundo a Organização Meteorológica Mundial, as mudanças químicas e de temperatura nas profundezas oceânicas são irreversíveis em escalas de séculos a milênios.

Na prática, o desequilíbrio climático resultou em eventos extremos severos ao longo de 2025. Ondas de calor, secas e inundações causaram mortes e prejuízos bilionários, afetando a segurança alimentar e provocando o deslocamento de populações.

A Organização Meteorológica Mundial alerta que as mudanças climáticas têm amplo impacto na mortalidade, nos meios de subsistência, nos ecossistemas e na saúde pública de todos os países.

A entidade cita, por exemplo, o aumento do número de doenças transmitidas por vetores, como mosquitos e outros organismos que podem transmitir doenças infecciosas. O calor extremo no ambiente de trabalho é outro problema que já atinge um bilhão e 200 milhões de pessoas, especialmente nos setores da agricultura e da construção civil.

A Organização Meteorológica Mundial reforça a necessidade urgente de integrar dados climáticos às políticas de saúde para que governos adotem medidas preventivas em vez de apenas reagir aos desastres.

* Com informações da Agência Brasil
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:22:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Operação aplica R$ 28 milhões em multas ambientais no Amazonas</title>
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<description><![CDATA[ R$ 28 milhões em multas ambientais aplicadas. Este é o resultado das primeiras etapas da Operação Tamoiotatá 6, realizada em vários municípios da região sul do Amazonas. 

A operação ocorreu entre 23 de fevereiro e 14 de março, e envolveu diversos órgãos ambientais e de segurança do governo estadual, com apoio do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia.

Durante as fiscalizações, foram identificados desmatamento ilegal, descumprimento de embargos e outras infrações ambientais nos municípios de Humaitá, Apuí, Novo Aripuanã e Canutama.

Também foi constatada atividade agropecuária sem licença ao longo da BR-230.

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, um dos órgãos responsáveis pela operação, aplicou 63 autos de infração e 24 termos de embargo e interdição.

Segundo o instituto, uma área equivalente a 3,2 mil campos de futebol foi embargada por causa de irregularidades ambientais.

Floresta em Pé

Os recursos para as ações de fiscalização vêm do Programa Floresta em Pé, fruto de uma cooperação financeira entre os governos do Brasil e da Alemanha.

A Operação Tamoiotatá 6 está estruturada em 15 etapas, com duração média de 20 dias cada, e deve seguir até dezembro de 2026, incluindo o período mais crítico da estiagem e reforçando o combate ao desmatamento e às queimadas no estado.

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas também disponibiliza um canal direto para denúncias de crimes ambientais pelo WhatsApp: (92) 98557-9454.
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:22:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Brasil quer reduzir emissões de gases em até 67% nos próximos anos</title>
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<description><![CDATA[ O Brasil quer reduzir em até 67% as emissões de gases do efeito estufa nos próximos nove anos. A meta está no Plano Clima, do governo federal, lançado na tarde desta segunda-feira (16), em Brasília. O documento é o principal instrumento de planejamento para enfrentar a crise climática no país até 2035.

Elaborado ao longo de três anos, com a participação de 25 ministérios, o plano integra políticas de redução de emissões e de adaptação aos impactos climáticos.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou que o país vive uma situação de emergência:


“O Plano Clima é a principal estratégia do governo para o enfrentamento aos graves problemas da mudança do clima, que já estão nos assolando, como o que aconteceu em São Sebastião no início de 2023, como aconteceu no Rio Grande do Sul, as secas e cheias na Amazônia e, agora, em Minas Gerais. Portanto, a gente vive uma situação gravíssima de emergência climática.”


Fundo Clima

Além da meta de redução, o país busca atingir a neutralidade climática até 2050, com foco na proteção da saúde, da produção de alimentos e da dignidade das pessoas. Para isso, o governo utiliza instrumentos financeiros como o Fundo Clima, que aprovou cerca de R$ 27 bilhões para o enfrentamento à mudança do clima.

Marina Silva afirmou que o Brasil possui os meios econômicos para realizar a transição:


“Eu acho que o Brasil está muito bem posicionado, depois de ter o Plano Clima com metas de redução para todos os setores e para todos os gases. Em relação à questão do Fundo Clima, o fundo tem ampliado significativamente a sua capacidade de investimento. Já foram mobilizados nesses quase quatro anos cerca de R$ 52,4 bilhões, destinados à agenda climática.”


A estratégia prevê monitoramento transparente, com relatórios anuais de execução e revisões estruturais a cada quatro anos, para garantir o cumprimento das metas.
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:22:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Consórcio da Amazônia Legal debate políticas públicas</title>
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<description><![CDATA[ O governador do Maranhão, Carlos Brandão, assumiu nesta semana a Presidência do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal. O grupo reúne, além do estado maranhense, o Mato Grosso e os sete estados da Região Norte - todos detentores do bioma amazônico.

A posse para gerir a entidade aconteceu nesta segunda-feira (16), durante o primeiro dia do 29° Fórum de Governadores, realizado em São Luís, no Maranhão. 

A programação do Fórum na capital maranhense prossegue nesta terça-feira (17). Ao longo do dia, parte das 12 câmaras setoriais que reúnem representantes, secretários e demais gestores de órgãos dos estados membros do Consórcio, irão articular e discutir as políticas públicas que serão implementadas de forma conjunta. 

Essas câmaras são organizadas por temas e atuam na troca de experiências e no desenvolvimento de projetos em áreas como agricultura, segurança pública, planejamento, meio ambiente e povos indígenas, como destaca o presidente do Consórcio, Carlos Brandão.


&quot;Estão debatendo a questão da floresta ativa, Amazônia sem queimada, regularização fundiária e recomposição de matas degradadas, a bioeconomia e também o ecoturismo. É muito importante esse debate para que a gente possa tomar decisões e tirar de fato do papel. A região amazônica corresponde a quase 60% do território nacional, com 28 milhões de habitantes. Por isso é importante a gente debater essas pautas, para que a gente possa ter uma Amazônia com produção, com preservação ambiental e com sustentabilidade.&quot;


Bruno Kono, presidente do Instituto de Terras do Pará e membro da Câmara Setorial de Governança Fundiária reforça a importância de uma gestão conjunta diante de desafios similares que os estados da Amazônia Legal enfrentam.


&quot;Esses estados todos trazem suas experiências, compartilham informações e, acima de tudo,  se unem para buscar a melhor estruturação e melhor representação atividade da regularização fundiária para que ela chegue nas pessoas que estão na ponta, sejam agricultores familiares, produtores rurais, quilombolas, comunidades extrativistas.&quot;


No encerramento do fórum, devem ser apresentadas iniciativas como o Plano de Transformação Ecológica da Amazônia, o edital para doação de kits de combate a incêndios florestais, além de um estudo inédito sobre crimes ambientais na Amazônia brasileira e a Estratégia Regional Amazônia 2050.

Também está prevista a assinatura da Carta de São Luís, documento que vai orientar as ações conjuntas dos nove estados que integram o consórcio ao longo de 2026.
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:22:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Acordo reforça proteção a golfinhos na Praia de Pipa</title>
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<description><![CDATA[ Ministério Público Federal firmou, nesta semana, um acordo com a prefeitura de Tibau do Sul, no Rio Grande do Norte, e com operadores turísticos da Praia de Pipa para reforçar a proteção aos golfinhos da região.

O termo de ajustamento de conduta também foi assinado pela Associação do Turismo Náutico de Pipa e estabelece uma série de regras para preservar a fauna marinha da Reserva Faunística Costeira de Tibau do Sul, um dos principais destinos turísticos do país.

Entre as medidas, estão limites no tempo de observação e na quantidade de passeios de barco, com foco na proteção dos golfinhos da espécie boto-cinza e também das tartarugas marinhas.

O acordo prevê ainda o funcionamento regular do conselho gestor da reserva e a elaboração de um plano de manejo, que deve ser concluído em até um ano.

Segundo o Ministério Público, são frequentes problemas como excesso de passeios, lotação acima do permitido e até perseguição aos animais.

Essas práticas podem provocar impactos como abandono de áreas, alteração na comunicação dos golfinhos, além de reduzir o tempo de descanso, alimentação e socialização.

Atualmente, 11 embarcações estão licenciadas e realizam dezenas de passeios por dia.

Com o acordo, os operadores se comprometem a reduzir o tempo de observação dos golfinhos de 20 para dez minutos por grupo, limitar a até quatro passeios diários por embarcação, podendo chegar a seis em períodos de alta demanda, além de manter distância mínima de 100 metros e velocidade reduzida nas proximidades dos animais.

Já a prefeitura deverá reforçar a fiscalização, limitar o número de embarcações na água ao mesmo tempo e suspender a concessão de novos alvarás, além de definir critérios mais rigorosos para renovar ou cancelar licenças.

A reserva é a única unidade de conservação do estado criada com o objetivo de proteger o boto-cinza, espécie considerada ameaçada de extinção.
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:22:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Brasil sedia conferência mundial de conservação de animais silvestres</title>
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<description><![CDATA[ Um evento de alto nível sobre conservação de animais silvestres: a cidade de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, vai sediar, na próxima semana, a 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres, a COP15.  

Ao anunciar a programação para a Conferência nesta quarta-feira (18/3), a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou a importância da cooperação entre os territórios no debate, para a preservação das espécies que têm intenso fluxo de migração no planeta; e da preservação desses animais.  


&quot;As espécies, elas não têm uma governança territorializada. É uma governança em fluxo e, portanto, se não tiver cooperação, se não tiver parceria, fica muito difícil que a gente cuide não só da espécie quanto dos seus habitats. E as espécies migratórias também são uma espécie de bioindicadores, que nos mostram o quanto determinadas regiões ou países estão vulneráveis ou estão preservadas em condições adequadas.&quot; 


Segundo a ministra, os debates serão técnicos e baseados na ciência. De acordo com a organização, na COP15 serão analisadas propostas de atualização de documentos ligados às espécies ameaçadas de extinção e também espécies com estado de conservação desfavorável. Os participantes vão discutir, ainda, medidas para enfrentar ameaças às espécies migratórias e “recomendações para a ampliação de acordos regionais”. 

O encontro vai ser entre os dias 23 e 28 de março, quando o Brasil vai assumir a presidência da conferência até o próximo encontro, daqui a três anos. O presidente da COP 15 e Secretário Executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, destacou que o Brasil vai assumir o compromisso em três direções. 


&quot;Primeiro, nós convidamos 18 países não parte a participarem desta conferência, no sentido de buscar uma maior aproximação. Também o Brasil vai atuar em parceria com o secretariado para aumentar as contribuições para que essa convenção ganhe mais capacidade de atuação. E vai atuar num campo interno, no Brasil, com o esforço de aumento do conhecimento sobre espécies migratórias e também no esforço de envolvimento da população brasileira neste esforço de proteção de espécies migratórias.&quot; 


Com o tema “Conectando a Natureza para Sustentar a Vida”, a conferência busca “avançar em decisões estratégicas a partir da análise do estado de conservação das espécies e das medidas a serem implementadas pelos países-membros”.

A COP15 reúne 133 partes, sendo 132 países mais a União Europeia, e a previsão é que dois mil participantes debatam os desafios e as soluções para a conservação das espécies migratórias, seus habitats e as rotas de deslocamento usadas por esses animais.
 
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:22:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Sete municípios são afetados pelas cheias dos rios no Amazonas</title>
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<description><![CDATA[ Atalaia do Norte e Benjamin Constant, na calha do Alto Solimões; Boca do Acre e Canutama, na calha do Rio Purus; além de Carauari, Eirunepé e Itamarati, localizados na calha do Rio Juruá, compõem a lista dos municípios afetados pelas cheias dos rios do Amazonas, de acordo com a Defesa Civil do estado. A situação de emergência já foi decretada.

Mesmo sem informações oficiais da quantidade de pessoas impactadas, o processo teve início nos meses de outubro e novembro do ano passado e deve seguir até junho, de acordo com informações do Serviço Geológico do Brasil, que faz a medição. Até o momento, 12 cidades estão em alerta e 15 em estado de atenção. Manaus ainda apresenta normalidade, mas também está em monitoramento pelas equipes técnicas. Nesta terça-feira (17), o Rio Negro atingiu a marca de 24,86 m na capital amazonense. Equipes da Defesa Civil estadual prestam apoio às prefeituras, como assistência às famílias atingidas.

Na última sexta-feira, 13 de fevereiro, o governo federal reconheceu a situação de emergência em dois municípios do Amazonas: Eirunepé e Itamarati, no interior do estado. Anteriormente, Boca do Acre teve a situação reconhecida.
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:22:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Mudanças climáticas entram na pauta do Viva Maria</title>
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<description><![CDATA[ Oi, oi, gente querida desse nosso programa que hoje começa com um pedido de socorro:

SOS Natureza! A Urgência e a Importância das Mudanças Climáticas!

Pois é, é urgente, urgentíssimo! E hoje, no Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas, mesmo que você se sinta impotente diante da grandeza desse problema, lembre-se de evitar o uso do plástico, de optar pela bicicleta sempre que possível, de consumir menos carne de vaca e também de plantar árvores, quanto mais não seja porque elas são uma fábrica de fazer chuva.

Vem no ritmo da chuva quem chega agora para participar do nosso programa é a amiga climatologista Francis Lacerda. Ela que trabalha no Laboratório de Mudanças Climáticas do Instituto Agronômico de Pernambuco. Seja muito bem-vinda, Francis!
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<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 11:04:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Governo apresenta novo plano para enfrentar a crise climática</title>
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<description><![CDATA[ O novo Plano Clima vai ser lançado na tarde desta segunda-feira (16/3), no Palácio do Planalto em Brasília. O documento é um guia de ações para enfrentar a crise climática no país até 2035. Ele serve como um roteiro para o cumprimento da meta nacional prevista no Acordo de Paris. A ideia é reduzir, até 2035, entre 59% e 67% as emissões líquidas de gases de efeito, em relação aos níveis registrados em 2005.

Um dos objetivos é, por exemplo, reduzir as emissões de gases de efeito estufa de dois bilhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente, registradas em 2022, para entre 850 milhões e um bilhão de toneladas, em 2035. A meta é alcançar emissões zero até 2050.

O plano envolve componentes como financiamento climático e transição justa, além de estratégias de redução de emissões e adaptação. São áreas que envolvem saúde pública, turismo, agricultura familiar, gestão de riscos e desastres, assim como o combate ao racismo e a valorização das culturas tradicionais. 

A construção do Plano Clima contou com a participação de 25 ministérios e de diversos setores da sociedade. A nova versão será apresentada 17 anos depois da primeira edição do plano. A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, inclusive, participa da coletiva de imprensa de apresentação do novo documento.
 
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<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 11:04:44 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Espécie raríssima de planta carnívora é encontrada no Piauí</title>
<link>https://www.jornalavozdearaxa.com.br/especie-rarissima-de-planta-carnivora-e-encontrada-no-piaui</link>
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<description><![CDATA[ Pela primeira vez na história, a espécie Utricularia warmingii foi encontrada no Nordeste do país. Trata-se de uma planta carnívora aquática raríssima, que está em perigo de extinção.

Caracterizada por ter pequenas populações espalhadas pelo país, como algumas áreas do Pantanal e estados da região Sudeste, a espécie também foi vista em outras nações sul-americanas. 

A nova descoberta foi em Lagoa do Bode, na cidade histórica de Campo Maior, no interior do Piaui. Publicado em um periódico associado à Revista Nature, uma das mais importantes do campo científico mundial, o achado foi resultado de uma parceria entre pesquisadores das universidades federais do Piauí e do Mato Grosso do Sul, além do Instituto Nacional da Mata Atlântica.

Coordenador das pesquisas, o professor Ernandes Leite explica que ainda não se sabe como a planta chegou ao Lago do Bode, mas que ela sobrevive em condições específicas.


&quot;Essa planta é extremamente especializada. Ela possui uma estrutura chamada de utrículos, que são armadilhas especializadas microscópicas, que faz aí a sucção de pequenos crustáceos e também de larvas de protozoários. Ela só ocorre em água doce, até onde sabemos, em lagoas com águas com temperaturas aquecidas&quot;.


Além disso, suas flores brancas tingidas de amarelo e vermelho também recebem a ação de polinizadores.

As poucas coletas na história impedem que os estudos sobre a espécie sejam completos. Sabe-se que, em geral, sua altura chega até 6 centímetros e a principal diferença para as outras plantas carnívoras está no chamado pedûnculo, a área que conecta o caule com a flor. No caso dessa espécie, este órgão funciona como um balão que auxilia na flutuação. O cientista também fala sobre outras diferenças.


&quot;Ela possui um pedúnculo inflável, diferenciando das outras. Ela possui um estilo de vida livre, ela não é fixa no substrato, ela fica ali em águas rasas, mas também pode submergir, coisa que as outras não fazem&quot;.


Sua existência depende exclusivamente das áreas alagadas, mesmo temporariamente, que são justamente os habitats mais ameaçados. O professor explica que alguns fatores podem agravar os riscos de extinção local.


&quot;Aqui na nossa região, a seca é uma das ameaças maiores e a antropização agrícola, a expansão agropecuária tá tomando muitas áreas e essa planta, por ter populações muito pequenas aqui na nossa região, em um único lugar muito restrito, ela corre um risco muito grande&quot;.


Além disso, o uso de fertilizantes, a introdução de espécies invasoras e outras alterações na paisagem podem afetar a qualidade da água e prejudicar a sobrevivência do organismo. Por conta disso, o pesquisador afirma que o trabalho ainda não acabou.


&quot;A nossa luta é manter essa espécie viva, sobreviver, aumentar a população, trazer mais estudos para as plantas aquáticas do estado do Piauí e tentar fazer medidas junto aos órgãos competentes de uma área de proteção permanente, para que a gente possa manter não só essa planta, mas as outras bem preservadas&quot;.


De acordo com os cientistas, a fauna e flora de diversas áreas brasileiras ainda são pouco exploradas, e é através de novos estudos que se pode orientar práticas de preservação ecológica específicas para cada zona.

* Sob supervisão de Vitória Elizabeth.
 
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<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 12:31:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Observatório do Calor, no Rio, chega em Manguinhos e Salgueiro</title>
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<description><![CDATA[ O Rio de Janeiro foi a primeira cidade brasileira a ter um Observatório do Calor: uma iniciativa de um grupo de cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, que conta com a parceria da Prefeitura da capital fluminense e do Voz das Comunidades.

As atividades desse projeto começaram no Complexo do Alemão, no ano passado; e agora chega a mais duas comunidades na Zona Norte carioca: Manguinhos e o Morro do Salgueiro. 

A iniciativa utiliza a Geração Cidadã de Dados, metodologia de pesquisa em que os próprios moradores protagonizam a coleta e análise de informações sobre seus territórios.

A secretária de Meio Ambiente e Clima da cidade, Tainá de Paula, destacou que o Observatório do Calor permite ao poder público entender melhor os impactos do calor em áreas de maior vulnerabilidade social e econômica; e agir de forma direcionada para proteger a população.

A comunidade de Manguinhos fica próxima a uma das principais vias expressas da cidade, a Avenida Brasil, e ao campus principal da Fundação Oswaldo Cruz; enquanto a do Salgueiro está localizada próxima da área de amortecimento do Parque Nacional da Tijuca, reconhecido internacionalmente por abrigar a maior floresta urbana replantada do mundo.
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<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 10:58:33 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Chuva: Inmet emite alerta de grande perigo para São Paulo, Rio e Minas</title>
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<description><![CDATA[ Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais estão sob alerta de grande perigo para acumulado de chuva. A informação é do Inmet, o Instituto Nacional de Meteorologia.

Os municípios do litoral paulista e da região leste do estado podem ter volumes com níveis acima de 66 mm/h. A cidade litorânea de Peruíbe teve acumulado de 61 mm nas últimas 24 horas, deixando pessoas desalojadas e desabrigadas. A cidade está em estado de atenção.

A meteorologista do Inmet Tatyane Paz detalha a previsão para as próximas horas para o estado de São Paulo:


“A gente vê um cenário um pouco maior, de mais intensidade, no interior, ao norte da região metropolitana, e também pegando toda a faixa litorânea, a Baixada Santista, litoral norte. Toda essa faixa litorânea já esteve sob ação de bastante chuva e ainda deve encontrar chuva dentro das próximas 12 horas. Para o dia de amanhã, aí sim começa a ficar um pouco mais tranquilo.”


Segundo o Inmet, em todas essas áreas e ainda em Piracicaba e no Vale do Paraíba, há risco de alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas.

Já para esta sexta-feira, 13 de março, a previsão indica muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas, com máxima de 28°C.

A meteorologista Tatyane Paz também falou sobre a tendência para os próximos dias no estado de São Paulo:


“De amanhã em diante já fica bem mais tranquilo. O que a gente ainda deve observar é uma tendência de chuvas no extremo norte do estado, na divisa com Minas Gerais, no Triângulo Mineiro. Então, aquela região ainda deve ter chuva a partir de amanhã, e as demais áreas do estado, aí sim começam a ficar com um cenário mais estável e o tempo um pouco mais firme. Então, por enquanto, o ponto de grande atenção é do dia de hoje até o dia de amanhã.”


Rio de Janeiro e Minas Gerais

De acordo com o Inmet, o alerta de grande perigo para esta quinta-feira (12) e para amanhã (13) vale também para o estado do Rio de Janeiro, incluindo a região metropolitana da capital, e para a Zona da Mata mineira, já castigada pelas chuvas desde o final de fevereiro, com 72 mortes registradas. 

Para os próximos dias, o Inmet destaca acumulados elevados no sul de Minas e na Zona da Mata. Rio de Janeiro também tem previsão de chuvas intensas. Em todo o sudeste do país, é preciso atenção às regiões serranas, devido às chuvas generalizadas.

Região Norte

Na região Norte, há grande possibilidade de chuvas para o Amapá, para o Maranhão, para a região entre o Amazonas e o Pará e na divisa do Tocantins com o Pará.
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<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 10:58:31 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>MG:  Novo PAC terá obras para prevenção de desastres na Zona da Mata</title>
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<description><![CDATA[ O ministro da Casa Civil, Rui Costa, anunciou, nesta segunda-feira, as obras do Novo PAC para a prevenção de novos desastres na Zona da Mata mineira. O anúncio foi feito durante visita realizada aos municípios de Juiz de Fora e Ubá, que foram afetados pelas fortes chuvas.

Além de Rui Costa, também esteve presente o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes.

Em Juiz de Fora, o ministro Rui Costa citou a necessidade de obras como contenção de encostas, macrodrenagem e barramentos, para evitar novas tragédias, e esclareceu que nem todas as obras terão início de imediato por causa da complexidade dos projetos exigidos em áreas de encosta. 


&quot;São áreas de encostas instáveis e que precisa de uma sondagem em cada área dessa, botar a maquininha lá, furar, ver qual a qualidade do solo, precisa ter um projeto. As obras de reparo que podem ser feitas dentro do prazo de seis meses, essas serão incorporadas dentro da Defesa Civil do Ministério da Integração.&quot; 


De acordo com a pasta, nesta terça-feira, começam as visitas das equipes técnicas aos locais mais afetados para definir o tipo de intervenção para cada situação. Ainda não há valores exatos das obras estruturantes que farão parte do Novo Pac, mas, segundo Rui Costa, os recursos devem somar centenas de milhões de reais, por conta da dimensão do desastre.  

Nesta segunda-feira, o presidente Lula editou uma terceira medida provisória, que prevê recursos de R$ 266 milhões por meio de crédito extraordinário. Na última sexta-feira, outras duas medidas provisórias foram publicadas com benefícios para as famílias atingidas pelo desastre na Zona da Mata mineira, com previsão de recursos de mais de R$ 500 milhões em financiamento. O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, falou sobre o auxílio habitacional para quem perdeu suas casas. 


&quot;Seja compra assistida, seja linha de financiamento para quem está em posição mais aquinhoada. O auxílio emergencial, porque quem vai comprar um apartamento através da compra assistida, o governo federal vai pagar os R$ 200.000, vai receber doado pelo governo federal e tem R$ 7.300 para comprar provavelmente alguns equipamentos, geladeira, fogão, cama, roupa de cama, né, para esse novo apartamento. &quot;


As obras emergenciais de reparo, de cerca de R$ 60 milhões de reais para cada cidade, já devem começar. De acordo com o ministro da Casa Civil, em Ubá, é necessário um projeto para controlar o volume de água do Rio Ubá. 

Durante a visita a Juiz de Fora, os ministros foram ao Morro do Cristo, de onde puderam ver as casas atingidas, e à Estrada Engenheiro Gentil Forn, que dá acesso à Cidade Alta, à Universidade Federal de Juiz de Fora e a bairros populosos. 
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<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:13:29 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Estudo brasileiro alerta para degelo acelerado nas calotas polares</title>
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<description><![CDATA[ Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo, que participam do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) revelou que as geleiras e calotas polares atingiram níveis acelerados de derretimento.

Além de informações do Programa, a análise reuniu dados do World Glacier Monitoring,  organização internacional que monitora mudanças nos glaciares, e demonstrou que desde 1976 as geleiras perderam quase 9.200 gigatoneladas de gelo. Vale dizer que cada  gigatonelada corresponde a um trilhão de quilogramas. 

Segundo o estudo “Planeta em Degelo”, o volume de água perdida pelas geleiras atingiu nove mil quilômetros cúbicos, algo semelhante ao que o rio Amazonas, considerado o maior do mundo, despeja no oceano ao longo de 470 dias. A maior parte desse gelo saiu das regiões da Antártica e Groenlândia.

Um dos autores do estudo, o professor da Unifesp Ronaldo Christofoletti, alerta que o degelo possui relação direta com o aquecimento anormal da terra e isso representa um risco para as regiões costeiras.


“Tantas notícias de que 2023, 2024, 2025, eles foram os anos mais quentes da história. Então não é à toa que a gente também tá vendo os cinco últimos anos das geleiras com a sua maior perda acumulada. Geleiras e calotas polares. O planeta esquenta, derrete o gelo. Só que essa água vai para o oceano e aí ela vai chegar nas cidades costeiras, ali nas praias. Porque o mar vai subir e ele vai pedir de volta um pedaço dos continentes ali”.


Apesar de reconhecer que algumas medidas estão sendo tomadas para mudar esse cenário, o professor defende que ainda é preciso concretizar os acordos e temas discutidos em conferências climáticas globais, como a COP 30, realizada em novembro do ano passado no Brasil. Nesse meio tempo, medidas de impacto imediato precisam ser adotadas pelas regiões costeiras com potencial catastrófico.


“A gente precisa adaptar as nossas cidades. Essa é uma medida mais imediata. Precisa reconhecer que isso está ocorrendo e adaptar. E garantir que as cidades então, principalmente costeiras nesse caso, pensando pelo aumento do nível do mar, possam cuidar da sua orla, cuidar da erosão costeira”.


Em relação ao ensino sobre o tema, o Brasil é um dos países pioneiros na implementação da cultura oceânica em escolas, com o chamado “currículo azul”, iniciativa que busca conscientizar alunos sobre a importância dos oceanos como fonte essencial da vida.

*Sob supervisão de Vitória Elizabeth.
 
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<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:13:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Chuvas: Inmet emite aviso de grande perigo para esta quarta&#45;feira</title>
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<description><![CDATA[ O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu aviso de grande perigo por causa do acumulado de chuva para esta quarta-feira, 11 de março. O alerta vale para o norte de São Paulo, para o Triângulo Mineiro e para o leste de Mato Grosso do Sul.

O risco é de chuva acima de 100 mm por dia, o que pode causar grandes alagamentos e deslizamentos de terra. Cidades como Ribeirão Preto, Bauru, São José do Rio Preto e Uberaba devem ficar em estado de atenção.

Também há um alerta de perigo para tempestades com granizo e ventos até 100 km/h no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná.

Já em áreas como Grande São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Goiânia, o aviso é de chuvas intensas com risco de corte de energia e queda de galhos.

Até segunda-feira, dia 16, as chuvas persistem em várias regiões. Os maiores volumes podem passar de 200 mm no norte paulista e no Triângulo Mineiro.

Em áreas do Amazonas, do Pará, do Maranhão e de Mato Grosso, a chuva pode chegar a 150 mm em pontos isolados, segundo o Inmet.

Enquanto o interior do Nordeste terá temperaturas elevadas, uma frente fria vai fazer as temperaturas caírem no leste das regiões Sul e Sudeste.

No último fim de semana, duas pessoas morreram em São Bernardo do Campo e em Sorocaba por causa de enxurradas.

Situação de emergência

Desde o início de fevereiro, o governo federal reconheceu situação de emergência em 16 cidades de Minas Gerais, do Rio de Janeiro e de São Paulo por causa das tempestades. A maioria dos municípios fica em Minas, onde o número de mortes por deslizamentos, desabamentos e enchentes na Zona da Mata chegou a 72.
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<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:13:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Aplicativo ajuda produtores a achar áreas para barragens subterrâneas</title>
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<description><![CDATA[ Famílias agricultoras do semiárido brasileiro e técnicos extensionistas já contam com o aplicativo GuardeÁgua, que auxilia na identificação de áreas apropriadas à construção de barragens subterrâneas e de sugestões gerais de práticas de manejo do solo e da água. 

O pesquisador da Embrapa Solos da Unidade de Execução de Pesquisa e Desenvolvimento de Recife, Alexandre Hugo Barros, diz que a nova ferramenta pretende promover a segurança hídrica e desenvolvimento sustentável do semiárido do país.


&quot;Ele tem como objetivo orientar pequenos produtores, famílias agricultoras, principalmente do semiárido do Nordeste, na construção de barragem subterrânea. Pra quem não sabe o que é uma barragem subterrânea, na verdade, a barragem subterrânea é o que a gente chama a grande caixa d&#039;água do sertão, que é para guardar água para aqueles locais onde chove muito pouco e não se consegue guardar água.&quot;


O coordenador técnico da Embrapa Solos, Flávio Marques, explica a funcionalidade da barragem subterrânea.


&quot;A gente vai cavar uma vala no sentido perpendicular da passagem da água e ali vai colocar uma camada impermeável, uma lona, um plástico. [Vamos] chumbar esse plástico de baixo até em cima, então de três, quatro, cinco metros de profundidade até a superfície. Aí você impede que essa água, que teoricamente, após as chuvas, se esvairia, e faz com que ela vá sendo retida.&quot;


O pesquisador Alexandre Hugo Barros informa como os técnicos e produtores baianos podem se beneficiar com a utilização do aplicativo.


&quot;Ele tá disponível na loja do Google. Então você pode baixar o aplicativo em qualquer celular; o nome do aplicativo é GuardeÁgua. Quando você baixar e instalar, você vai se cadastrar, vai colocar o seu nome e uma senha, e a partir dali você pode entrar e fazer todo o processo de caracterização do seu ambiente. Ele vai dizer se, com aqueles parâmetros que você entrou, se tem condições de você construir a sua barragem subterrânea.&quot;


A tecnologia teve financiamento do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.
 
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<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:13:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>São Paulo tem sexta chuvosa; cidade tem alerta de perigo para domingo</title>
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<description><![CDATA[ A sexta-feira (6) foi de pancadas fortes na capital paulista. No começo da tarde, a Defesa Civil enviou um alerta severo de chuvas fortes para moradores das zonas sul e oeste da cidade, e toda a cidade, que entrou em estado de atenção para alagamentos.

No meio da tarde desta sexta-feira, cerca de 25 mil clientes continuavam sem luz, de acordo com a concessionária Enel. 

Segundo o CGE, o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas, amanhã deve chover de forma isolada e o tempo segue abafado - com máximas de 27 graus - por conta do vento quente e úmido vindo do norte do país. 

No domingo, uma frente fria deve mudar o tempo ao longo da tarde, com potencial para chuvas, alagamentos e rajadas de vento. 

O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta de perigo para acumulados de chuva a partir da zero hora de domingo em todo o estado paulista. A previsão é de chuvas de 50 a 100 milímetros por dia, e há risco de alagamentos, deslizamentos de encosta e transbordamentos de rios.

 
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<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 12:30:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Paulo Teixeira destaca impacto das mudanças climáticas na agricultura</title>
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<description><![CDATA[ O impacto das mudanças climáticas na produção agrícola foi o tema central do programa “Bom Dia, Ministro” desta quinta-feira (5). A produção é veiculada na Rádio Nacional, emissora da EBC, a Empresa Brasil de Comunicação.

O titular da pasta do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, afirmou que a crise ambiental é uma das principais causas do aumento no preço dos alimentos. Para combater esse problema, o ministro destacou a necessidade de estimular o reflorestamento, a recuperação de áreas degradadas – como mananciais e áreas de proteção ambiental –, além da mudança de hábitos por parte da população:


“Uma das grandes lutas nossas é para a superação de certas práticas culturais que, na nossa opinião, são muito prejudiciais ao meio ambiente, como o uso do fogo na agricultura.”


Transição tecnológica

Segundo Teixeira, a pasta busca incentivar a transição tecnológica para superar essas práticas prejudiciais ao meio ambiente. Para isso, o governo oferece linhas de crédito com juros baixos para a compra de máquinas como tratores e roçadeiras automáticas:


“Hoje, você pode mecanizar a agricultura. Esse é o nosso esforço, da mecanização. Juros baixos, 2%, para comprar um trator, uma roçadeira. Nós, agora, estamos estimulando a vinda de roçadeira automática para o Brasil, que traz o tema de uma agricultura regenerativa, uma agricultura de baixo carbono, que é a transição que nós estamos buscando.”


O objetivo da mecanização é permitir a recuperação de áreas e pastagens degradadas, o que melhora a correção do solo e auxilia na captura de carbono.

Durante a entrevista, o ministro também falou sobre o Programa Nacional de Florestas Produtivas. A iniciativa visa recuperar terras para fins agrícolas e contribui para ampliar a produção de alimentos saudáveis, além de aumentar a geração de renda para os agricultores brasileiros.
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<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 11:24:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Paulo, Teixeira, destaca, impacto, das, mudanças, climáticas, agricultura</media:keywords>
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<title>Ibama conta 4,6 mil brigadistas para combater incêndios neste ano</title>
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<description><![CDATA[ O número de brigadistas federais para combate a incêndios florestais subiu para 4.660, informou o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho. Ele apresentou nesta quarta-feira as ações do governo para prevenção e controle do fogo para 2026. Os brigadistas estarão distribuídos em 246 brigadas que vão ficar nas áreas de maior risco. Metade dos profissionais são indígenas e cerca de 10% são quilombolas, segundo o presidente do Ibama:


&quot;Isso é muito importante porque são pessoas que conhecem o território, são pessoas que estão acostumadas a andar no ambiente florestal, e isso dá para nós um ganho de trabalho profissional muito grande, né? A gente tem brigadas especializadas, brigadas pronto emprego que ficam o ano todo à disposição para os eventuais acidentes e brigadas que atuam regionalmente&quot;, disse.


O presidente do Ibama ainda mencionou a disponibilidade de 18 helicópteros, 14 aviões, 89 embarcações, 973 caminhões e 408 veículos especializados nesse tipo de operação. Um desafio para o segundo semestre é a ocorrência do fenômeno El Niño, que pode aumentar as ondas de calor e reduzir as chuvas e assim criar maior risco para incêndios. E o segundo semestre também tem eleições. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse que espera que o tema ambiental se torne pauta do debate:


&quot;Mas eu espero que vire um tema nacional sim, independente de ter incêndio e de não ter incêndio. Eu espero que o problema da mudança do clima, da emergência climática, de tudo que isso acarreta do ponto de vista de perdas econômicas, de vida humana e de perspectiva em relação ao futuro se transforme num debate nacional&quot;, afirmou.


Segundo os dados apresentados, o Brasil teve uma redução de 39% nas áreas queimadas em 2025 em relação à média dos últimos oito anos. 
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<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 15:03:48 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Ibama, conta, 4, 6, mil, brigadistas, para, combater, incêndios, neste, ano</media:keywords>
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<title>Cheia no Amazonas deixa quatro cidades em situação de emergência</title>
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<description><![CDATA[ Quatro municípios do Amazonas estão em situação de emergência devido à cheia dos rios e outros 8 estão em estado de alerta segundo dados da Defesa Civil. 

No estado, os rios começam o processo de cheia entre outubro e novembro, após o fim da seca. Os níveis costumam subir progressivamente até o mês de junho, quando atingem a extremidade. 

Dos 4 municípios em situação de emergência, 3 são banhados pelo rio Juruá. Os municípios em emergência são Carauari, com a cota de cheia em 28,32 metros; Eirunepé, com 16,54 metros; Itamarati, 20,70 metros; e Jutaí, com 20,86 metros.

Já entre os 8 municípios em estado de alerta, 4 pertencem à calha do Rio Purus, 3 à calha do Rio Juruá e apenas 1 a do Alto Solimões. São eles Canutama, Envira, Guajará, Ipixuna, Juruá, Lábrea, Tapauá e Pauini.
 
  1:02 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 15:03:47 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Cheia, Amazonas, deixa, quatro, cidades, situação, emergência</media:keywords>
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<title>MG: mais de 400 produtores rurais foram prejudicados pelas chuvas</title>
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<description><![CDATA[ Um total de 402 produtores rurais foram prejudicados pelas fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira na última semana. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (2) pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) de Minas Gerais.

Mais da metade do total dos produtores afetados é do município de Ubá, onde 205 agricultores sofreram danos. Outros 109 estão em Juiz de Fora e 88 em Matias Barbosa.

Os prejuízos foram principalmente nas hortaliças, a maioria com plantio de couve, alface e cebolinha. Foram cerca de 45 hectares com perda total por causa das áreas encharcadas.

Mais da metade da perda foi em Juiz de Fora, onde cerca de 24 hectares de hortaliças foram destruídos. Em seguida vem Ubá, onde houve danos em 19 hectares, e Matias Barbosa, com dois hectares perdidos.

Pecuária

Há ainda problemas no escoamento da produção de leite, por causa da situação das estradas de acesso às propriedades.

Áreas de pastagem e a produção de silagem também foram atingidas, segundo a Emater de Minas Gerais.

A empresa tem trabalhado em parceria com a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil para identificar e mapear as famílias rurais que residem em áreas de risco.

Os técnicos estão orientando os produtores sobre como solicitar a prorrogação de dívidas do crédito rural e as maneiras de reestabelecer as áreas de produção, com alternativas de cultivo.
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<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 11:47:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Parceria entre estado e associação garante reciclagem de pneus na BA</title>
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<description><![CDATA[ 
Com o objetivo de dar um destino sustentável a um dos resíduos mais desafiadores da vida urbana, a Secretaria da Administração do estado e a ReciclANIP iniciaram em 2010 uma parceria estratégica de logística reversa. A Bahia foi o primeiro estado brasileiro a formalizar esse tipo de convênio. Em todos esses anos, mais de 15.300 pneus inservíveis foram recolhidos da frota oficial baiana.

Rafael Rios, coordenador de material permanente da Superintendência de Recursos Logísticos da SAEB, destaca que a iniciativa começou assim que foi aprovada a Política Nacional de Resíduos Sólidos. 


“Já em 2010 a gente iniciou essa parceria com a ReciclANIP. Então, essa parceria é feita por convênios de cooperação, sem custo nenhum para ambas as partes. A ReciclANIP, só para explicar, ela é uma associação vinculada à ANIP, que é a Associação Nacional das Indústrias de Pneumáticos.


O convênio, que opera sem custos para os cofres públicos, garante que itens de veículos como viaturas policiais e ambulâncias, que antes poderiam se tornar focos de doenças ou poluentes ambientais, sejam transformados em matéria-prima para criação de asfalto ecológico e até de combustíveis para a indústria de cimento. O recolhimento é periódico. Assim que o estoque atinge uma quantidade mínima, geralmente dois mil pneus de passeio ou 300 de carga, a ReciclANIP faz a retirada. 

O descarte de pneus velhos no Brasil é um grande desafio ambiental e de saúde pública, com cerca de 450 mil toneladas giradas anualmente. Os pneus levam cerca de 600 anos para se decompor na natureza.
 
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<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 11:51:39 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Chuva: Inmet emite alerta vermelho para regiões Norte e Noroeste de MG</title>
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<description><![CDATA[ As atenções da Defesa Civil seguem voltadas para as áreas de risco na zona da Mata Mineira, mas é no norte e Noroeste do estado que o volume das chuvas preocupa agora.  O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho de grande perigo para acumulados extremos de chuva que atingem as duas regiões. 

No município de Porteirinha, a barragem das Lages transbordou após as fortes chuvas da noite de sábado (28/2) e da madrugada deste domingo (1º/3). A prefeitura emitiu alerta e a Defesa Civil enviou mensagens aos moradores, orientando a evacuação das áreas próximas à estrutura. O governo de Minas informou o que acompanha de forma permanente a situação,  mapeando pontos críticos e fazendo uma avaliação técnica das condições de estabilidade. 

Também no norte de Minas, a cidade de Espinosa foi fortemente afetada no fim de semana. Choveu 97 milímetros na madrugada de sábado para domingo e as precipitações continuaram ao longo do dia. O volume elevou o nível do rio São Domingos e provocou alagamentos em diversos bairros. Diante dos estragos, a prefeitura decretou situação de emergência. 

Ainda no fim de semana, muitos estragos foram registrados na zona rural de Claro dos Poções. O volume médio registrado no município chegou a 106 milímetros em um curto período. E o acumulado provocou o extravasamento de córregos e rios da região,  além de enxurradas que causaram estragos em estradas e pontes. As chuvas também provocaram alagamentos em Bocaiuva e em Montes Claros, com precipitações acima de 90 milímetros. O corpo de bombeiros atendeu ocorrências de inundações, mas não houve registro de vítimas. 

De acordo com a Defesa Civil do estado, desde o início do período chuvoso, em outubro do ano passado, já foram reconhecidos em Minas 112 decretos com situação de emergência e três de estado de calamidade. 
 
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<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 11:51:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Chuvas em Minas: bombeiros buscam a última vítima desaparecida em Ubá</title>
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<description><![CDATA[ O Corpo de Bombeiros continua, nesta segunda-feira (2/3), as buscas pela última vítima desaparecida em Ubá, em Minas Gerais, após as fortes chuvas na Zona da Mata. A tragédia deixou 72 mortos, sendo 65 em Juiz de Fora e sete em Ubá.
 
As equipes resgataram dois corpos no sábado (28/2): o de uma criança de nove anos, em Juiz de Fora, e o de um morador, em Ubá. Após os temporais, o número de desalojados e desabrigados chega a quase 5.500 na região. Em Juiz de Fora, são 4.200; cerca de 850 em Matias Barbosa; e 420 em Ubá.
 
As buscas por vítimas em Juiz de Fora foram concluídas neste domingo (1º/3). Os trabalhos agora estão voltados a vistorias técnicas nas áreas de risco e ao apoio aos órgãos municipais na Zona da Mata.
 
O governo federal já liberou R$ 16 milhões para ações de assistência humanitária, restabelecimento e recuperação dos municípios atingidos na Zona da Mata. Já o governo estadual destinou R$ 13 milhões para o fornecimento de equipamentos e recursos humanos especializados.

Além de Juiz de Fora e Ubá, a Defesa Civil já enviou reforços para atendimentos emergenciais em Matias Barbosa e Cataguases. O serviço de limpeza das ruas e avenidas das cidades será ampliado com o uso de máquinas pesadas, como pá-carregadeira, retroescavadeira e caminhões-pipa.
 
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<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 11:51:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Qualidade do ar: poluentes ultrapassam, com frequência, limite da OMS</title>
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<description><![CDATA[ A concentração de diversos poluentes no ar respirado em todo o Brasil ultrapassa frequentemente o limite admitido pela OMS, Organização Mundial da Saúde.

É o que aponta o Relatório Anual da Qualidade do Ar 2025, divulgado nesta semana pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

Pela primeira vez, o documento considera os padrões estabelecidos por uma resolução do Conama, Conselho Nacional do Meio Ambiente, que atualizou os limites admitidos no país e estabeleceu etapas de transição para alcançar os padrões da OMS.

Os dados são de 2024 e revelam a concentração de poluentes como ozônio, monóxido de carbono, dióxido de nitrogênio, dióxido de enxofre, entre outros.

Segundo a análise, as únicas substâncias que se mantiveram nos limites admitidos da tabela de transição do Conama, com poucas ultrapassagens, foram o monóxido de carbono, formado pela queima de combustíveis fósseis, como a gasolina e o diesel, além de madeira e carvão; e o dióxido de nitrogênio, também gerado pela queima de combustíveis fósseis, sendo as principais fontes os motores de combustão interna e as centrais térmicas.

Adalberto Maluf, Secretário Nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, destaca a importância do novo monitoramento da qualidade do ar, tendo em vista as consequências da poluição para a saúde e o meio ambiente.  


“A qualidade do ar é um tema central para a saúde pública, proteção dos ecossistemas, enfrentamento das mudanças climáticas... assim, o relatório mostra também dados preocupantes, da ultrapassagem em várias cidades e estados, dos padrões de qualidade do ar, conforme a nova resolução do conselho nacional do meio ambiente, a 506, aprovada em 2025, que atualizou os padrões de emissão de poluentes no Brasil”.


De acordo com o levantamento, o aumento de concentração de ozônio, um gás de efeito estufa que também é um poluente atmosférico nocivo, chegou a atingir, em média, 11% do total de medições em 2024, com maiores magnitudes observadas nas estações de monitoramento do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia.

Já o material particulado fino, que reúne micropartículas de poluição com maior penetração nos pulmões e corrente sanguínea, registrou tendência de redução da concentração, que chegou a 8,4% em estações de São Paulo.

O secretário Adalberto Maluf ressalta que o novo relatório, que une ações dos órgãos estaduais e consolida um banco de dados nacional, permite identificar com maior clareza as ultrapassagens dos padrões de qualidade do ar. O representante do MMA cita outras medidas que vêm sendo tomada nessa direção.


“Esses esforços se somam à resolução do Pronar, o Programa Nacional de Qualidade do Ar, que será votada no Conselho Nacional de Meio Ambiente, e também uma nova resolução sobre episódios críticos da poluição urbana, que também avança dentro do Conselho Nacional de Meio Ambiente. O Brasil está, nesse momento, desenvolvendo um plano nacional de ação ar limpo e clima, organizando de maneira estratégia as ações tanto do plano clima, quanto do plano de qualidade do ar”.


Atualmente, o país conta com 570 estações de monitoramento da qualidade do ar. O número representa um aumento de 91 unidades, equivalentes a 19%, em relação aos dados de 2023, e de 175 unidades, equivalentes a 44%, na comparação com 2022.

*Com informações da Agência Brasil
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<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 11:09:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Regiões Sudeste e Nordeste têm alerta vermelho para chuvas</title>
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<description><![CDATA[ O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta sexta-feira (27), um alerta vermelho de acumulado de chuva, classificado como de &quot;grande perigo&quot;. O aviso atinge quase 500 municípios das regiões Sudeste e Nordeste.

A área de maior risco abrange todo o estado do Espírito Santo, o sul da Bahia e as regiões norte e nordeste de Minas Gerais, além do Norte fluminense.

De acordo com o monitoramento do Inmet, o volume de chuva pode ultrapassar 60 mm por hora ou acima de 100 mm em um único dia. Por isso, há risco elevado de grandes alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas.

Esse cenário ocorre devido a um sistema de baixa pressão na costa da região Sudeste e à passagem de uma frente fria pelo Oceano Atlântico, que favorecem a formação de um corredor de umidade sobre o continente e causam chuvas intensas.

Em Minas Gerais, a estação de Juiz de Fora registrou mais de 730 mm apenas em fevereiro, superando o recorde histórico de 1961.

Alerta laranja

No Piauí, o Inmet emitiu alerta laranja de perigo para 100 municípios. Essa classificação indica que pode chover entre 30 a 600 mm por hora, com ventos de até 100 km/h, com risco de corte de energia, alagamentos, queda de árvores e descargas elétricas.

A Defesa Civil recomenda que a população dessas localidades desligue aparelhos elétricos, incluindo o quadro geral de energia; em caso de inundação, coloque documentos e pertences em sacos plásticos; permaneça em locais abrigados; e evite o trânsito em áreas alagadas.

A instabilidade deve persistir durante o final de semana, com o deslocamento dos sistemas de chuva para o litoral da Bahia e para o norte do Espírito Santo, entre sábado (28) e domingo (1º).

Para informações oficiais e socorro, a população deve ligar nos números: 199, da Defesa Civil, ou 193, do Corpo de Bombeiros.
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<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 11:09:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Chuva: Lula critica governo de Minas por não usar recursos do Novo PAC</title>
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<description><![CDATA[ O presidente Lula vai a Minas Gerais neste sábado para visitar áreas afetadas pelas chuvas intensas que deixaram mais de 60 mortos na Zona da Mata mineira.

Nesta sexta-feira, 27, durante o encerramento da 6ª Conferência Nacional das Cidades, em Brasília, Lula criticou o governo do Estado de Minas Gerais por não ter utilizado recursos do Novo PAC, Programa Nacional de Aceleração do Crescimento, para prevenção de desastres. Durante a fala, Lula conversa com o ministro das Cidades, Jader Filho, que afirma que o governador de Minas não apresentou projeto para captar recursos.


“Amanhã eu vou a Juiz de Fora fazer uma visita às visitas das pessoas que foram vítimas da chuva. Eu vou à Ubá também e vou conversar com os prefeitos das cidades”.


Em seguida, o presidente Lula citou outras cidades brasileiras que também enfrentam problemas com drenagem de água das chuvas e apresentam riscos de deslizamento de encostas.


 “Nós temos problemas também na região de Paraty, de Angra dos Reis. Temos alguns problemas no interior de São Paulo. E isso é o resultado do descaso histórico que se tem com o povo pobre desse país. É o descaso, porque um prefeito pode saber, de antemão, que uma determinada área não pode ser ocupada porque não garante condições das pessoas morarem, porque pode haver deslizamento, porque pode haver enchente”.


Até o momento, a Defesa Civil Nacional liberou de R$ 5,4 milhões para ações de respostas às chuvas em Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa. As cidades mineiras tiveram o estado de calamidade pública reconhecido na última terça-feira.

Procurado, o governo de Minas Gerais não comentou sobre os recursos federais disponibilizados e não utilizados em ações preventivas.
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<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 11:09:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Chuvas: número de mortes na Zona da Mata mineira sobe para 65</title>
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<description><![CDATA[ Subiu para 65 o número de mortos por causa dos temporais que atingem a Zona da Mata mineira desde segunda-feira (23). Quatro pessoas ainda estão desaparecidas. A informação foi atualizada pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais nesta sexta-feira (27).

Juiz de Fora registra, até o momento, 59 vítimas fatais e dois desaparecidos. Em Ubá, seis pessoas morreram e duas estão desaparecidas, segundo a corporação. De acordo com os dados divulgados, também há registro o de 389 desabrigados e mais de 5,5 mil desalojados por causa das chuvas.

Piso Mineiro de Assistência Social

De acordo com o governo de Minas, foi autorizada hoje a antecipação de três a seis parcelas do Piso Mineiro de Assistência Social, com mais de R$ 1,3 milhão, para os municípios atingidos pelas chuvas. O estado também solicitou ao Comitê Gestor do Simples Nacional, em Brasília, a prorrogação do pagamento dos tributos de fevereiro e março para empresas afetadas.

Saque Calamidade do FGTS

Já o governo federal liberou o Saque Calamidade do FGTS, pelo aplicativo do fundo, para os cidadãos de Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa. O prazo para pedir a liberação vai até 25 de maio. O valor, até R$ 6.220, é limitado ao saldo na conta, e a pessoa não pode ter feito saques por calamidade nos últimos 12 meses. É preciso também enviar foto de um documento de identidade e do comprovante de residência em nome do trabalhador. Depois, basta indicar a conta bancária para receber o dinheiro e concluir a solicitação. 

A Caixa também informou que vai enviar caminhão-agência para reforçar o atendimento à população afetada.
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<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 11:09:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Tocantins entra em estado de alerta de perigo para temporais</title>
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<description><![CDATA[ O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou estado de alerta para todo o Tocantins de perigo para chuvas intensas até a próxima sexta-feira (27). Os tocantinenses devem ter atenção nesse período, devido ao risco de descargas elétricas, alagamentos, queda de árvores e corte de energia elétrica.

Durante o alerta, o volume de chuva pode chegar até 100 mm por dia. Também há a possibilidade de ventos intensos, que podem variar de 60 km/h a 100 km/h.

Orientações

O Inmet orienta que, durante os temporais, a população não deve se abrigar embaixo de árvores ou estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Isso para evitar o risco de descargas elétricas ou de quedas.

Em caso de acidentes, o cidadão deve acionar a Defesa Civil, pelo telefone 199, ou o Corpo de Bombeiros, pelo 193.
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<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:57:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Floresta Amazônica está mais resistente à seca, diz estudo da UFMG</title>
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<description><![CDATA[ A Floresta Amazônica está se tornando mais resistente à seca, uma lenta transformação para sobreviver ao aumento das temperaturas e à escassez de água. É o que mostra uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O estudo é resultado de uma análise de 40 anos de dados de satélite e observações de campo de mais de 3 mil árvores, e que foi publicada este mês em uma revista científica internacional. Os dados abrangem os nove países amazônicos. Segundo os pesquisadores, a vegetação está adotando estratégias mais próximas de biomas mais secos, como o cerrado.

A pesquisa, liderada por Milton Barbosa, da Universidade Federal de Minas Gerais, com participação da Universidade de Oxford, aponta que a variabilidade da luz refletida pelas árvores, nas estações secas, diminuiu em um terço desde a década de 1980. A consequência disso são folhas mais rígidas e duras, mais adaptadas às secas extremas, porém, com menos biodiversidade original, explicou o pesquisador.

O professor Milton Barbosa cita uma série de medidas que poderiam ser tomadas, enquanto ainda há tempo para manter ou recuperar as características da Floresta Amazônica.


&quot;Precisa haver um planejamento do uso do solo de forma integrada, evitando assim uma expansão desordenada que aumenta o calor, a seca e a fragmentação. É necessário fortalecer, por exemplo, monitoramento por satélite e sistemas de alerta precoce, inclusive com indicadores de estresse da vegetação, para poder identificar áreas em risco antes que o colapso aconteça. É preciso incentivar uma produção agropecuária de baixo impacto e mais resiliente ao clima, com uma melhor gestão do solo e da água.&quot;


O estudo mostra ainda que se o ritmo dessa mudança continuar, o sudeste dessas regiões poderá atingir níveis de estabilidade comparáveis às zonas de transição do Cerrado dentro das próximas três a quatro décadas.

Diferente do desmatamento por corte, que é visível imediatamente, essas mudanças acontecem dentro da floresta intacta. Ou seja, mesmo áreas sem perturbação humana direta estão perdendo resiliência diante da crise climática.

* Com produção de Salete Sobreira.
 
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<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 10:56:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Floresta, Amazônica, está, mais, resistente, seca, diz, estudo, UFMG</media:keywords>
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<title>Estado do RJ tem aviso de grande perigo meteorológico até sexta, 27</title>
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<description><![CDATA[ O Inmet, Instituto Nacional de Meteorologia, divulgou um aviso meteorológico de grande perigo para o estado do Rio de Janeiro até a próxima sexta-feira (27). O volume de chuva pode ultrapassar 100 mm/dia, com risco de alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas. As áreas que podem ser mais afetadas são: Sul, Noroeste e o Norte, além da Região Metropolitana da capital e a Baixada Fluminense.

A Defesa Civil mantém o alerta de temporais para o estado nesta terça-feira (24), após os estragos causados pelas fortes chuvas de segunda na Baixada Fluminense. Cidades como São João de Meriti, Duque de Caxias e Nova Iguaçu seguem sob monitoramento devido ao alto risco de deslizamentos.

⏩ Ouça também: Inmet prevê chuvas intensas até sexta-feira (24) no país

Em São João de Meriti, uma idosa morreu nesta segunda e pelo menos 600 pessoas ficaram desalojadas. A cidade entrou no Estágio 5 de Alerta, o nível mais alto na escala da Defesa Civil.

O município do Rio de Janeiro permanece em Estágio 2, uma previsão de mudança na rotina da cidade nas próximas horas ou impactos que exigem ações imediatas de resposta. Na segunda, o Centro de Operações e Resiliência da Prefeitura informou que houve impactos em bairros como Pavuna, Méier, Irajá, Tijuca, Campo Grande e Bangu.

De acordo com o sistema Alerta Rio, o tempo na capital foi influenciado por áreas de instabilidade, associadas a uma região de baixa pressão, com registro de pancadas de chuva muito fortes acompanhadas de raios. A previsão para esta terça-feira é de céu predominantemente nublado com previsão de pancadas de chuva a qualquer momento do dia, podendo vir com raios nos períodos da tarde e noite.

Os ventos estarão moderados. A temperatura pode chegar a 32 graus.
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<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 12:20:44 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Chuvas em SP provocaram pelo menos 19 mortes desde dezembro</title>
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<description><![CDATA[ A Defesa Civil do estado de São Paulo confirmou mais duas mortes em decorrência das chuvas e, com isso, subiu para 19 o número de vítimas desde o mês de dezembro. 

Segundo a Defesa Civil, a 18ª vítima era uma criança de 11 meses que morreu em Pirassununga, após uma tempestade com vendaval. A 19ª morte foi registrada no município de Natividade da Serra, onde um idoso havia desaparecido após sua casa desabar. As equipes de resgate localizaram o corpo na segunda-feira (23).

O Gabinete de Crise, que coordena as ações de resposta às fortes chuvas, está mobilizado de forma presencial até quinta-feira (26). A previsão de chuva contínua no estado segue até sexta-feira (27), principalmente no litoral, onde as pancadas são de maior intensidade. 

Ouça também 🎧: Defesa Civil de SP alerta para frente fria a partir desta terça (24)

Em Peruíbe, na Baixada Santista, quase 400 pessoas foram afetadas pelas fortes chuvas e estão desabrigadas. A prefeitura decretou situação de emergência, o que possibilita ações de resposta mais ágeis.

Foram montados quatro abrigos humanitários na cidade, que recebeu itens como colchões e kits de higiene da Defesa Civil, que faz vistorias nas áreas alagadas do município. Não há registro de vítimas fatais, mas a previsão é de mais chuva e com o solo encharcado aumentam os riscos para deslizamentos de terra.  

Em Mongaguá, no litoral Sul, cerca de 800 imóveis foram impactados pelos alagamentos nas ruas. Em Ubatuba, dois homens morreram numa embarcação que naufragou por conta da chuva e vento fortes. 

O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta de grande perigo para acumulado de chuva na região Sudeste, válido até sexta-feira. No litoral de São Paulo, pode chover acima de 60 milímetros por hora ou mais de cem milímetros por dia. Existe risco de alagamentos, transbordamento de rios e deslizamento de encostas.
 
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<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 12:20:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Litoral de SP segue em alerta após fortes chuvas do fim de semana</title>
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<description><![CDATA[ O litoral de São Paulo ainda está em alerta de chuvas fortes após as tempestades deste fim de semana. A Defesa Civil do estado montou um gabinete de crise para monitorar a situação. 

Em Peruíbe e em Ubatuba choveu muito acima do esperado. As estradas da região estão com restrições de tráfego por causa do risco de queda de barreiras e deslizamentos. Desvios com rotas alternativas foram montados.

Em Peruíbe, 80 pessoas já foram resgatadas. Na cidade, assim como em Itanhaém, as aulas foram suspensas. Em Serra do Guaraú, o solo ainda está bastante encharcado. A prefeitura suspendeu as comemorações de aniversário da cidade. 

O tenente Maxwell de Souza, da Defesa Civil de São Paulo, disse que a chuva não deve chegar com tanta intensidade na capital e que a preocupação no momento é com a região litorânea.


&quot;Ainda seguimos com a [rodovia] Tamoios bloqueada; do km 59 ao km 81 não dá para trafegar. A Oswaldo Cruz, que é uma outra importante ligação de Bertioga para Ubatuba, para a região do Vale do Paraíba, também está interditada por queda de barreira. A única rodovia desse sistema para o litoral Norte que está desobstruída é a Mogi-Bertioga e o sistema Anchieta-Imigrantes também.&quot;


Em Natividade da Serra, um homem está desaparecido depois que um deslizamento de terra atingiu uma casa. As buscas por ele continuam nesta segunda-feira (23). 

Em Peruíbe e Ubatuba, o trabalho é de monitoramento, ações preventivas e ajuda aos afetados.

Vale lembrar que a população deve evitar áreas de risco, ficar longe de locais interditados e acompanhar os alertas emitidos pela Defesa Civil.
 
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<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 13:29:31 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Defesa Civil de SP alerta para frente fria a partir desta terça (24)</title>
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<description><![CDATA[ A passagem de uma frente fria pelo estado paulista entre esta terça-feira (24) e a próxima sexta-feira deve provocar chuva contínua e forte, principalmente no litoral.

Segundo a Defesa Civil do Estado, a estimativa de risco mais alto de acumulados de chuva é nas regiões do Vale do Ribeira, Baixada Santista, Litoral Sul e Litoral Norte.

Já em Itapeva, Sorocaba, Campinas, Serra da Mantiqueira, Vale do Paraíba, Capital e Região Metropolitana de São Paulo também há risco alto de acumulados de chuva.

O Gabinete de Crise, que monitora as respostas às chuvas intensas, segue mobilizado presencialmente até a próxima quinta-feira, durante o período em que as precipitações devem ser mais fortes. 

A recomendação da Defesa Civil é que a população fique atenta aos alertas oficiais e adote medidas preventivas para minimizar os impactos das chuvas.

Quem mora em áreas de encosta deve prestar atenção a sinais como rachaduras no chão e nas paredes e inclinação de postes e árvores.

Em caso de identificação de indícios, os moradores devem deixar o local imediatamente e entrar em contato com a Defesa Civil pelo 199 ou Bombeiros pelo 193.
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<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 13:29:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Fortes chuvas deixam 14 mortos e 440 desabrigados em Juiz de Fora</title>
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<description><![CDATA[ A prefeitura de Juiz de Fora confirmou 14 mortes em decorrência das fortes chuvas que atingiram o município na noite desta segunda-feira (23/2). Os óbitos foram registrados em diferentes bairros, com destaque para quatro vítimas por soterramento no bairro JK e outras quatro no Santa Rita.  Ao menos seis soterramentos foram contabilizados também nas regiões da Cerâmica, Esplanada, Três Moinhos e Parque Bournieu.

A Defesa Civil estima 440 pessoas desabrigadas e 251 ocorrências atendidas em apenas um dia.  Em declaração, o porta-voz do Corpo de Bombeiros, Tenente Henrique Barcelos,  confirmou o transbordamento do rio Paraibuna e destacou que neste momento a prioridade das equipes é o resgate de vítimas, o atendimento às famílias atingidas e a busca por desaparecidos. 


“Em Juiz de Fora foi registrado o transbordamento do Rio Paraibuna. E o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais foi acionado para atender ocorrências de inundações, soterramentos e risco estrutural em costas e áreas próximas ao rio. Em poucas horas foram mais de 40 chamadas emergenciais envolvendo vias bloqueadas, moradores ilhados e casas atingidas. Além das equipes da nossa corporação que já atuam na região, deslocamos no início da madrugada deste dia 24 de fevereiro equipes do batalhão de emergências ambientais em resposta a desastres. Ao todo são mais de 20 militares, materiais de salvamento e cães de busca para reforçar essa operação. As ações estão concentradas na localização de vítimas e retirada de moradores de área de risco. Diante de qualquer suspeita de movimentação do terreno, saia imediatamente e busque um local seguro. Em caso de emergência, acione o Corpo de Bombeiros Militar pelo número 193”.


Em seis horas, o volume de chuva ultrapassou 100 milímetros em alguns pontos,  provocando deslizamentos, desabamentos e o transbordamento do rio Paraibuna. 

Segundo o Inmet, o Instituto Nacional de Meteorologia, o alerta para temporais segue até sexta-feira na região (27/2), com previsão de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora e ventos que podem chegar a 100 quilômetros por hora. Diante da gravidade da situação,  a prefeitura suspendeu as aulas da rede municipal nesta terça-feira (24/2). 
 
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<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 13:29:29 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Inmet emite alerta laranja para chuvas e ventos no Sudeste e no Paraná</title>
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<description><![CDATA[ O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta quarta-feira (18), um alerta laranja para chuvas e ventos intensos em grande parte do estado de São Paulo e algumas regiões de Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais. O alerta laranja indica situação de perigo e fica abaixo somente do alerta vermelho em escala de gravidade.

Segundo o Inmet, os ventos podem atingir 100 km/h e as chuvas podem variar entre 30 mm e 60 mm por hora. Ou seja, muito cuidado ao sair de casa porque vai cair um &quot;pé d&#039;água&quot;.

O acumulado de chuva, que é o volume total de água que caiu ao longo de 24 horas, pode variar de 50 mm a 100 mm no dia, por isso o alerta para deslizamentos de terra, cheia de rios e queda de árvores. Vale lembrar que o alerta do Inmet é válido até às 10h de quinta-feira (19).

São Paulo

A Defesa Civil do estado de São Paulo informou que as chuvas fortes devem atingir principalmente a faixa leste do estado e são provocadas pela passagem de uma frente fria em alto-mar.

Na quarta-feira, são esperadas rajadas de vento e até queda de granizo. Para a quinta, a previsão é de pancadas de chuva isoladas. Na sexta-feira (20), a previsão é de sol entre nuvens, mas o calor e a alta umidade podem provocar pancadas de chuva isoladas com raios e rajadas de vento.

*Com informações da Agência Brasil
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<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 10:22:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Delegação brasileira participa da Semana do Clima de Mumbai</title>
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<description><![CDATA[ A presidência brasileira da COP30 participará, a partir desta terça-feira (17), da Semana do Clima de Mumbai, na Índia. Durante o evento, a delegação do Brasil reforçará a chamada para o multilateralismo na velocidade necessária para acompanhar o aquecimento global, sem comprometer a tomada de decisões, preservando o consenso e o direito internacional.

Durante a COP30, que foi realizada em novembro de 2025, em Belém, no Pará, o Brasil defendeu a implementação de medidas por meio de coalizões que permitam mobilizar recursos financeiros e buscar soluções.

O evento na Índia ocorre após reuniões entre a presidência da COP30 e a direção da próxima conferência, que vai ocorrer em Antália, na Turquia, em novembro deste ano. A delegação brasileira busca dar continuidade aos resultados alcançados em Belém e acelerar a implementação do Acordo de Paris, que pretende reduzir em 1,5ºC o aquecimento do planeta até 2030.

Acelerador de Implementação Global

Durante o evento em Mumbai, serão discutidos mecanismos lançados na COP30, como o Acelerador de Implementação Global, que prioriza ações com maior potencial de escala e velocidade para o combate à mudança do clima. Isso vale, por exemplo, para a redução de emissões de metano e a remoção de carbono por meio de soluções baseadas na natureza.

A Semana do Clima de Mumbai será o primeiro grande encontro climático do ano, com a chance de ampliar a mobilização global de implementação de medidas climáticas rumo à COP31, na Turquia.
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<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 10:49:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Defeso do caranguejo&#45;uçá começa nesta terça (17) em dez estados</title>
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<description><![CDATA[ O Ibama anunciou que começa, nesta terça-feira (17/2), o período de defeso do caranguejo-uçá, com encerramento no dia 22 de fevereiro. O período de defeso é válido para os estados do Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Bahia, regiões onde as espécies são capturadas.

A medida garante a reprodução do caranguejo-uçá e proíbe a captura e comercialização dessa espécie, segundo o superintendente do Ibama na Paraíba, Nino Amazonas


“Este período de defeso também é conhecido como andada, que é quando os caranguejos saem das tocas para realizar as atividades reprodutivas e eles ficam mais vulneráveis nesse período. A proibição que é estabelecida com o período de defeso garante que a espécie consiga se reproduzir e mantém o equilíbrio do manguezal e a própria renda futura dos pescadores que usam essa espécie, que usam esse crustáceo”.


Enquanto o defeso estiver em vigor, a comercialização desses caranguejos só é permitida por meio da Declaração de Estoque, que deve estar registrada no Ibama.

As próximas etapas do defeso do caranguejo-uçá vão acontecer de 3 a 8 de março e de 18 a 23 do mesmo mês.

A pesca irregular, o transporte ou a comercialização dessa espécie durante o defeso sujeitam o infrator a multa que vai de R$ 700 até R$ 100 mil, com acréscimo de R$ 20 por quilo apreendido.

*Com supervisão de Fabiana Sampaio. 
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<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 10:49:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Editais liberam R$ 9 milhões para projetos ligados à pesca artesanal</title>
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<description><![CDATA[ O Ministério da Pesca lançou, nesta quarta-feira (11), dois editais do Plano Nacional da Pesca Artesanal que destinam R$ 9 milhões para projetos de ações culturais e produtivas.

O primeiro edital, de Culturas Pesqueiras Artesanais, é inédito e será realizado em parceria com a Universidade Federal do Pará. Serão selecionados 114 projetos do campo de estudos da pesca artesanal, além de produções artístico-culturais ligadas às tradições pesqueiras. As inscrições estarão abertas de 16 de fevereiro até 31 de março.

Já o segundo edital, de Fortalecimento Produtivo dos Territórios Pesqueiros Artesanais, tem parceria com o Ministério das Mulheres. O objetivo é promover geração de trabalho e renda, com prioridade para as mulheres pescadoras. O lançamento contou com a presença da ministra Márcia Lopes.


&quot;As mulheres representam quase metade da força de trabalho da pesca artesanal do Brasil. São mais de 780 mil mulheres que trabalham diariamente nos rios, mares e manguezais. Nossa parceria, neste edital, é incentivar a organização das cooperativas de mulheres.&quot;


Podem participar entidades privadas sem fins lucrativos e cooperativas. Os recursos por projeto variam de R$ 25 mil a R$ 350 mil. As inscrições estão abertas até o dia 13 de março.
 
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<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 15:35:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Desmatamento na Amazônia registra a menor taxa em 11 anos</title>
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<description><![CDATA[ O desmatamento no bioma Amazônia teve a menor taxa em 11 anos, e a quarta queda consecutiva, em 2025, em relação ao ano anterior. Os dados são do Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes) e do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e foram divulgados nesta quinta-feira (12) pela Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas do governo federal.  
 
Os números mostram que, em 2025 a Amazônia registrou uma redução de 50% de área desmatada em comparação com 2022, e de 35% em relação a 2024, nos últimos seis meses.

Segundo dados do sistema Deter, o governo enxerga uma tendência de a Amazônia ter a menor taxa de desmatamento da série histórica, iniciada em 1988. É o que explica o coordenador do Programa de Monitoramento dos Biomas Brasileiros do Inpe, Claudio Almeida.


&quot;Se tudo continuar como está, a gente teve seis meses de Deter, mas ainda faltam outros seis meses, que é inclusive onde está concentrada a maior parte do desmatamento. A maior parte do desmatamento é no final desse período da estação seca. Essa tendência não é garantia de que vai ter uma redução continuada. Essa tendência, a gente deve ter um índice muito bom no final do ano.&quot;


Presente na divulgação dos dados, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva atribuiu os resultados a “políticas públicas consistentes, bem desenhadas e bem implementadas”. Também destacou a importância do Deter, que faz o monitoramento em tempo real, para as fiscalizações e para a tendência de mais redução no desmatamento.  


&quot;Foram cerca de 25 mil ações de fiscalização na Amazônia. Isso é graças a esse acompanhamento em tempo real e nós já estamos na versão 0.5 do plano de prevenção e controle de desmatamento da Amazônia. Todo o esforço que é feito, o Ibama, a Polícia Federal, a PRF, o pessoal da Funai, o ICMBio, isso tudo é algo que colabora para que a gente tenha esses primeiros seis meses com essa tendência de queda do desmatamento.&quot;


Biomas pelo Brasil

A Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas também apresentou outros dados do Deter.

No bioma Cerrado, também houve redução de 11% no desmatamento, em relação a 2024; a menor taxa em 5 anos. Já o Pantanal teve queda superior a 65% em relação a 2024, mas, em comparação com 2025, houve um aumento de 45%. No caso da Amazônia e do Cerrado, o Deter apresentou redução nos alertas.

Segundo o governo, dos 81 municípios que mais desmatam na Amazônia, 70 já fazem parte do programa União com Municípios, para receber apoio no combate a crimes ambientais. Juntos, reduziram o desmatamento em 65,5%, entre 2022 e 2025. 
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<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 15:35:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Defesa Civil de São Paulo alerta para risco de deslizamentos de terra</title>
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<description><![CDATA[ Por conta do alto acumulado de chuvas nas últimas 72 horas, a Defesa Civil aqui do estado mantém 30 municípios em atenção para deslizamentos de terra.   

A chance é ainda maior em regiões onde choveu recentemente e em áreas de encosta, e a população deve redobrar a atenção nessas condições. 

Entre as cidades estão a capital paulista, Francisco Morato, Franco da Rocha, São Luiz do Paraitinga, e municípios do litoral como Santos, Guarujá, Bertioga e Ubatuba. 

A operação do Plano de Contingência de Proteção e Defesa Civil acontece no período chuvoso no estado, entre dezembro e março e conta com quatro níveis. No estágio de atenção, os municípios adotam medidas preventivas, como acompanhar a situação em áreas de risco, com monitoramento das condições do solo, além de realizar campanhas de conscientização com a população.

Segundo a Defesa Civil do Estado, quem mora em áreas de risco deve ficar atento a sinais como rachaduras no solo e em paredes, árvores inclinadas e estalos em encostas. A orientação em caso de risco iminente é deixar o local e acionar a Defesa Civil pelo telefone 199. 
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<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 11:49:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Seguro&#45;defeso começa a ser pago dia 17; primeira etapa soma R$ 76 mi</title>
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<description><![CDATA[ Quase 47 mil pescadores beneficiários do seguro-defeso, que solicitaram o pagamento em novembro do ano passado, vão começar a receber o benefício na próxima terça-feira, dia 17 de fevereiro.

O seguro vai ser pago aos trabalhadores que entregaram o Relatório do Exercício da Atividade Pesqueira ao Ministério da Pesca e Aquicultura, que estão com o Registro de Pesca regular, moram em municípios abrangidos pelo defeso e são inscritos no Cadastro Único, o CadÚnico.

Os valores, que correspondem a um salário mínimo, podem ser sacados mensalmente, de acordo com a data do pedido e o período de defeso correspondente.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, serão disponibilizados R$ 76 milhões para esta primeira etapa do pagamento.

Os pescadores que não apresentaram o Relatório do Exercício da Atividade Pesqueira precisam regularizar a situação junto ao Ministério da Pesca e Aquicultura para receber o benefício. 

Os estados com mais benefícios concedidos são Paraíba, com 11 mil, Maranhão, com 10 mil, e o Pará, com 4 mil.

Para solicitar o benefício do seguro-defeso, os pescadores artesanais devem fazer o pedido por meio da Carteira de Trabalho Digital ou pelo portal Gov.br. Por lá, também é possível acompanhar o andamento do processo, consultar datas de pagamento e pedidos de revisão.

Os profissionais que querem receber o seguro defeso devem estar inscritos no Registro Geral da Pesca há, no mínimo, um ano, contado da data de solicitação do benefício. Também é necessário estar inscrito no Cadastro Único e ter apenas a pesca como fonte de renda, entre outros requisitos.

*Com supervisão de Fabiana Sampaio
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<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 11:49:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Cemaden emite alerta moderado para risco de fortes chuvas no país</title>
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<description><![CDATA[ O Cemaden, Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, emitiu alerta moderado para risco de fortes chuvas, vendavais e possibilidade de deslizamentos de terra na maior parte do país para esta quarta-feira (11).

Norte

De acordo com o Cemaden, a chance de inundação de áreas ribeirinhas é moderada nas regiões de Lábrea e Tefé, no estado do Amazonas, por conta das ondas de cheia que afetam os rios e também pelas pancadas de chuva previstas para os próximos dias.

Sudeste

No Sudeste, é moderada a possibilidade de enxurradas, extravasamento de canais e alagamentos. Na capital paulista, em Campinas e em São José dos Campos, a previsão de pancadas isoladas com intensidade de moderada a forte pode levar a altos acumulados de chuva.

A Defesa Civil de São Paulo aumentou para 45 o número de cidades com riscos de deslizamento de terra no estado. Com o solo encharcado e altos acumulados de chuva, os municípios devem aumentar as vistorias em áreas de risco, monitorar as condições do solo e reforçar as ações de conscientização com a população, além de manter equipes e recursos prontos para o caso de agravamento do cenário.

Segundo o Cemaden, cerca de 50 municípios fluminenses têm risco moderado para deslizamentos.

Nordeste

No Nordeste, a probabilidade de inundações no entorno do Rio São Francisco e afluentes é moderada, em decorrência da onda de cheia do rio.

Sul

A partir da manhã desta quarta-feira, há alerta de perigo de tempestades na região metropolitana de Porto Alegre e na metade sul do Rio Grande do Sul, com acumulados de até 100 mm no dia, ventos de até 100 km/h e queda de granizo. Há risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos.

Inmet

Com relação à previsão de chuvas pelo país, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo para temporais na região entre o sul do Maranhão, o oeste baiano, o sudeste paraense e o sudoeste do Piauí. Também há risco de tempestades na área entre o baixo Amazonas, o norte de Mato Grosso, o leste de Rondônia e o centro amazonense. Os acumulados podem chegar a 100 mm nesses locais, e as rajadas de vento ficam entre 60 km/h e 100 km/h. Existe risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores e alagamentos.

*Com produção de Bel Pereira
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<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 11:49:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Petrobras é multada em R$ 2,5 milhões por vazamento na Foz do Amazonas</title>
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<description><![CDATA[ O Ibama aplicou uma multa de R$ 2,5 milhões à Petrobras pelo vazamento em perfuração na Foz do rio Amazonas.

O derramamento do fluido ocorreu no dia 4 janeiro a 175 quilômetros do litoral do Amapá, na chamada Margem Equatorial brasileira.

Em nota, o Ibama afirma que o material vazado acidentalmente pela Petrobras é formado por uma mistura oleosa usada para atividades de exploração e produção de petróleo e gás. 

Segundo o órgão ambiental, o fluido representa risco médio tanto para a saúde humana quanto para o ecossistema aquático. 

A Petrobras confirmou que recebeu a notificação do Ibama e que vai tomar as providências cabíveis. Segundo a empresa, o material derramado é biodegradável e não traz danos ao meio ambiente.

A petroleira tem o prazo de 20 dias para efetuar o pagamento da multa ou apresentar defesa administrativa.

Nesta semana, a Agência Nacional do Petróleo já havia imposto novas condições para que a Petrobras possa retomar essa perfuração exploratória na Foz do Amazonas.

A ANP exige, entre outras medidas, a substituição de equipamentos e a revisão do plano de Manutenção Preventiva.

*Com informações da Agência Brasil
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<pubDate>Sun, 08 Feb 2026 13:24:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Itamaraty e ONU lançam relatório com iniciativas para as cidades</title>
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<description><![CDATA[ A ONU-Habitat e a Agência Brasileira de Cooperação do Ministério de Relações Exteriores lançaram o relatório “Caminhos para o Desenvolvimento Urbano Sustentável: Experiências e Boas Práticas Inovadoras Brasileiras”, com dezesseis iniciativas brasileiras com potencial de inspirar soluções urbanas inclusivas em países do Sul Global.

Entre os projetos apresentados, está o programa Marias na Construção, desenvolvido na Bahia, em Salvador. A iniciativa insere mulheres em situação de vulnerabilidade na construção civil, setor historicamente dominado pelos homens, com o objetivo de promover a igualdade de gênero e combater à violência contra a mulher.

Outra solução urbana divulgada é o Biodigestores em Escolas, realizado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O projeto tem como meta reduzir emissões de gases de efeito estufa em escolas municipais, por meio do uso de biodigestores nas unidades de ensino.

O documento faz parte do Programa Simetria Urbana, que realizou uma chamada pública para a seleção dos projetos. A analista de Programas da ONU-Habitat, Laura Figueiredo, explica que entre os critérios utilizados as iniciativas deveriam envolver instituições públicas, ou governos subnacionais brasileiros, ser sustentável a longo prazo, além de facilitar a cooperação entre países do Sul Global.

A analista também fala sobre as contribuições da iniciativa e da troca de experiências positivas pelos países do Sul Global, como as cidades mais resilientes e com mais qualidade de vida.

Monica Salmito, Analista de Projetos da Agência Brasileira de Cooperação do Ministério de Relações Exteriores, ressalta que o Brasil atua em uma posição de destaque no Sul Global na produção de projetos urbanos contemporâneos.

Ainda de acordo com os organizadores do relatório, o documento contribui para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, em especial o ODS 11, que busca tornar as cidades e os assentamentos humanos mais inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.
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<pubDate>Sat, 07 Feb 2026 16:17:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Viva Maria saúda trabalho de Jocelita no combate aos crimes ambientais</title>
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<description><![CDATA[ Oi, oi, gente amiga da natureza, que neste 6 de fevereiro se une ao Viva Maria nas homenagens a todas as pessoas que atuam na proteção e preservação do meio ambiente.

Mais do que nunca, é preciso reconhecer o trabalho valoroso do Agente de Defesa Ambiental. E quem pensa que essa profissão está relacionada apenas aos homens, por força dos desafios e até mesmo do risco de vida, está redondamente enganado.

Jocelita Geordane Tozzi é prova disso. É na pessoa dessa “Maria Coragem” que vamos abraçar essa categoria profissional, que desempenha um papel fundamental na preservação dos recursos naturais e no combate aos crimes ambientais, como o desmatamento ilegal, as queimadas, a poluição e a caça predatória.


Confira no player.

 
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<pubDate>Sat, 07 Feb 2026 16:17:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Inmet alerta para chuvas intensas até sexta&#45;feira</title>
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<description><![CDATA[ O Inmet alerta para chuvas intensas na maior parte do país, pelo menos até esta sexta-feira (6). O destaque fica para o Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Goiânia, Cuiabá e Porto Velho.

A previsão indica chuvas de até 100 milímetros por dia e ventos que podem chegar a 100 quilômetros por hora. Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Calor no Sul

Já no Sul do país, a situação é diferente. Por lá o alerta é vermelho e de grande perigo para uma onda de calor, com temperaturas que podem chegar a 40ºC.

Até sábado (7), áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná devem registrar temperaturas 5ºC acima da média.

O meteorologista da Defesa Civil de Santa Catarina, Caio Guerra, detalha a previsão para os catarinenses.


&quot;Para os próximos dias, tanto na quinta quanto na sexta-feira, a gente tem um evento de calor intenso. E também para o final de semana, a passagem de uma frente fria deve mudar o tempo e trazer um pouco de chuva.&quot;


Risco de deslizamento

Em São Paulo, a Defesa Civil emitiu, nesta quinta-feira (5), dois avisos extremos para o litoral do Guarujá, devido ao alto volume de chuvas na região. A sirene de alerta foi disparada na Comunidade Barreira do João Guarda e o plano de contingência foi acionado.

Por causa do risco de deslizamentos, as famílias que moram no local estão sendo orientadas a deixar suas casas. As pessoas estão sendo direcionadas para o abrigo municipal.
 
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<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 14:30:37 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>ANP faz exigências para retomada de perfuração na Foz do Amazonas</title>
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<description><![CDATA[ A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis informou à Petrobras, nessa quarta-feira (4), que a companhia só poderá voltar a perfurar o poço exploratório na Bacia da Foz do Amazonas, quando tiver cumprido novas exigências.

As atividades só poderão ser retomadas após a substituição de todos os selos das juntas dos riser de perfuração.

Essa estrutura é o tubo que conecta o poço de petróleo, no fundo do mar, até a unidade de perfuração flutuante na superfície.

O trabalho de perfuração foi paralisado há 30 dias, por causa de um vazamento de um fluído, no bloco localizado em águas profundas do Amapá, a 500 km da foz do rio Amazonas e a 175 km da costa brasileira.

Segundo a Petrobrás, esse fluído não era do petróleo ou gás que seria extraído, mas um composto usado para lubrificar a broca de perfuração.

A Petrobrás afirmou que o vazamento estava dentro dos limites de toxicidade permitidos pela lei, que o fluído é biodegradável e não oferece danos ao meio ambiente.

Além da substituição dos selos, a ANP fez ainda outras exigências para garantir a segurança, entre elas, o dever de revisar o Plano de Manutenção Preventiva, com um intervalo menor de coleta de dados da vibração submarina.

Quando comunicou o vazamento na Foz do Amazonas, no dia 6 de janeiro, a Petrobrás disse que não havia problemas com a sonda ou com o poço, e que o vazamento do fluído não oferecia riscos à operação. 

Ainda não conseguimos posicionamento da Petrobras sobre a decisão da ANP. 
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<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 14:30:37 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Ecosociobio incentiva economia sustentável nas Unidades de Conservação</title>
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<description><![CDATA[ O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o ICMBio, criou um novo programa para incentivar economias sustentáveis baseadas na sociobiodiversidade dentro das Unidades de Conservação federais.

A portaria que institui o Programa Ecosociobio foi publicada nesta segunda-feira, dia 2.

A proposta é aliar conservação ambiental, geração de renda e fortalecimento dos modos de vida tradicionais, por exemplo, por meio do turismo de base comunitária.

Entre as finalidades do programa estão: a promoção dos direitos dos povos e comunidades tradicionais, o fortalecimento da gestão ambiental e da participação social, o incentivo ao uso sustentável da biodiversidade e a contribuição para a adaptação às mudanças climáticas.

O Ecosociobio também prevê a valorização dos conhecimentos tradicionais e determina a consulta prévia, livre e informada às comunidades, conforme a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho.

Além disso, o programa inclui medidas de apoio como acesso a mercados, crédito, infraestrutura e assistência técnica.

A gestão vai envolver conselhos das próprias unidades de conservação, associações locais e gerências regionais do ICMBio, e fica a cargo da Coordenação-Geral de Articulação de Políticas Públicas e Economias da Sociobiodiversidade.

Um comitê nacional vai acompanhar e avaliar os resultados.

O financiamento do projeto deve vir de várias fontes como orçamento do ICMBio, o Fundo de Compensação Ambiental, organismos internacionais, setor privado e receitas próprias das unidades de conservação.

 
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<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 21:09:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Novas regras para entrada de produtos agropecuários entram em vigor</title>
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<description><![CDATA[ Começaram a valer nesta quarta-feira (4) aqui no Brasil as novas regras para o transporte de produtos agropecuários nas bagagens de passageiros internacionais.  

A medida do Mapa, o Ministério da Agricultura e Pecuária, tem como objetivo reforçar a segurança sanitária e evitar a entrada de pragas e doenças que possam afetar a saúde pública, o meio ambiente e a agropecuária brasileira.

A fiscalização será feita pelo Vigiagro, o Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional, que analisa os riscos dos produtos antes de autorizar a entrada no país.

As regras se aplicam a itens como animais, vegetais, alimentos, bebidas, produtos de madeira, fertilizantes, agrotóxicos, produtos veterinários, material genético e ração animal.

Quem transportar produtos que exigem autorização de importação deve preencher o formulário do Mapa, na página do ministério: gov.br/agricultura.

O documento será enviado eletronicamente ao Vigiagro, com informações sobre o tipo de produto, o país de origem e a identificação do viajante.

Produtos proibidos devem ser descartados nos pontos de entrada do país. Caso contrário, precisam ser declarados na Declaração Eletrônica de Bens do Viajante, na página gov.br/receitafederal.
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<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 21:09:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>“Água Doce” prevê ampliação de água potável no semiárido nordestino</title>
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<description><![CDATA[ A oferta de água potável em municípios do semiárido nordestino será ampliada este ano pelo Governo Federal, através do Programa Água Doce.

A expectativa do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional é de que sistemas de dessalinização de água salobra e do mar sejam implantados até julho em várias cidades do interior.

Neste mês, está prevista a inauguração de um sistema inédito de dessalinização de água do mar no município de Galinhos, no Rio Grande do Norte. A implantação de cerca de 10 mil metros de rede de distribuição de água deve beneficiar cerca de 1,5 mil pessoas. Até julho, cinco cidades, ainda a serem definidas, também vão receber novas estruturas de dessalinização no estado, impactando outras 1.475 pessoas.

Já em Pernambuco, 40 sistemas para dessalgar a água serão implantados nos municípios de Alagoinha, Caetés, Capoeiras, Frei Miguelinho, Paranatama e Riacho das Almas.  Quase doze mil pessoas passarão a ter outra opção de oferta de água doce.

Em abril, será a vez das cidades cearenses de Araripe, Aurora e Aracoiaba receberem as instalações de dessalinização do Programa Água Doce.  A iniciativa avança em maio para o Piauí, com estruturas sendo ofertadas nos municípios de Dom Inocêncio e em Várzea Branca.  Em geral, o serviço de qualidade hídrica nos dois estados irá beneficiar quase três mil pessoas.

No ano passado, o Programa Água Doce registrou a entrega de 141 sistemas de dessalinização no semiárido brasileiro, contemplando 8 estados nordestinos, além de Minas Gerais. 

 
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<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 21:09:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>“Água, Doce”, prevê, ampliação, água, potável, semiárido, nordestino</media:keywords>
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<title>Inmet emite alertas de chuvas intensas, com grau de perigo elevado</title>
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<description><![CDATA[ O Inmet, Instituto Nacional de Meteorologia, emitiu alertas de chuvas intensas com grau de perigo elevado para quase todo o Brasil. O cenário é de extremos, com muita precipitação nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste; contra uma onda de calor intensa em diversas cidades do Rio Grande do Sul.

Os temporais terão volume de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora e ventos que podem chegar a 100 quilômetros por hora. A defesa civil alerta para o risco real de quedas de árvores, alagamentos e falta de energia.

E bastante atenção para quem mora em áreas de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Mato Grosso e interior de São Paulo. No Nordeste, o alerta vale especialmente para o Ceará, Maranhão e Piauí.

Já no Sul do país, a situação é curiosa e exige cuidado redobrado. Enquanto Curitiba e o litoral de Santa Catarina esperam chuva forte até quinta-feira, o restante da região enfrenta uma onda de calor considerada perigosa.

No Rio Grande do Sul e no oeste catarinense e paranaense, as temperaturas vão ficar muito altas: com cinco graus acima da média por vários dias seguidos.

Então, a recomendação oficial contra o calor é: beba bastante água, evite exercícios físicos nos horários mais secos e não se exponha ao sol nas horas mais quentes do dia.

E em caso de chuva intensa, evite áreas alagadas, não se abrigue sob árvores e, se houver risco de inundação, desligue a energia e procure um local seguro.
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<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 21:09:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Inmet, emite, alertas, chuvas, intensas, com, grau, perigo, elevado</media:keywords>
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<title>Consciência e união marcam fim do podcast sobre a saúde do planeta</title>
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<description><![CDATA[ Após uma jornada de diagnósticos complexos, febres climáticas e tratamentos experimentais, o podcast S.O.S! Terra Chamando! chega ao seu décimo terceiro e último episódio com uma mensagem de esperança equilibrada pela urgência.

A personagem Terra finalmente recebe alta da UTI, mas o &quot;Dr. Cruz&quot; deixa um alerta: a recuperação plena do planeta depende de um sistema vital que ainda exige cuidados intensivos — a Amazônia.

A Teia da Vida: O encontro de ciências

O grande destaque do encerramento é o reconhecimento da importância dos povos originários na manutenção do equilíbrio global. O episódio repercute um marco histórico: a publicação de um artigo na renomada revista Science escrito por pesquisadores indígenas e não indígenas.

Para a pesquisadora Carolina Levis, da Universidade de Santa Catarina (UFSC), é fundamental que a ciência ocidental aprenda com quem cuida da floresta há milênios. &quot;Os seres só existem na relação com os outros. Valorizar essas interações sustenta a grande teia da vida que constitui o nosso planeta&quot;, afirma.

O pesquisador indígena Justino Firmino, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), reforça que o conceito de preservação deve ser integral.

&quot;Não basta apenas financiar projetos para manter a floresta em pé. É preciso manter os sábios em pé, as culturas em pé. A Terra é a extensão do nosso corpo&quot;, pontua Justino.

Liderança Brasileira e a COP 30

O desfecho da série também olha para o futuro político e diplomático do Brasil. Com a aproximação da COP 30, em Belém, o país assume o papel de protagonista nas negociações climáticas mundiais. Daniel Balaban, da ONU, destaca que o momento é de ação coletiva: &quot;Ou vamos à ação, ou sofreremos as consequências da inação&quot;.

Moisés Savian, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, complementa que a diplomacia brasileira, baseada no diálogo, pode ser o diferencial para &quot;amolecer o coração do mundo&quot; e atrair investimentos para a agenda verde.

Um legado de consciência

A série encerra-se com a conclusão de que o melhor &quot;probiótico&quot; para o planeta é a consciência. Ao longo de 13 episódios, o podcast uniu dados técnicos, entrevistas com especialistas da Fiocruz e de outras instituições, e a sensibilidade do radioteatro para mostrar que a saúde humana e a saúde ambiental são, na verdade, uma só.

A temporada termina com a voz da poeta Cora Coralina, lembrando-nos de que a Terra é a &quot;grande mãe universal&quot;, e que o cuidado com ela é, em última análise, o cuidado com a nossa própria existência.

👉 Ouça agora e siga o podcast S.O.S! Terra Chamando!, no seu tocador favorito! 

💻 Em breve com interpretação em Libras no canal da Rádio Nacional no YouTube.

💬 Você pode conferir, no menu abaixo, o roteiro base do episódio, a tradução em Libras e ouvir o podcast no Spotify.

 Roteiro base do episódio


S.O.S! Terra Chamando! - Consciência e União: O Tratamento Continua

🎵 Abertura 🎵

🎵 Barulho hospital marcador de sinais vitais 🎵

Terra (Georgiana Góes): Dr. Cruz! Eu gostaria de trocar uma ideia com esse especialista milenar aí.

Dr. Cruz (Pablo Aguilar): Claro, Terra! A hora de trocarmos é agora. Está tudo interligado!

Terra: Que bom ouvir isso de você, doutor! Sei que é consenso na sua equipe.

Dr. Cruz: Consenso é que suas taxas melhoram, Terra. O tratamento está surtindo efeito.

Terra: Eu tenho me sentido vivinha da Silva!

Dr. Cruz: Sim… A consciência agiu como uma espécie de probiótico, aumentando as defesas do seu organismo e reequilibrando a microbiota, que estava bem descompensada. Mas nada… absolutamente nada, se compara à sua força e resiliência, Terra!

🎵 Sobe Som 🎵

Adrielen Alves: Forte e resiliente! A Terra sofreu, titubeou, duvidou, mas seguiu por todo o “S.O.S! Terra Chamando!” até conseguir alta da Unidade de Terapia Intensiva. A nossa personagem principal, abrilhantada pela interpretação de Kailani Vinício, chegou ao seu último episódio querendo trocar ideia, bem melhor de saúde e com muita vontade de viver! E claro, sendo grata ao Dr. Cruz, interpretado lindamente por Pablo Aguilar!

Terra: Ah, mas seria isso ou não me chamaria Terra!

Adrielen: Já a Terra, nosso planeta, embora também forte e resiliente, segue um destino um pouco menos romântico. Em movimento de rotação e translação, o “Planeta Azul” movimenta-se sob a incerteza de ações humanas em defesa da vida. Até então, seguimos, na vida real, com notícias alarmantes: as mudanças climáticas ameaçam as espécies, inclusive a humana! Biomas e patrimônios históricos podem desaparecer! 2024 ultrapassou as barreiras dos termômetros e ganhou o título de o ano mais quente da história!

Dr. Cruz: Vejo que a situação é grave! Querem marcar uma consulta?

Adrielen: Eu sou Adrielen Alves, jornalista de ciência. Este é o último episódio da primeira temporada do podcast: S.O.S! Terra Chamando! Uma parceria da Empresa Brasil de Comunicação e da Casa de Oswaldo Cruz.

🎵 Sobe Som 🎵

🎵 Canto Indígena🎵

Adrielen: Na nossa dramaturgia, a Terra recebe alta após se submeter a um tratamento que, embora pareça simples, exige esforço e persistência: a consciência. E essa estratégia inerente à natureza humana só foi adotada pelo Dr. Cruz porque ela foi citada por todos os nossos entrevistados.

Vozes dos entrevistados: “Consciência”.

Adrielen: Confesso que eu, no papel de jornalista, queria respostas mais concretas, números e dados sobre como mitigar as mudanças climáticas. Mas em tudo, o conhecimento veio antes da ação. Conhecimento para desconstruir notícias falsas, para propor ações cotidianas sustentáveis e para cobrar de nossos governantes.

Dr. Cruz : Mas gente! Veio consciência de todo lado!

Adrielen: E por último, sintetizando esse aprendizado, chegou às minhas mãos um artigo histórico. Pela primeira vez, a renomada revista Science publicou uma pesquisa de cientistas indígenas. O tema: é urgente o diálogo entre os conhecimentos ocidental e indígena pela defesa da Terra.

Desde os primeiros episódios, a Terra repete:

Terra: Está tudo interligado... 

Adrielen: A nossa Terra é sabida! Pesquisadores brasileiros propõem a conexão das ciências e a legitimidade da expertise dos povos originários como guardiões da floresta. Conversei com Carolina Levis e Justino Firmino sobre isso. Justino disse que mais importante do que manter a floresta em pé, é manter todos os seres de pé!

Justino Firmino: &quot;O nosso sábio tem que estar em pé. Se o sábio morre, o que vamos ter? É preciso projetos para custear o sábio como um transmissor de conhecimentos. É a coletividade, o equilíbrio de conviver em diversos territórios. É necessário que todos estejam em pé: a cultura, as árvores, as serras... esses lugares têm histórias e ancestralidade. Se isso é derrubado, o ser humano e os outros seres ficam fragilizados.&quot;

Adrielen: Para Carolina Levis, chegou a hora da interconexão de saberes. A ciência ocidental precisa entender quem cuida do planeta há pelo menos 12 mil anos.

Carolina Levis: &quot;O pensamento indígena é muito mais preocupado em compreender a teia da vida. Os seres só existem na relação com os outros. Nós dependemos da água, da terra, dos alimentos... estamos conectados com milhares de seres que habitam o solo e a floresta. Valorizar essas interações sustenta a grande teia que constitui o nosso planeta Terra.&quot;

Adrielen: Depois de &quot;consciência&quot;, a palavra da vez tem que ser &quot;união&quot;.

Dr. Cruz : União? Este tratamento é prescrito em quais casos?

Adrielen: Cabe em quase tudo, Dr. Cruz. Governos e lideranças mundiais estão em tratativas para aumentar o financiamento pelo planeta. Em 2025, o Brasil será a sede da COP 30, em Belém, a chamada &quot;COP da Amazônia&quot;. Retomo a fala de Daniel Balaban, da ONU:

Daniel Balaban: &quot;O Brasil tem uma liderança natural no clima. Com a COP 30 em Belém, é o momento de irmos para a ação ou sofreremos as consequências da inação. O importante é que a maioria dos países se posicione fortemente. Não vamos mudar a linha por conta de percalços no caminho.&quot;

Adrielen: Moisés Savian, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, também reforça essa missão:

Moisés Savian: &quot;O Brasil tem que liderar pelo exemplo. Fazer aquilo que queremos que o mundo faça. Esperamos que esse clima de Brasil, essa música, essa latinidade, amoleça o &#039;coraçãozinho&#039; do mundo. A nossa diplomacia é a do diálogo.&quot;

Adrielen: As sementes estão sendo plantadas na nossa consciência. Para os especialistas, ainda há tempo — curto, mas há. União para ciências, humanidades, políticos e para todos nós.

Terra: “Eu sou a Terra, eu sou a vida. Do meu barro primeiro veio o homem. De mim veio a mulher e veio o amor. Veio a árvore, veio a fonte. Vem o fruto e vem a flor. Eu sou a grande mãe universal... a gleba, a gestação, eu sou o amor.” (Trechos de Cora Coralina).

Adrielen: Nos despedimos com as palavras do cientista Justino Rezende, vindas do Alto Rio Negro:

Justino Rezende: &quot;A Terra é uma mulher. Tem corpo, sentimentos, dores e alegrias. Ela é como nosso corpo: as montanhas são as partes elevadas, as árvores são os cabelos. A Terra é a extensão do nosso corpo e nós somos a extensão da Terra. Ela nos acolhe e nos conduz pelos caminhos.&quot;

🎵 Sobe Som 🎵 - Ambiente hospitalar.

Dr. Cruz: Está de alta para casa, Dona Terra! Seus vizinhos, Marte e Vênus, estão ansiosos pela sua presença. Em ti, tudo está harmonizado.

Terra: Harmonizado, interligado! Adoro!

Dr. Cruz: Mas não se alegre tanto. Vimos que um sistema fundamental para a sua recuperação precisa de tratamento… vamos manter contato!

Terra: Que sistema, gente?

Dr. Cruz: Ele é vital, complexo, diverso, mas muito poderoso: Amazônia!

🎵 Encerramento 🎵

Adrielen: Este é o S.O.S! Terra Chamando! O podcast sobre a saúde do planeta. Uma co-produção da Empresa Brasil de Comunicação e da Casa de Oswaldo Cruz. Eu sou Adrielen Alves, responsável pela idealização, roteiro e apresentação. A pesquisa e a produção são de Anita Lucchesi e Teresa Santos. A edição de conteúdo é da Julianne Gouveia. A revisão é da Ana Elisa Santana.

Fazem parte da Comissão Técnico-Científica: Carlos Machado de Freitas, Carlos Henrique Assunção Paiva, Diego Vaz Bevilaqua, Dilene Raimundo do Nascimento, Magali Romero Sá e Tereza Amorim Costa. Os atores são Kailani Vinício e Pablo Aguilar. Operação de áudio de Álvaro Seixas, Thiago Coelho, Reynaldo Santos, Thales Santos e Reinaldo Shiro. Edição final e sonoplastia da Pipoca Sound. Este episódio usa áudios de Justino Firmino, Carolina Levis, Daniel Balaban e Moisés Savian. Até a próxima!

🎵 Vinheta de Encerramento 🎵

Até a próxima!

🎵 Som de fita voltando 🎵

Beatriz Arcoverde: Também contribuíram na Coordenação de Processos, implementação e publicação nas plataformas: Equipe da Radioagência Nacional - EBC,  Interpretação em Libras: Equipe de tradução da EBC, na edição de vídeo para o youtube: Mateus Araújo e o responsável pela arte: Vinícios Espangeiro, do Marketing da EBC.

🎵 Vinheta de Encerramento 🎵

 Videocast em Libras

Em breve
             Episódios no Spotify




 



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<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 15:54:41 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Consciência, união, marcam, fim, podcast, sobre, saúde, planeta</media:keywords>
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<title>Ministro cobra medidas rigorosas após outro vazamento da Vale em MG</title>
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<description><![CDATA[ O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, cobrou que medidas rigorosas sejam adotadas de forma imediata pela Agência Nacional de Mineração após o segundo vazamento em minas da Vale em Minas Gerais. Silveira pediu uma solução efetiva para a situação depois do extravasamento de água registrado na mina de Viga, na cidade de Congonhas, neste domingo (25).

O incidente ocorreu menos de 24 horas após um vazamento de lama na mina de Fábrica, localizada na divisa entre Ouro Preto e Congonhas. O ministro cobrou, inclusive, a interdição da operação, se necessário, para garantir a segurança das comunidades locais e a proteção do meio ambiente.

Silveira determinou:


	a abertura de processo para apuração das responsabilidades; e
	o acionamento dos órgãos federais, estaduais e municipais para fiscalização e eventual aplicação de penalidades.


O ministro também ordenou a adoção de medidas cabíveis para reparação de possíveis danos materiais, ambientais e pessoais.

⏩ Ouça também: Vale suspende operação em minas de Fábrica e Viga após vazamentos

O que diz a Prefeitura

A prefeitura de Congonhas afirmou que os incidentes nas minas causaram prejuízos ambientais ao município e decidiu suspender provisoriamente o alvará de funcionamento da Vale. É o que explica o secretário de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, João Luís Lobo:


&quot;A prefeitura, a Defesa Civil e todos os seus órgãos estão atentos para essa situação e também iremos cobrar das empresas uma resposta rápida, a suspensão possível dos alvarás dessas empresas até que todas as medidas sejam tomadas. E fica aqui mais uma vez nossa preocupação, né? Sete anos após o rompimento em Brumadinho, a empresa, a Vale, omitindo informações muito importantes que para nós agirmos de forma rápida tem que chegar rápido para nós, e isso não aconteceu por duas vezes no mesmo dia&quot;, diz.


O Ministério Público de Minas Gerais informou que está acompanhando o caso e já solicitou informações às equipes das defesas civis estadual e dos municípios atingidos.

O que diz a Vale

A Vale comunicou que os extravasamentos de água nas duas minas foram contidos, que ninguém ficou ferido e que a população e as comunidades próximas não foram afetadas.

De acordo com a empresa, nenhuma das duas ocorrências tem relação com as barragens da Vale na região, que seguem sem alterações em suas condições de estabilidade e segurança, e as causas dos dois extravasamentos estão sendo apuradas.
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<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 23:29:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Ministro, cobra, medidas, rigorosas, após, outro, vazamento, Vale</media:keywords>
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<title>Fundão: BNDES libera 15 milhões para recuperar áreas agrícolas</title>
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<description><![CDATA[ O BNDES liberou mais de R$ 15 milhões para um projeto que vai ajudar cerca de 17 mil pequenos agricultores de Minas Gerais e do Espírito Santo. Chamado Prodoce, o projeto é parte do Novo Acordo do Rio Doce, firmado para reparar os danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em 2015.

O objetivo é recuperar a capacidade produtiva das áreas agrícolas e revitalizar espécies vegetais cultivadas. O orçamento total do projeto é de R$ 125,5 milhões e haverá novos repasses nos próximos anos. O gerente institucional do Fundo Rio Doce, Guilherme Tinoco, dá detalhes das medidas que serão implementadas.

&quot;Vão ser desenvolvidas iniciativas que buscam ampliar a renda dos produtores, buscando aumentar a eficiência agroecológica das propriedades, diversificando os sistemas produtivos e fortalecendo as cadeias produtivas. Então essas ações, elas vão contribuir para agilizar a restauração da qualidade ambiental e também para ampliar o entendimento sobre os impactos que a contaminação traz para a produção local&quot;.

O acordo de reparação prevê R$ 170 bilhões em indenizações e ações, incluindo R$ 49 bilhões para ações da União, que serão geridos pelo BNDES.

Em novembro de 2024, foi assinado um novo acordo entre a União, os estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, a Samarco e suas acionistas Vale e BHP Billiton, além de instituições de Justiça como o Ministério Público e a Defensoria Pública. Foram repactuadas as ações que vinham sendo executadas desde 2016 e que não asseguraram, à época, a reparação integral dos danos. Ainda estão previstos diversos programas a serem implementados em dezenas de municípios mineiros. O rompimento da barragem de Fundão completou 10 anos em novembro do ano passado. 

O Prodoce é coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. Para executar as ações do programa, foi firmado um acordo de cooperação técnica com a Fundação Espírito-Santense de Tecnologia. Entre as iniciativas previstas, está a aplicação dos protocolos para reversão da contaminação e o desenvolvimento de selos e de certificações por cadeias produtivas. Os agricultores receberão apoio para diversificar seus sistemas produtivos, introduzindo novas culturas adaptadas. Mais de 16 mil propriedades serão beneficiadas.
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<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 23:29:42 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Nível do rio São Francisco ultrapassa cota de alerta</title>
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<description><![CDATA[ O rio São Francisco, que corta Minas Gerais e boa parte da região Nordeste, está com o nível acima da cota de alerta e em processo de subida em algumas cidades mineiras e da Bahia.

Os dados são do mais recente boletim do Sistema de Alerta Hidrológico da Bacia, divulgado na manhã desta quinta-feira (29).

No município de Pedras de Maria da Cruz, em Minas, o nível atual do rio passou dos 7,5 metros, quase 2 metros acima da cota de inundação.

Na cidade mineira de São Francisco e nos municípios baianos de Carinhanha e Bom Jesus da Lapa, as águas já subiram acima das margens, causando alagamentos em algumas áreas.

Cerca de 150 mil pessoas vivem nessas quatro cidades. Com a cheia do rio São Francisco e dos afluentes que cortam a região, o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais considera &quot;moderada&quot; a possibilidade de enxurradas nas cidades, entupimento de córregos e alagamentos em áreas rebaixadas com problemas de drenagem.

Segundo o Serviço Geológico do Brasil, em mais da metade das estações de monitoramento ao longo do Rio São Francisco, a previsão é que o nível das águas se mantenha abaixo da cota de alerta, sem probabilidade próxima de inundação.

O período de chuvas na região da bacia do rio São Francisco começou em novembro e deve durar até, pelo menos, o mês de março.
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<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 23:29:41 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>Nível, rio, São, Francisco, ultrapassa, cota, alerta</media:keywords>
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<title>Vazamento de estruturas da Vale em Congonhas não afetou moradias</title>
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<description><![CDATA[ O tamanho do dano ambiental causado pelo vazamento de estruturas da mineradora Vale, na região da cidade de Congonhas, em Minas Gerais, ainda precisa de mais análises para ser realmente mensurado. A afirmação é do secretário municipal e Meio Ambiente, João Lobo.

Segundo ele, o impacto dos vazamentos que ocorreram no último fim de semana foi restrito ao meio ambiente. Nos rios, é possível observar alteração na cor da água e assoreamento.


&quot;Os impactos eles estão realmente mais na esfera ambiental, que a gente vai estar falando aqui de assoreamento, a gente vai estar falando de turbidez da água elevada, a gente vai estar falando de talvez a presença de alguns metais que a gente vai ter que fazer análises químicas, a gente ainda não conhece, mas o que a gente percebe é que as características físico-químicas do rio que estão alteradas&quot;.


De acordo com a prefeitura, foram 300 mil metros cúbicos de lama no primeiro vazamento, na mina da Fábrica. O segundo, na mina Viga, ainda precisa ser medido, mas parece ser maior, afirma o secretário.


&quot;Já no segundo, nós ainda não temos nenhum dado de qual foi o volume real. Visualmente, ele parece um impacto maior, porque ele conseguiu fazer um represamento de um córrego. Então ele está acumulando material e visivelmente ele parece mais pesado&quot;.


Lama atingiu rio

Um dos rios atingidos pela lama foi o Maranhão, que é afluente do Paraopeba, contaminado pela tragédia de Brumadinho, há 7 anos. A situação atual é monitorada, devido ao risco de a lama do rio Maranhão alcançar o Paraopeba.

O professor de engenharia sanitária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Marcelo Libânio, explica que as chuvas podem fazer com que o possível impacto seja menor. 


&quot;Sempre tem impacto ambiental, de aumentar a concentração de sólidos. Vai depender da magnitude dessa concentração, da vazão afluente dessa lama em relação à vazão do curso d&#039;água. Então, por esse prisma, o impacto tende a ser um pouco menor porque nós estamos em período chuvoso. O mês de janeiro foi pródigo, aqui na região metropolitana de Belo Horizonte, quase todos os mananciais sociais estão muito próximos da média histórica, alguns até passaram&quot;.


De acordo com a prefeitura de Congonhas, nenhum morador foi prejudicado pelos vazamentos, nem o abastecimento da cidade foi afetado.
  2:13 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 23:29:39 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>SP: Defesa Civil organiza plano de enfrentamento a ciclone nesta sexta</title>
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<description><![CDATA[ Em São Paulo, a Defesa Civil reuniu representantes de municípios para apresentar o plano de enfrentamento a um ciclone, previsto para esta sexta-feira no estado. 

Na reunião, os meteorologistas do CGE, o Centro de Gerenciamento de Emergências, informaram que entre a noite desta quinta-feira e a sexta-feira, um sistema de baixa pressão no litoral paulista deve provocar grandes acumulados de chuva e aumentar o risco de alagamentos, enxurradas e deslizamentos de terra. 

O plano de contingência prevê a mobilização total do Sistema Estadual de Defesa Civil e os municípios terão equipes prontas nesta sexta-feira para atuar em ações de resposta às condições severas do tempo. 

Segundo informações da Defesa Civil do Estado, os estoques de ajuda humanitária estão abastecidos para retirada imediata pelas prefeituras para atender afetados por alagamentos ou deslizamentos. 

O Instituto Nacional de Meteorologia alerta que a passagem do ciclone no litoral deve ocasionar chuvas intensas também no Rio de Janeiro  no sul de Minas Gerais. 

Na Serra da Mantiqueira, os acumulados podem ultrapassar 100 milímetros. O ciclone também favorece a queda de granizo na região do Triângulo Mineiro, além de grande parte do estado de São Paulo. 

De acordo com o Inmet, a chegada do ciclone pode levar à formação de um canal de umidade entre Espírito Santo e Mato Grosso, num novo episódio de Zona de Convergência do Atlântico Sul, que ocasiona chuvas persistentes. 
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<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 23:29:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>SP:, Defesa, Civil, organiza, plano, enfrentamento, ciclone, nesta, sexta</media:keywords>
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<title>MG: Vale é multada em R$ 1,7 milhão por danos ambientais</title>
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<description><![CDATA[ O Governo de Minas Gerais multou a mineradora Vale em R$ 1.7 milhão por danos ambientais ocorridos no último domingo.

A punição é resultado do transbordamento nas minas de Fábrica, em Ouro Preto, e Viga, em Congonhas.

As informações foram detalhadas nesta quinta-feira pela Semad, a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Em ambas as minas, a fiscalização constatou falhas no sistema de drenagem, agravadas pelo elevado índice de chuvas na região Central de Minas Gerais.

O Estado determinou ainda a suspensão imediata das atividades operacionais nas cavas das duas unidades e exigiu ações urgentes de limpeza e restauração.

Na Mina de Fábrica, o excesso de água com sedimentos atingiu cursos d’água e áreas da Companhia Siderurgica Nacional.

O superintendente de fiscalização ambiental da Semad, Gustavo Endrigo, detalhou as penalidades aplicadas nesse caso, relacionadas à cava 18 e a multa chegou a R$ 1,3 milhão.

Já na Mina de Viga, em Congonhas, houve um escorregamento de talude natural que levou sedimentos para o córrego Maria José e para o Rio Maranhão.

A falta de transparência da água chegou a ficar 30 vezes maior do que os limites fixos nas normas ambientais. Gustavo Endrigo falou que neste caso a punição foi de R$ 400 mil.

Segundo o governo, a Vale informou que as medidas emergências já estão em andamento e que a turbidez da água já voltou ao normal em alguns pontos.

Além disso, a empresa tem até dois dias para apresentar o cronograma das atividades de limpeza e até dez dias para plano de recuperação detalhado para as áreas degradadas.

Em nota, a Vale esclareceu que os extravasamentos de água identificados não carregaram rejeitos de mineração, apenas terra, e já foram contidos.

E as causas estão sendo apuradas. Segundo a empresa, ninguém ficou ferido e a população e as comunidades próximas não foram afetadas.
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<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 23:29:37 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
<media:keywords>MG:, Vale, multada, 1, 7, milhão, por, danos, ambientais</media:keywords>
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<title>Janeiro teve 4,3 mil focos de calor, aumento de 46% em relação a 2025</title>
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<description><![CDATA[ O ano de 2026 começou com um alerta vermelho para o clima: o mês de janeiro teve duas vezes mais focos de calor do que a média. Dados do INPE, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, revelam um aumento preocupante no número de queimadas.

Somente nos primeiros 29 dias do ano, foram detectados mais de 4,3 mil focos de calor em todo o país. O número é o dobro da média histórica para o mês e representa um aumento de 46% em comparação a janeiro do ano passado. É o sexto pior início de ano desde que o levantamento começou, em 1999, e o segundo pior da década, atrás apenas do que foi registrado em 2024.

A situação é mais crítica nas regiões Norte e Nordeste, impulsionada por uma seca severa. O Pará lidera o ranking negativo com 985 focos, seguido de perto pelo Maranhão, que vive o mês de janeiro com mais incêndios em toda a série histórica do estado. Ceará e Piauí também aparecem na lista dos mais afetados.

Especialistas explicam que a quantidade de focos de calor nem sempre significa um incêndio florestal de grandes proporções, até porque um ponto quente detectado pelo satélite não é, necessariamente, uma floresta inteira em chamas. Os peritos também alertam que, segundo o histórico de registros, anos que começam com janeiros quentes tendem a terminar com índices de queimadas acima da média nacional.

*Com informações da Agência Brasil

 
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<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 23:29:36 -0300</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<title>Praia do Rio Vermelho recebe mutirão de limpeza no domingo</title>
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<description><![CDATA[ Com o aumento do fluxo de pessoas nas praias de Salvador, resíduos como plástico, vidro e metal se acumulam na faixa de areia e acabam parando no oceano.

Esse material afeta a fauna marinha, compromete o ecossistema costeiro e também a qualidade da água. Por isso, a limpeza da praia do Rio Vermelho surge como uma ação prática de contenção desses danos e de alerta para um problema que se repete ao longo do ano, como explica a oceanógrafa Mariana Fontoura, da Secretaria de Meio Ambiente da Bahia. 

&quot;Nós temos tanto risco relacionado aos animais quanto à saúde humana também. Tem muitos animais que confundem, por exemplo, o plástico com o alimento, que é o caso da tartaruga. Mas também muitos animais podem ficar presos em linhas e rede de pesca, podem ficar sufocados por aqueles lacres de tampa de garrafa, podem acabar se ferindo com todo esse material e acabar se machucando e até morrendo em alguns casos. Mas ele [o lixo] também oferece um risco para a gente. Quando a gente anda pela praia cheia de resíduos e de sujeira, a gente pode, por exemplo, pisar no espeto de palito de churrasco, a gente pode pisar no vidro. Essa grande quantidade de resíduos também atrai ratos e baratas e outros animais que vem com determinadas doenças. Então a proposta é exatamente levantar o debate e provocar a reflexão das pessoas nessas festas populares com um mutirão de limpeza.&quot;


            
        
    
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil


Além da retirada do lixo, a ação envolve a participação direta da comunidade, com voluntários, pescadores e jovens que vão coletar e selecionar os resíduos para reciclagem. Parte do material recolhido também vai ganhar um novo sentido ao ser transformado em obra de arte. 


&quot;O artista que a gente convoca para poder participar dessa ação é o André Fernandes. Ele produz esculturas que ficarão expostas nos dias 1 e 2 de fevereiro e que serão feitas a partir desses materiais coletados. Uma das principais mensagens é exatamente ressignificar esse material porque ele está ali naquele ambiente, provocando todo o impacto social e ambiental, e ele é transformado em arte, ou seja, também é uma reflexão de que a gente pode fazer outros usos.&quot;


O mutirão de limpeza acontece neste domingo (1º), das 7h30h ao meio-dia, na praia do Rio Vermelho, próximo à casa de Iemanjá, em Salvador. A participação é aberta ao público.
 
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